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2 dicas de restaurantes pra comer bem na liberdade

* Dica pra comer na Liberdade 1 – restaurante KIDOAIRAKU – R. São Joaquim, 394 (esquina com a R.Galvão Bueno) – 3207-8569. Os teishokus – tipo pf japa caprichado – é o forte lá. Comida deliciosa. Tem sashimi muito bom que vc pede por quantidade de fatias. De sobremesa tem gelatina de café!!!! hummmmmmmmm O cardápio do dia fica pregado nas paredes em plaquinhas escritas em japonês, mas tem a tradução em portugês. De qualquer forma, é bom perguntar sobre os pratos. Leia uma ótima resenha no blog O Bicho me Mordeu.

* Dica pra comer na Liberdade 2 – Restaurante Tenko, na rua dos Estudantes, logo depois do cruzamento com a rua da Glória. O bifum de lá é uma delícia e custa 24 reais um pratão pra três!!! O melhor bifum da Liberdade!

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o sabor dos anos 80

Você nem imagina – Pra começar bem a sexta-feira, aqui vai a música “Teu Inglês” que fechou o show da banda Fellini ontem. Não resisti e acabei comprando, no final do show, o vinil do segundo álbum da banda, “Fellini só vive 2 vezes”, que eu cultuava aos 19 anos lá pelos meados dos anos 80. Aliás, Fellini acabou de gravar novo disco, que se chamará “Você nem imagina”, a ser lançado entre final de agosto e começo de setembro com capa do truta Fábio Spavieri. A banda está ensaiando há algum tempinho e Thomas Pappon largou Londres e está direto em São Paulo com esse novo projeto da banda.

E tenho dito – Antes do show foi jantar no delicioso Dalva e Dito. Como sempre, comida e atendimento de primeiríssima qualidade, tudo regido pelo chef Alex Atala. Na outra vez que estive lá comi um delicioso pirarucu e ontem fui de camarões com creme de mandioquinha. Esse foi o prato principal, antes provei uma salada de tomates com cebola e cavaquinha (peixe) num molho delicioso, e de sobremesa foram três bolas de sorvetes bem brasileiros – tapioca, umbu e papaya com pitanga!!! Tudo divino, maravilhoso! Aliás, o cardápio do Dalva e Dito faz a linha feijão-com-arroz, ingredientes brasileiríssimos de todas as regiões do país muito bem combinados e apresentados. Tem desde frango assado de televisão até moqueca de camarão, de polvo pururuca a salada de palmito com camarão. Com toques regionalistas, Atala criou um cardápio que inclui alimentos triviais nacionais com sabor de feito-lá-em-casa. O site ainda não está pronto, então segue o endereço do restaurante Dalva e Dito: Rua Padre João Manuel, 1115 – Jardins – São Paulo; telefone 3062-0238. E é bom frisar que os preços são honestos para o bom serviço que o restaurante presta.

As gostosas e brasileiríssimas pimentas do Dalva e Dito

Minha sobremesa: sorbets de sabores nacionais

Street pop art – Inaugura amanhã a super exposição “Selected Works” do artista norteamericano Keith Haring na Caixa Cultural, na Avenida Paulista. Haring é um dos ícones da pop art dos anos 80, frequentador da Factory de Andy Warhol, amigo de Basquiat e ativista da causa da Aids (como pode-se ver na imagem acima), que vitimou sua morte em 1990. Haring esteve no Brasil algumas vezes e pintou por aqui também, como dois painéis em Salvador.

Basquiat e Haring, em 1987

A mostra terá 94 obras nunca vistas no país e diversos itens pessoais do artista. O período expositivo em São Paulo é de 31 de julho a 5 de setembro na Caixa Cultural Paulista (no Conjunto Nacional). Depois, a exposição segue para a Caixa Cultural do Rio de Janeiro, entre 28 de setembro a 14 de novembro. Há chance da exposição chegar a Salvador, onde existem dois raros painéis de Haring, um deles necessita de restauro, plano que consta do programa da exposição.

