Arquivo do mês: outubro 2009

onde encontrar revistas grátis

revistas

Onde encontrar a revista Void?

Pra assinar a revista Noize

Pontos de distribuição da revista +Soma

A revista Nite People eu encontrei nos bares Volt e Z, em São Paulo.

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niko schwind @ mothership com novas tracks

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Hoje (31/10) à noite a festa Mothership, no D-Edge, traz o DJ alemão Niko Schwind no line up, junto com a catarinense Aninha. Niko me enviou o EP que sairá semana que vem pelo selo Stil vor Talent, do já velho conhecido dos frequentadores do D-Edge Oliver Koletzki. São 3 – ‘Hang Over’, ‘ Phreak Out One Brush’ e ‘Taste Me’ – faixas de Niko muito melhores que o álbum The Autistic Disco que saiu recentemente. As músicas têm uma pegada house, com alguns vocais, muito groove e batidas que remetem a Balkan beats, coisa que Niko e Holger Zilske (Smash TV) me falaram ser o hype em Berlim atualmente. Outras 3 faixas do EP são do suíço Kellerkind.

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revistas de graça e com graça

Algumas revistas que andam circulando de graça pela cidade têm me surpreendido com bons textos e imagens. Nessa semana conheci a Nite People, que vem de Milão para São Paulo e será bimestral. O conteúdo traz apenas fotos e intervenções gráficas, e o formato é um charme. Em vez de veicular anúncios, as marcas interessadas participam do “contexto e do conteúdo” da publicação, como a Bacardi que está nas páginas da primeira edição. Editorial e publicidade viram uma coisa só?

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Faz algum tempinho que conheci a revista gaúcha Void pelo site, mas finalmente a encontrei fisicamente. A maior parte dos textos é bacana, mas tem momentos mal editados com entrevistas longas e meio chatas. Mas no geral é um bom exemplar de material feito por gente trabalho com gosto.

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A revista free que eu mais gosto é a Noize, que tem na música o ponto forte com vários reviews de discos, principalmente de rock e afins. Dá pra ler a revista via site mas vale a pena correr atrás de um exemplar. Belas capas e bom conteúdo.

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bingo spmoon niko schwind

Niko Schwid - Press (bw)

Niko Schwind

Semana cheia, muita correria. Acabo de saber que o D-Edge apresenta no sábado 31/10 o DJ alemão Niko Schwind. Ele esteve por aqui em fevereiro e tocou nos clubes Vegas (SP) e Dama de Ferro (Rio) com o público enlouquecendo com seu techno groovado, com um pé na house. O retorno de Niko coincide com o lançamento do seu primeiro álbum, The Autistic Disco (Autist Records), que virou hit nos sets de DJs como Oscar Bueno, Renato Lopes e Atum. Você deve ter lido sobre o álbum aqui no blog +1teko mesmo, e sobre a primeira turnê brasileira do alemão aqui também. Mas a surpresa mesmo é o EP que sai dia 16 de novembro pelo selo Stil vor Talent, do DJ Oliver Koletzki. O disco já aterrissou aqui no meu computer é já estou achando melhor que o álbum, isso por causa dos grooves house e da pegada menos minimalista. Niko me disse há pouco via skype que esse EP define melhor o seu estilo musical, pelo menos atualmente. Imperdível o set dele no D-Edge nesse sabadão!!! Via inMinimax, selo do DJ Gabriel Boni, Niko ainda se apresenta em festas em Londrina-PR (30/10), Campo Grande-MS (6/11), Cuiabá-MT (13/11) e Tangará da Serra-MT (14/11).

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Ricardo, Geanine e Paulo = Stop Play Moon

Ontem (26/10) estive na MTV acompanhando a apresentação da banda Stop Play Moon ao vivo no programa Acesso. A banda está cada vez mais madura e em shows maiores, e mesmo na MTV, eles são acompanhados de mais dois músicos (no baixo e guitarra). O grupo se apresentou no Oi Fashion Rocks, no Rio (24/10), tocando no desfile de Alexandre Herchcovitch. Ao Rio, aliás, eles têm ido muito pra gravar o primeiro disco, que sai no primeiro trimestre de 2010. Mais sobre o grupo na Mixmag #2 que sai na metade de novembro. Fiquem ligados!

