Arquivo do mês: março 2008

king kong

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Ontem, a capa da revista Vogue americana me chamou a atenção na banca. Gisele Bündchen e LeBron James estão um tanto desproporcionais na foto, ela de vestido de gala e ele de uniforme de basquete. Agora me deparo com texto do portal G1 sobre a polêmica que a foto vem gerando nos Estados Unidos, comparando a capa da revista com os cartazes do filme King Kong. Dizem que essa imagem só reforça o racismo americano. Cada um com a sua sentença…  

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Arquivado em Moda

abril

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O que eu gostaria ver/ouvir/dançar em abril, mas não sei se irei:

Hercules and Love Affairs @ Vegas – dia 19 (na foto acima)

Anja Schneider @ D-Edge – dia 19

Cobblestone Jazz @ D-Edge – dia 12

Konrad Black @ D-Edge – dia 5

Legowelt @ Kraft – dia 5

Digitaria @ D-Edge – dia 9

Boris Brejcha + Oblivion – não sei onde nem quando, mas é a partir do dia 25

Smash TV – ainda não confirmou datas e locais

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Pra fechar, vocês notaram que o Pedro Bial usa um relógio pendurado no cós da calça? Será que ele acha isso bonito? Será que é fashion e a gente não sabe? Será que é pra mandar o povo chupar o pau caso pergunte as horas?

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BBB8 & Pullma

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Charge do Frank, lá de Floripa, para a final do Big Brother que rola hoje

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E pras cinderelas descalças tem liqüidação da Puma… e eu nem tô ganhando jabá algum pra divulgar isso… uma pena! Acho melhor falar com a Adriana Amora djá!

Ontem postei sobre a loja Endossa, na rua Augusta, e quero lembrar que lá dá pra comprar as bijoux em borracha do Marzio Fiorini que a Gláucia Holzmann está representando em São Paulo.

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Arquivado em Moda, televisão

um por todos e todos por um

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A onda colaborativista agora invade também o mercado. O trabalho em grupo, que agora traduz-se como “colaboracionismo”, já teve diversos momentos na história da humanindade e agora retorna como proposta moderna e cool para vender mais. Seja numa loja real ou virtual, o resultado deve ser o lucro. Exemplos são a recém-aberta loja Endossa (Rua Augusta, 1360) e as propostas de sites colaborativos Fiat Fashion Innovation Attitude, da Fiat na última São Paulo Fashion Week, e The Green Project, do uísque Passport, no qual vou colaborar. Esses sites na verdade querem deixar a marca bem à mostra para os potenciais consumidores e usar da democratização das opiniões de outros blogueiros para serem atrativos, se mostrando sob ou ao lado de gente considerada trendy. Já a loja real trabalha num esquema de multiplicidade de marcas de apelo urbano – toy art, bijoux, brechó, artesanatos, manufaturas, moda etc. – com objetivo de pagar menos pelo espaço e ser descolada e bacana pelos produtos e visual. Para quem quiser saber mais sobre essas propostas é só clicar nos links acima.

Daí lembro que trabalhos colaborativos foram a sensação no começa dessa década nas artes. Deu saudades do Projeto Rosângelo que fiz com Vitor Ângelo e Silvia Hayashi… ali embaixo tem o vídeo campeão do FilmFashion 2003 que fizemos com apoio do 2nd Floor, que foi um projeto colaborativo em seu início, editando a nosso modo as performances que Adriano Costa, Karla Girotto, Priscilla Darout e Raquel Uendi apresentaram na Galeria Vermelho em homenagem ao artista plástico Leonílson.

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pingüins

janice-e-claudia-na-neve.jpgClaudia e Janice numa fria

Em janeiro minhas amigas Cláudia e Janice se mandaram para Montreal. E a neve lá não pára de cair, diz que em junho isso passa… Tomara! Porque as meninas tão virando pingüins (afinal são do hemisfério sul e não poderiam se transformar em ursos polares ou alces, né?). Mas em meio a nevasca que cobre Montreal elas têm se divertido e trabalhado. Entrevistaram em fevereiro Josh Wink e Mistress Barbara, que deve sair na DJ Mag Brasil em breve. Elas também têm ido a festivais de cinema e tentam entrevistas com Peaches e k.d. lang!!!!!!!!!!!!

Para ver o trabalho delas é só acessar o blog Montreal Online Press e ver as reportagens. Aliás, elas estão aceitando encomendas de reportagens e produções em solo canadense, caso alguém precise. A Claudia fez comigo o videoclipe “Noise3” pro DJ Mau Mau em 1996, que teve Marcelona como estrela e o Hell’s Club como cenário. Depois disso dirigimos o documentário “Techno Brasil” no qual entrevistamos os DJs Mau Mau, Renato Cohen, Ana & David e Renato Lopes. Também trabalhamos juntos como editores do Metrópolis, na TV Cultura. A Janice foi minha companheira na nossa primeira viagem como mochileiros pela Europa em 1994; fomos de Lisboa a Atenas vendo o velho mundo com olhos de espanto, admiração e diversão. Viemos juntos para São Paulo e ela ficou entre idas e vindas até ficar de vez depois de concluir o mestrado em literatura sobre a “Radical Chic” de Miguel Paiva.