Haring elaborou muitos murais públicos em prol dos direitos civis, caridade, hospitais, creches e orfanatos. Em 1989, foi diagnosticado com HIV e fundou a Keith Haring Foundation no ano seguinte para apoiar campanhas de prevenção do HIV e programas infantis. No Brasil, a Fundação está organizando programas educacionais sobre prevenção do HIV em parceria com a ABIA (Associação Brasileira Interdisciplinar de AIDS) e APTA (Associação para Prevenção e Tratamento da Aids).

Warhol e Haring

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comprar de graça é não comprar

A terça-feira (22/6) amanheceu fria e úmida em São Paulo. Acordei cedo, tomei café-da-manhã e fui conhecer uma loja que não cobra nada pelos produtos à mostra dos fregueses. Isso mesmo! Escolhe-se até cinco produtos por visita, registra-se na conta virtual, depois responde-se no site um rápido questionário sobre cada produto adquirido. E todo dia pode-se ir até lá pegar mais produtos (não repetidos). Tem de tudo de marcas famosas ou não: macarrão instantâneo, chá enlatado, cremes, perfumes, salgadinho,  comida de cachorro, sorvete, pão, sucos, fita dental, cola… Alguns são lançamentos recentes, outros ainda não estão no mercado; uns testam novos sabores, outros, avaliam novas estratégias para alcançar o consumidor.

Mas afinal, comprar sem pagar é não comprar, né? Por isso, a primeira leva de consumidores – blogueiros e jornalistas, que eu saiba – a estrear entre as gôndolas da loja Sample Central (Rua Augusta 2074, Jardins) foi selecionada pela casa e apresenta algum tipo de padrão de consumo – e de comunicação – que os sócios querem atingir. Quer dizer, quem quer atingir os consumidores é a indústria de bens de consumo e serviços de maneira geral, a Sample Central é na verdade um entreposto que expõe produtos a voluntários filiados que respondem pesquisas, que mais tarde são tabuladas pela Sample Central e enviadas aos clientes que compram espaços nas gôndolas.

Quem quiser participar dessa nova modalidade de pesquisa de consumo pode se cadastrar no site da Sample Central e pagar a anuidade de R$15. Por enquanto só existe uma loja dessas em São Paulo onde já tem cadastrados cerca de 16mil consumidores, mas espera ter 40mil em nove meses. Outras cinco cidades devem inaugurar lojas Sample Central nos próximos anos. Na Ásia e Europa existem outras filiais que seguem a matriz japonesa inaugurada em Tóquio em 2006. A tese é que os consumidores que testam as mercadorias apresentadas na Sample Central tornam-se consumidores efetivos quando o item chega nos supermercados e lojas. Isso é respaldado por pesquisa da própria Sample Central – 76% dos japoneses passaram a comprar produtos que testaram na loja. Todo mundo quer experimentar de graça o que pode comprar (ou não) amanhã no supermercado.

Conversei rapidamente com o inventor da Sample Central, o australiano Anthony James, pouco depois da apresentação dos sócios da loja paulistana, que inclui publicitários renomados, dois fundos de investimentos e o Ibope. Anthony está confiante do sucesso da franquia do seu negócio em São Paulo “porque o consumidor brasileiro é sofisticado e procura informação sobre o que compra”, me disse o boss. Mas é bom lembrar que o Brasil cresce a passos largos, a distribuição da renda está melhorando e o país está rumo ao quinto lugar entre as maiores economias do planeta. A indústria e as empresas de serviço – o Brasil é o primeiro país onde a Sample Central vai disponibilizar teste a serviços – estão ávidas em lançar mais e mais produtos e acharam na ideia da Sample Central uma forma mais eficaz e barata de saber a opinião de quem paga a conta, o consumidor.