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E amanhã – quarta 28/10 – a amiga Lalai resolveu armar um bingo dançante no bar Volt. Adorei a ideia e vou me jogar nessa! Diversão garantida e com direito a prêmios!!! A jogatina começa às 21h e todos terão direito a 3 cartelas, e não paga nada pra entrar ou jogar. E o melhor de tudo é que tem vários prêmios bacanas, desde convites pra festas, garrafa de champanhe, óculos, corte de cabelo (sacanagem com os carecas, né?), revistas e o grande prêmio é um final de semana com direito a acompanhante na Pousada Finca Espírito Santo, em Ubatuba!!! Ah! E vai ter muito broken beats nos spkrz por Lalai & DJ Mulher e DJ I’m the Machine.

BINGO!!!

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o caso do dj-anão-de-jardim

Falem mal, mas falem de mim. Será que é isso que Jesus Luz pensa? hahahahahahaha… Estou aqui rindo ao ler mais uma notícia sobre o modelo namoradinho de Madonna. O que ele e a Madonna fazem juntos pouco me importa. Agora, todos queremos saber mais sobre a atuação do modelo-DJ pop star. Leio no site Vírgula: “Jesus discoteca em Santiago”. Claro que eu queria saber logo quanto ele levou nessa: US$ 10mil. Tá bom, né? Mas pensando bem, até que fez jus já que dessa vez ele parece realmente colocado a mão nos CDJs. Nem vamos falar em mixagem. Essa pode ser uma boa fatia de mercado pros modelos e celebrities. Samantha Ronson, namoradinha de Lindsay Lohan, chegou a ganhar 10mil dólares quando anunciou o fim do namoro com a atriz patricinha.

Olha o DJ-anão-de-jardim no cantinho direito

Olha o DJ-anão-de-jardim no cantinho direito

Bobos eles não são. E tem gente que paga o mico mesmo. Não tem problema, queremos glamour! Champanhe no gelo, salgados e doces, prepare o seu melhor vestido e vá!… Essa do Ronaldo Resedá passou na mente agora, só de lembrar da foto publicada na rede pelo produtor carioca Memê mostrando o que se passa na cabine de som: Jesus de braços levantados e segurando uma taça de champanhe para a galera, que parecia hipnotizada por ele, e mais no canto um DJ-anão-de-jardim agachadinho manipulando os cedejotas. Hilário! Deprimente! hahahahahaha puro humor negro… Bom, esse Jesus já sambou logo de cara.

E alemão DJ Tocadisco denunciou que no club Green Valley, em Balneário Camboriú (SC), Jesus Luz tocava um CD mixado. A foto acima tem o selo Green Valley, então a coisa foi pior, foi com DJ-anão! A prática do CD mixado deve ter sido usada no Chile, já que pela foto não se vê mais o DJ-anão-de-jardim abaixadinho atrás dos toca-discos. Catei no blog Som na Caixa: “O menino Jesus ficou nervosinho e disse — através da assessoria de imprensa, claro — que nem sequer ouviu falar do tal DJ e ainda convidou as pessoas para assistirem às suas apresentações”.

O moço também tocou no sofisticado clube Royal, em São Paulo, e parece que agradou ao público formado pelos amigos do empresário Marcos Buaiz e sua esposa Wanessa Camargo. Como eu disse antes, as pessoas pagam para estar do lado de alguém que esteve junto de uma grande estrela pop como Madonna. Como se fosse possível apreender de Jesus Luz algo que emanasse dos momentos em que ele esteve na intimidade de alguém tão conhecida e almejada. Pra saber tintim por tintim da vida do new face dá uma lida aqui no Rraurl.

E dizer, que eu li que Paul Oakenfold foi o professor de Jesus Luz nos bastidores dos shows de Madonna. Oakenfold abria os shows e em algum ou alguns deles Jesus também “atacou de DJ”. Ali começou uma carreira promissora…

Jesus Luz e Paul Oakenfold

Jesus Luz e Paul Oakenfold

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holger zilske – ‘holz’ – playhouse

Depois de lançar inúmeros EPs e tracks e remixar muita gente, Holger Zilske lançou em maio/junho seu primeiro álbum, Holz, pelo prestigiado selo Playhouse. Ele chegou em São Paulo nessa segunda (12/10) depois de tocar pelos Estados Unidos, Canadá e Porto Rico, em DJ sets e apresentações ao vivo em cima deste último trabalho, bastante elogiado pela crítica, como o review do site Resident Advisor. O projeto Smash TV está parado enquanto Holger roda o planeta divulgando Holz, e nós poderemos conferir tudo – com faixas novíssimas inclusive – no sábado (17/10) no clube D-Edge.