Em breve elas vão no famoso festival Mutek! Alguém tem uma passagem pra eu ir?

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cellophane

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Nesse feriadão ainda não me programei totalmente, a não ser o programa família com direito a bacalhau, chocolate e uns quilos a mais. Hoje, quinta-feira, vou ao Vegas conferir a ótima banda carioca de rock Cellophane, da minha amiga Sandra Mendes. E tem mais amanhã, sexta-feira, no Astronete. Além de vocalista da Cellophane, Sandra é gerente do clube Dama de Ferro e usa os modelitos brecholentos mais incríveis do Rio de Janeiro. Dá uma uma sacada no som das meninas no Myspace clicando aqui.

Cellophane: Sandra Mendes (vocal), Brenda Sayuri (guitarra), Paula Novaes (bateria) e Lissa (baixo). A autodefinição da banda é: CELLOPHANE é barato, transparente, sonoro e embrulha surpresas agradáveis. Bem agradáveis eu digo. Rock básico, dançante e com charme feminino. E a baixista Lissa é DJ descolada no Rio e aproveita pra dar o toque eletrônico, como o remix da música Bad Song que está disponível no Myspace. Aliás, fiquei viciado na música! Veja as fotos-HQ super legais da banda…

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Para quem quiser saber um pouco mais sobre o disco Funplex do B-52’s é só acessar o site Rraurl e ler minha resenha que foi ao ar ontem. O disco sai oficialmente no dia 25, próxima terça-feira, mas já tem pra vender ou baixar de graça na internet os remixes para a música Funplex. Tem remisturas de Cansei de Ser Sexy, Peaches e Scissor Scisters.

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maiami – berlim

Primeira coisa, por que não escrevemos Maiami? Se New York é Nova Iorque, Berlin é Berlim, London é Londres… Mas é lá em Maiami que rola o Winter Music Conference entre os dias 25 e 29, e olha que o inverno no hemisfério norte termina no dia 20, então deveria ser Spring Music Conference, né? O site do evento é bem feiínho e o que vale mesmo são as festas e não os painéis, debates etc. Pelo menos até hoje não ouvi ninguém falando que foi na palestra do DJ fulano ou no workshop do produtor sicrano. Já as histórias sobre as festas são sempre bem interessantes.

Uma das festas legais desse ano deve ser a do selo Mobilee, que eu sempre falo aqui. Acho que devia ganhar royalties deles… Mas enfim, quem estiver em Maiami pode conferir no dia 29 a festinha de Anja Schneider, Pan-Pot, Sebo K e Ralf Kollmann na cobertura do Townhouse Hotel durante o dia e a partir da meia-noite na Jakmel Art Gallery. E é sobre a dona do selo, Anja Schneider esse post da madrugada…

cover.jpg Capa de “Beyond the Valley”

O primeiro álbum de Anja Schneider está prestes a sair do forno, mas já podemos prová-lo desde a semana passada quando vazou na internet. Beyond the Valley foi co-produzido por Paul Brtschitsch, que também produziu o útimo EP de Anja com as faixas Loop de Mer / Belize. Anja me revelou em entrevista que não tem muito jeito com máquinas e softwares, e precisa de alguém para auxiliá-la. Ela tem formação de radialista e desde o começo da década também ataca de DJéia e mais recentemente de produtora. Vi tanto Anja quanto Paul tocarem no clube Weekend, em Berlim em novembro, e a energia das viradas era surpreendente. Paul tocou ao vivo e tem um projeto com Holger Zilske aka Smash TV que ainda não lançou nada.

Anja explicou ao site Resident Advisor o porquê do título Beyond the Valley: “It’s the place where your parents told you not to go play as a child. Why? Because anything could happen. It’s dangerous and anarchic. All the creatures that have been chased out of the village have gone there to hide.” Mil coisas…

Mas as dez faixas do disco são marcadas por timbres africanos, muitas camadas sonoras, inventividade e levada minimalista. As minhas preferidas de Beyond the Valley são Safari, que abre o álbum com uma sonoridade que me lembra a abertura do seriado setentista Daktari, que se passava na África; Gimlet, que a partir da metade tem vários layers sonoros de diferentes batidas sobrepostos; Belize que já saiu no ano passado mas que continua ótima pela proximidade de beats techno e house e linha de teclados retrô; e Firsh at Night, que tem voz feminina e cadência quebrada o que lembra de cara os melhores momentos de Laurie Anderson. 

Agora é esperar a apresentação de Anja no clube D-Edge no dia 19 de abril, junto com Guido Schneider. Com certeza será uma noite memorável pra marcar os cinco anos do clube em São Paulo. 

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