Sample Central em foto de celular

Sample Central em foto de celular

Os donos da franquia paulistana dizem que existem muitas empresas esperando para colocar seus produtos nas prateleiras dessa loja-test drive. Eles têm entre 60 e 70 empresas expondo de 3 e 4 produtos na loja. A cada 15 dias trocam todos os produtos. O contato direto com o cliente-consumidor é o que a Sample Central oferece através do conceito “tryvertising” (do inglês, try+advertising). O negócio é chegar no consumidor dando oportunidade para que ele experimente antes  – até mesmo antes do lançamento no mercado. Com essa experiência de prova, tem-se mais chances de conquistar um lugarzinho no coração e mente do consumidor. É a tal da fidelização. E a melhor propaganda é o boca-a-boca, a indicação direta de uma pessoa confiável.

Como essa onda da Sample Central se difunde entre as pessoas? É tudo na base do boca-a-boca, sem gastar com publicidade. Do investimento de R$ 4milhões na loja brasileira, não existe parcela para publicidade. O esquema viral – via e-mails, blogs, redes sociais e disse-me-disse – é que vai amealhar mais gente para a loja-pesquisa, assim como aconteceu nas cidades da Ásia onde a Sample Central se instalou e tem 1,6 milhão de afiliados. E é exatamente o que estou fazendo aqui, dando +1teko de razões – sem receber! – pra você entrar nessa onda de comprar sem pagar. Ou não.

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P.S.1: “Comprei” os seguintes produtos na primeira vez: pão de forma, perfume, fita dental, água mineral e pipoca coberta com chocolate, e ainda provei um sorvete e um telefone de mesa com acesso à internet.

P.S. 2: Leve sempre sua sacola às compras! Não aceite sacolas plásticas!!! A atendente da Sample Central me disse que as sacolas da loja são biodegradáveis, mas não encontrei nenhuma indicação disso. Leve sua sacola reutilizável!!!
Você leu sobre sacolas reutilizáveis aqui.

P.S. 3: O visual da loja é bacana, mas não muito animador, por mais que digam que o projeto é de um arquiteto famoso – Fernando Brandão. Vi imagens de outras lojas Sample Central e achei mais modernos e interessantes. Aqui é apenas um mercado como o da esquina da sua rua. Poderia ter mais cores e uma iluminação especial.


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manaus – uma ilha urbana na floresta

Rio Solimões, no estado do Amazonas. 2008

Em agosto de 2008 fui a Manaus trabalhar na campanha política e pude conferir as belezas e mazelas daquela capital-ilha cercada de floresta. A exuberância do Rio Negro e da Floresta Amazônica constrasta com aquela capital de 2milhões de habitantes, que como em boa parte do país sofrem com trânsito caótico, poluição, ocupação desorganizada, favelas, tráfico de drogas e tantos outros. O governo do Amazonas ao incentivar o turismo na região deveria aproveitar e [ter vergonha na casa!] fornecer água potável encanada para as periferias de Manaus. Fiquei assustado com o grande número de casas sem água encanada e tratada, se não me engano cerca de 30% da população!!! Isso que Manaus está à beira do maior rio do mundo!

Talvez essa verdade possa mudar o mundo amazônico pra melhor.

Mas uma das melhores coisas de Manaus é a gastronomia. Tem tapiocas pra todos os gostos, sorvetes deliociosos feitos com frutas da região (açaí, cajá, umbu, tapioca, cupuaçu…), diversos peixes saborosos e o democrático caboclinho – pão francês com queijo coalho e tucumã – servido quente ou frio!!!