Holz vai para a deep house/microhouse com belos e singelos momentos. Nada de tecnêra pesada ou de minimalismo puro, mas também não pense que dá pra correr pra pista de dança. Aliás, Holger me disse há pouco que no fim do ano saem dois vinis com remixes de faixas do disco. Já estão certos remixes de Kiki, Rodriguez Jr., Dave DK e Claude Vonstroke entre outros (que conto depois porque esqueci mesmo…). Só pra lembrar, Holger é o produtor por trás dos álbuns Stadtkind, Berlinette e Thrills da top DJ Ellen Allien, que se apresenta no Brasil em novembro. Ele lança pelos selos BPitch Control, PlayHouse e Leena (subselo do Mobilee da DJ Anja Schneider).

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Quem quiser conferir um DJ set de Holger Zilske pode sintonizar na web radio Drop Kick na quarta-feira (14/10), com transmissão ao vivo, claro! No ano passado Holger tocou no D-Edge pela segunda vez e eu o entrevistei para a D-Edge TV que dá pra conferir com um click aqui.

Holger no Myspace

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fast forward

ff

Música e moda andando juntas não é novidade alguma, nem mesmo nessa inédita reunião de sons e roupas que vai rolar no Rio no final deste mês. O que é preciso dizer é que moda e música sempre (?) estiveram linkadas pela dinheirama dos ricos e pela sede fashions dos músicos em usar peles, brocados e paetês. É claro que os estilistas e seus marketeiros também vislumbram o poder midiático da música pop pra se exporem mais (e venderem mais, afinal quem não quer o modelita das estrelas do pop?).

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O tal Oi Fashion Rocks que passa pelo Rio nos dias 23 e 24 de outubro (Copacabana Palace Hotel e Jockey Club) parece querer popularizar o link moda-música, mas com ingressos entre 700 reais e 1400 reais. Pode ser pop, mas não é popular, convenhamos. Primeiro lote de ingressos foi disponibilizado para insiders da moda/música e agora estão à venda para todos. Esse modelo de ‘união artística’ já foi provado (não sei se aprovado) na Europa e Estados Unidos, de onde copiamos tudo, de música a moda. Claro que lá também deve ser um evento para poucos, afinal nem todos são ricos nos países ricos. Mas o Fashion Rocks vai colocar no palco/passarela gente cult e gente brega: Grace Jones, Mariah Carey, Estelle, Pharrel Williamns, Lulu Santos, Daniela Mercury e Wanessa (Camargo) e Ja Rule; Donatela Versace, Marc Jacobs, Calvin Klein, Givenchy, Alexandre Herchcovitch, André Lima, Lenny Niemeyer e Lino Villaventura. Nada contra as grifes selecionadas, mas Mariah Carey e Wanessa Camargo me dão arrepios!

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Enquanto tentam se popularizar mais, as grandes grifes de luxo perdem dinheiro e espaço. A Folha de S.Paulo noticia hoje: “A empresa do estilista japonês Yohji Yamamoto entrou ontem com pedido de concordata em Tóquio. O pedido ocorreu dois dias depois de a marca italiana Versace fechar suas lojas no Japão.” Por outro lado, ontem li no site brasileiro da Marie Claire que a edição americana colocou na capa uma modelo usando roupas de 49 dólares da H&M, fast fashion sueco que vende roupas baratas e com bom design (e que ainda não aportou no Brasil). A marca espanhola Zara, principal concorrente da H&M, assumiu a liderança entre as redes de fast fashion mundiais, segundo o Business Week. O segredo para ganhar o primeiro lugar é a velocidade: “the company says it can take a design from drawing board to store shelf in just two weeks. That lets Zara introduce new items every week, which keeps customers coming back again and again to check out the latest styles.” Em contrapartida, a H&M aposta em grandes nomes da moda – Stella McCartney e Karl Lagerfeld, por exemplo – criando para consumidores ‘pobres’.

Essa velocidade e associção com nomes famosos também se expande no mundo música. Alguém consegue acompanhar os lançamentos musicais? O acesso fácil às tecnologias imprime um ritmo vertiginoso de novos produtos no mercado, e quanto mais novos forem, mais apelo para o consumidor comprar mais e mais. Música e moda vão pelo mesmo raciocínio, como carros e tudo mais.

Depois disso tudo ficou aquela pergunta no ar: por que nos países desenvolvidos (digamos assim) os patrocinadores não associam diretamente suas marcas ao nome dos eventos como no Brasil? Você já viu o Nokia Sonar? Não, né? E aquelas festas Sensation que coemçaram na Holanda e chegaram ao Brasil (em abril passado), mas como Skol Sensation. Na Europa a festa também tem patrocinador, mas ele não aparece explicitamente no título do evento. Por que será? Bom, isso é papo pra outra hora.