Tucumã é esse 'coquinho' carnudo delicioso

Um endereço chic em Manaus, que confirmei com Alex Atala que disse adorar a comida e o lugar, é o Bistrô Ananã. O lugar fica perdido no centro histórico da cidade e é bom consultar o mapa ou pegar um táxi pra chegar lá. O restaurante moderninho tem um jardim grande com mesas e muitas árvores, e o salão está instalado numa construção mais moderna com janelas redondas. Comidinhas contemporâneas feitas com produtos da floresta!!! Comi um (ou seria uma?) voulevan de camarão com jambu – a erva que dá uma adormecida na boca – muito bom e também tem pratos com peixes como pirarucu e tucunaré, e uns pãezinhos com castanhas-do-pará… hummmmmmm

Bistrô Ananã, cozinha amazônica contemporânea

Também recomendo o restaurante Açaí & Cia (Rua Acre, 98 – Conj. Vieiralves) que é um ambiente rústico, todo aberto e com teto de palha. Tem muitas receitas deliciosas de peixes e frutos regionais. Sugiro o pirarucu de casaca, um dos pratos manauaras mais pedidos e conhecidos. No horário de pico das refeições o restaurante fica impossível e tem de ter certa paciência com o atendimento, mas vale muito a pena.

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Por falar em Manaus e Amazônia, a Iódice Denim tá com uma promoção cultural bem bacana no site da campanha Sua Verdade Pode Mudar o Mundo. Vai lá ver! De repente você usa as dicas que dei acima!

E o +1teko e a Iódice Denim querem te dar uma calça jeans super transada! Para concorrer, responda no comentário desse post as seguintes perguntas:

1. Para onde a Iódice Denim levará uma pessoa de atitude?

2. Por que você acha que a sua verdade pode mudar o mundo?

A frase mais criativa e que tiver o destino correto, ganhará o jeans! Para conhecer o destino é só entrar no site da campanha Sua Verdade Pode Mudar o Mundo.

Sexta-feira 29/4 eu dou o resultado aqui. Boa sorte!

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cultura de graça, ou por muito pouco :: algumas dicas pra semana em sp

São Paulo oferece uma infinidade de exposições, filmes, peças de teatro, shows e tudo o que se possa imaginar em termos culturais. É bem difícil acompanhar tudo, seja pela inércia ou preguiça de se deslocar por essa cidade imensa ou pelos preços que se paga pra ter acesso aos bens culturais. A banda Fellini já cantava na música ‘Cultura’: “sempre que ouço a palavra cultura / saco meu talão de cheques / sempre que ouço a palavra cultura / saco meu revólver”. A coisa pode ficar preta mesmo, mas não precisamos chegar ao suicídio artístico-cultural. Basta fazer uma boa pesquisa pra encontrar ótimas atrações de graça ou por valores que cabem no bolso de muita gente. Vou dar umas opções pra essa semana do que fazer por uma merreca.

As belas gravuras de Marc Chagall estão expostas no Masp, e nas terças-feiras a entrada no museu é gratuita.

Essa é a última semana pra ver a exposição de videoarte de Gary Hill no MIS. Hoje, terça-feira, a entrada também é gratuita por lá. E de quebra o museu apresenta, também sem ter de desembolsar nada, o filme “Carmen Miranda – Banana is my Business” (19h30) seguido de bate-papo com a diretora Helena Solberg e o escritor Ruy Castro, que escreveu biografia sobre a cantora.

Ainda não fui na Matilha Cultural (Rua Rego Freitas com Rua General Jardim, perto do Copan), mas sei que a programação alternativa do espaço inclui projeções (35mm e digital), exposições, teatro, música e ação social. Agora mesmo está em cartaz parte da exposição 1˚ Salão dos Artistas sem Galeria – em conjunto com a Casa da Xiclet (também de graça na Vila Madalena), e durante essa semana tem filmes do festival In-Edit-Brasil. Mas nas sextas e sábados de março, às 21h30, está rolando o filme animação “Valsa com Banshir” em projeção 35mm. O filme do israelense Ari Folman mostra um ex-combatente israelense que quer resolver um sonho recorrente sobre a guerra com o Líbano. Já passou em diversos festivais pelo mundo e esse é o último fim de semana de março e de exibição gratuita da animação.

Nas quintas-feiras o Espaço Unibanco tem sessões bem mais baratas – R$8 a entrada inteira. Estão em cartaz nessa semana os filmes “Direito de Amar” do estilista Tom Ford, “O Amor Segundo B. Schianberg” do Beto Brant, que são os filmes que quero ver e mais outros.

No cine Belas Artes também tem promoção de ingressos mais baratos nas segundas e quartas-feiras a R$8. E nas segundas ainda tem meia-entrada a R$4 para  “trabalhadores apresentando algum comprovante (carteira de trabalho, hollerith, crachá da empresa ou comprovante de autônomo), apresentando carteirinha de estudante, documento comprovando que tem mais de 60 anos ou sendo cliente do HSBC.” Entre os filmes bacanas estão “Bastardos Inglórios”, “Guerra ao Terror”, “Os Inquilinos” (sobre o ‘ataque’ PCC a São Paulo) e “A Fita Branca”.

No Cine Olido, no Centro ao lado da Galeria do Rock, sempre tem filmes de graça ou a R$1. Hoje (terça 23/3) passa o documentário “Meu Amigo Cláudia” dirigido por Dácio Pinheiro. Assisti ao filme ontem e me encantei com todas as histórias e a forma como o filme conta não só a história da Cláudia Wonder, mas também o que rolava no país e em especial em São Paulo do fim dos anos 70, passando pelos 80 até os 90 e 2000. A programação completa você confere aqui.

No Itaú Cultural a entrada é grátis e está rolando uma ótima exposição com obras de Hélio Oiticica. imperdível!

No CCBB tem duas exposições legais de graça: Expedição Lagsdroff (que tem lindos desenhos feitos por exploradores na época do Brasil Colônia) e a instalação Ossário, no subsolo, do grafiteiro ou artista urbano Alexandre Orion, que refaz obras que rolaram em túneis da cidade de S. Paulo. Ele desenhou centenas de caveiras limpando a poluição negra dos túneis. Veja aqui como rolou essa experiência do Orion.

Na Estação Pinacoteca (ao lado da Sala São Paulo, na cracolândia) está em cartaz a exposição de obras de Andy Warhol. Outra mostra imperdível! A entrada custa R$6 e nos sábados é de graça, mas a lotação é muito grande! Vale a pena pagar.

Andy Warhol: color bars

Balada de graça? Hoje na Lôca tem Tapa na Pantera e entre meia-noite e 1h a entrada é free!!! No bar Volt também rolam baladinhas durante a semana, de segunda a quinta – com entrada zero! Terça que vem (30/3) rola mais uma kiriDJinha! No bar do Netão, na rua Augusta, rola festa de graça nas noites de sexta e sábado!!!

E no Kebabel da rua Fernando de Albuquerque (Baixo Augusta) tem promoção: entre 18h e 19h você pede um e ganha outro kebabe de falafel na faixa!

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escorregou na maionese – hell’smann’s

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Como a maioria da população, eu pensava que uma colher de sopa de maionese tivesse umas 100 calorias. Daí a tradiconal marca Hellmann’s apareceu recentemente com um peça publicitária que pergunta exatamente isso: quantas calorias tem numa colher de sopa de maionese? A resposta surpreendente é que tem APENAS 40 calorias. Oooohhhhh!!!!

Daí que eu comprei maionese Arisco, por ser mais barata que a Hellmann’s, e no mais eu não sinto tanta diferença de sabor entre as marcas. Estava comendo a tal maionese Arisco e como sempre fui ler o rótulo e a tabela nutricional e conferi que uma colher de sopa – cerca de 12 gramas – de maionese Arisco tem 27 calorias! Ooooohhhhhhhhhh!!!