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i ♥ techno >> boys noize – ‘power’ – boysnoise rec + crookers – ‘ilovetechno 2009’ – lektroluv rec

Essa manhã de domingo tá parecendo um chill out em casa. Domingo de manhã nublada, ouvindo techno – os novos álbuns de Boys Noize e ILoveTechno by Crookers – e curtindo o friozinho desse começo de primavera com Lua cheia. Hoje troquei cerveja por sucrilhos com leite, enquanto aguardo a roupa lavar. Mudanças, né?, como no álbum Power, do produtor Alex Ridha (que também assina como Boys Noize ou kiD Alex), que é puro techno. Techno bom, de rachar assoalho. Pode ser um pouco difícil entender o salto de Boys Noize – do electro das épocas do EP The Bomb/Boy Neu, trampolim para o estrelato via Gigolo Records em 2004, até o já clássico álbum Oi Oi Oi (Boysnoise Records, 2007) e este Power puro techno 24 quilates. Ou nem é tão difícil, vai!…

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Alex Ridha encarnou a faceta mais techno, e levou scratches (hip hop) e baixos potentes e ruidosos com vocais (electro) para um lado pesado. Techno puro e cheio de ruídos e cortes-e-recortes, que às vezes lembra coisas do selo inglês Warp e em outras descamba para um minimalismo de videogame. Para os mais radicais esse Power não supera Oi Oi Oi, mas acho que tem tudo pra virar hits nas pistas, se não é que já não viraram a essa altura. Uma sequência matadora inclui as faixas ‘Nerve’ e ‘Trooper’ (hard minimal!?), uma faixa super dançante com ares retrô de Kraftwerk é ‘Nott’, com uma voz metalizada à la ‘The Robots’ falando “I love techno’. Pra detonar corações e mentes!

Aliás, no ano passado Boys Noize foi o responsável pelo álbum mixado do festival belga ILoveTechno, que este ano ficou a cargo dos Crookers. Ambos percorrem caminhos parecidos neste novo universo da eletrônica que liquidifica tudo e não soa estanque.

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Crookers compilou e mixou o álbum do 14˚ ILoveTechno, festival belga de grande reputação – onde assisti em 1999, pela primeira vez, a Sven Väth enlouquecendo uma das pistas gigantes no Expo Flanders, na medieval Ghent, também terra natal dos 2ManyDJs. Esse trabalho para o ILoveTechno é dançante e inspirado, os italianos Crookers – Andrea Fratangelo ou Phra e Francesco Barbaglia ou Bot – levam o techno para universos que incluem hip hop, funk carioca e maximal. Barulho alto, levada funky e 4×4 estão em faixas de gente como Photek, Jahcoozi, Zomby, Jesse Rose, Metronimy (Micachu remix), Deepgroove e outros nomes novos que fazem com que a mixagem/compilação dos Crookers consiga fluir de forma interessante e com bons links. Quem foi ao ILoveTechno em  1999 pra ver o techno pesado de Surgeon, Jeff Mills e Derrick May como eu, vai sentir as diferenças e os caminhos que a eletrônica percorreu até chegar a essa liberdade estilística de sons que vêm do maximal, electro, breaks, grime, funk e o que mais o freguês quiser. Super recomendadado!

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Por falar em ILoveTechno,  Crookers e Boys Noise são headlines do festival que rola no próximo dia 24 de outubro. Daria tudo pra ir lá conferir ainda Dave Clark, Tiga, Simian Mobile Disco live, Paul Kalkbrenner live, Vitalic live, Buraka Som Sistema live e Laurent Garnier (que em novembro vai a Porto Alegre tocar num festival só com artistas franceses, depois conto mais) entre muitos outros. Pelo jeito o festival tem tudo pra ser uma boa plataforma com vista para o que novos e velhos caminhos do techno podem gerar em breve. Bem mais interessante que o Creamfields portenho, que acontece em novembro e puxa para o minimal e prog; mas única opção decente de festival eletrônico na América do Sul. Ou se vai a Buenos Aires ver/ouvir Ellen Allien, Loco Dice, Guy Gerber, Dirty Vegas, Marco Carola, 2ManyDJs, Orbital, David Guetta entre outras estrelas que já despontaram em terras brasileiras, ou fica-se em São Paulo para os festivais Maquinaria e Planeta Terra. Alguns dos que irão à Argentina passarão pelo Brasil dispersos em clubes, mas que reunidos reunidos dão um bom caldo, né? Fico aqui pra ver Sonic Youth ou vou pra Buenos Aires em 7 de novembro?

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