Acabo de conferir as tabelas nutricionais das duas marcas e é isso mesmo que indicam: 40 pra Hellmann’s e 27 pra Arisco. Pelo que entendi da mensagem da Hellmann’s é que pra vender mais tem de dizer pro público consumidor que em tempos de obesidade e de procura por um life style mais saudável tem de mostrar que o produto não é tão “engordante” quanto se pensa. Mesmo que seja apenas acrescentando palavrinhas mágicas como “fit” (como na batatinha frita), light, diet…  Ainda que a Hellmann’s não tenha caído no conto autosugestivo de que é a com menos calorias, o que seria um desastre depois que descobrissem como eu que outras marcas têm ainda menos calorias em uma colher de sopa, ela teve o mérito de levantar a discussão e fazer as pessoas olharem com mais atenção para as tabelas nutricionais – e para suas barrigas – antes de atolarem maionese nos sanduíches.

As marcas Soya e Cyclus, ambas da multinacional Bunge, também têm poucas calorias por 15g, cerca de 22 cal.

A maionese Primor diz que tem 45 calorias em 15g.

A Mayonnaise de Tofu (orgânica) da Ecobrás tem 20 calorias em 15g.

1 colher de sopa (15g) de Molho Cremoso Vegetale, da marca Superbom, contém 50 kcal.

15g da maionese Gourmet, da Cica, tem 105 calorias.

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Vai longe a época que ficava observando a minha mãe fazer molho de maionese aos domingos. Porque domingo com maionese (com batatas) e galinha assada só perdia pro churrasco, com maionese é claro. Minha mãe ficava ali, em frente ao liquidificador, acrescentando lentamente o óleo aos ovos enquanto se misturavam delicadamente e formavam um molho delicioso. Hoje, os nutricionistas dizem que JAMAIS devemos repetir esse ato, e sim usarmos maionese industrializada por causa das salmonelas etc. Ainda prefiro a da minha mãe que a Hellmann’s.

Depois a maionese entrou nos meus sanduíches-íches-íches e mais tarde, quando fui estudar na Holanda, descobri que os holandeses (e muitos outros povos) adoram batatas fritas com maionese. Hoje prefiro reprimir o uso da maionese, mas sempre tenho um vidrinho na geladeira…

Fiz um google e descobri a histéoria da maionese: “Em 1756, o duque de Richelieu foi enviado pelo rei Luis XVI para desalojar os ingleses no porto de Mahon. Proibido de usar fogo para não despertar a atenção do inimigo, o cozinheiro fez um molho frio com o que tinha: ovos, sal e azeite. Batizou de mahonnaise, referência à cidade. Afrancesada virou mayonnaise.”

Copy & Paste:

Maionese Caseira

Ingredientes:

– 2 ovos – APENAS AS GEMAS
– 1/2 xícara de azeite de oliva
– 1 xícara (chá) de óleo de soja
– 1 colher (sopa) de vinagre branco
– 1 colher (chá) de mostarda
– 1 colher (chá) de sal

Modo de Preparo:

Bata todos os ingredientes -MENOS O AZEITE E O ÓLEO – no liquidificador. Tire só a tampa da tampa e vá acrescentando, aos poucos, 1/2 xícara de azeite de oliva. Quando acabar o azeite, coloque o óleo, num fio, até que a maionese dentro do liquidificador feche, isto é, fique sem o buraco no meio das pazinhas virando. Dê uma mexida com o liquidificador desligado, ligue novamente (não esqueça da tampa) e coloque mais óleo. Faça assim, até que a maionese esteja no ponto.

Dica: Se, por um acaso, a maionese talhar, tire do copo do liquidificador para uma leiteira ou jarra, ponha um ovo inteiro, um pouquinho de sal e vá juntando aos poucos a maionese talhada.

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habib’s nunca mais – motoboys vs. 28 minutos

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ESSA HISTORIA TODA SOBRE O TEXTO “HABIB’S NUNCA MAIS” QUE PUBLIQUEI AQUI EM ABRIL DE 2008. ELE TEM DADO UM IBOPE E TANTO PRO MEU BLOG, TANTO QUE ESTE EH O TEXTO MAIS ACESSADO DO +1TEKO. MAS A HISTORIA DO TEXTO MUDOU DE RUMO. EU QUIS FALAR SOBRE A PESSIMA QUALIDADE DOS ALIMENTOS SERVIDOS NO HABIB’S E DEI SUGESTOES DE BONS RESTAURANTES SIRIO-LIBANESES QUE CONHEÇO EM SAO PAULO. MAS UMA RECLAMAÇAO DO SUPOSTO MOTOBOY PAULO OU PEDRO (ELE ASSINA COM NOMES DIFERENTES) ROUBOU A CENA. O BOICOTE AO HABIB’S SUGERIDO PELO MOTOBOY DETONA A PROMOÇAO 28MINUTOS DA REDE DE RESTAURANTES. SE A SUA ENCOMENDA NAO CHEGAR EM 28 MINUTOS VOCE NAO PRECISA PAGAR. DAI O MOTOBOY DIZ QUE NA VERDADE METADE DO TEMPO EH DA COZINHA E METADE DO ENTREGADOR, QUE DAI SE ARRISCA PELO TRANSITO MOVIMENTADO E SE CHEGAR AOS 29 MINUTOS VAI PERDER A CORRIDA.

O MOTOBOY SUGERE BOICOTE AO HABIB’S POR ESSE ESQUEMA QUE  EH VANTAJOSO APENAS PRO RESTAURANTE, JA QUE OS MOTOBOYS PERDEM O VALOR REFERENTE A TAXA DE ENTREGA. EU JA ACHO QUE O BOICOTE DEVERIA SER NO SENTIDO DE EVITAR AS ESFIHAS DE CARNE DE CABEÇA DE VACA DO HABIB’S, QUE CHEGAM A CUSTAR 50 CENTAVOS. EH BARATA? EH, MAS NINGUEM MERECE UMA COISA DESSAS. MINHA SUGESTAO EH TROCAR ESSE LIXO POR COMIDA BOA E NAO TAO CARA, COMO AS DOS RESTAURANTES SIRIO-LIBANESES QUE SUGERI NO TEXTO.

O BATE-BOCA ENTRE OS COMENTARISTAS DO TAL ARTIGO SE ESTENDE DE TAL FORMA QUE VAI CONTRA O BOM PORTUGUES DO MOTOBOY ATE O PRECONCEITO POR ESSES PROFISSIONAIS QUE INFESTAM AS RUAS DE SAO PAULO. EH CLARO QUE QUEM QUER QUE OS MOTOBOYS MANTENHAM SEUS EMPREGOS APESAR DA PROMOÇAO 28 MINUTOS PARA ENTREGA DE LANCHES DEVE CONTINUAR LIGANDO PRO HABIB’S. QUEM QUISER ACABAR COM A EXPLORAÇAO DOS MOTOBOYS E COMER COMIDA SIRIO-LIBANESA DE VERDADE PODE TROCAR DE RESTAURANTE. OU PODE LIGAR PRA TIA EDA E PERGUNTAR SOBRE A PROCEDENCIA DOS ALIMENTOS SERVIDOS E ESCLARECER AS DUVIDAS SOBRE OS 28 MINUTOS. ALO TIA EDA – LIGUE HABIB’S: 5696-6000 (GDE SAO PAULO) OU 0800-778-2828 (OUTRAS LOCALIDADES).

EU CONFESSO QUE GOSTO MESMO EH DA COMIDINHA LIBANESA CASEIRA DO DJ ATUM (QUE VEM DE HATOUN).

ACABO DE LER MAIS DETONAÇOES SOBRE OS RESTAURANTES HABIB’S, QUE NAO PRIMAM PELA HIGIENE AQUI NO BLOG LONDRINA ABSURDA. ALGUEM JA TENTOU COMER OS APETITOSOS HAMBURGUERES DO HABIB’S? UM PAO RESSECADO COM QUEIJO NAO DERRETIDO E UM HAMBURGUER INDUSTRIALIZADO, QUE IMAGINO SEJA DE CABEÇA DE VACA TAMBEM! O QUE SE SALVA LA SAO UNS PASTEIZINHOS DE QUEIJO…

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