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prato cheio

A semana começou com show de lançamento do primeiro disco da banda paulistana Stop Play Moon ontem (segunda). Muitos amigos curitram o show, que foi bem bacana e teve duas músicas inéditas no meio. Hoje (terça) tem a abertura da 29ª Bienal de São Paulo, mas sobre ela eu vou contar noutro post. Depois vou na Lôca dar um beijo no Zé Roberto Mahr, lenda viva do underground carioca que, aliás, me concedeu uma breve entrevista por e-mail que segue abaixo.

+1teko –  Você tem uma bagagem musical e tanto, então o que você tá curtindo hoje em dia? Eletrônico? Rock?…
ZRM –
Desde que comecei a ouvir e trabalhar com música, gosto muito de rock e música eletrônica, de diferentes décadas. Sempre pesquisando e me atualizando constantemente num ritmo frenético.

+1teko –  O que vc anda aprontando no Rio? Está produzindo música? Onde tem tocado?
ZRM –
Atualmente toco aos sábados no 00, numa noite que está completando 4 anos.  Na NUTH da Barra toda quarta, e outras festas.

+1teko –  Está em alguma rádio? Que programas de rádio vc indicaria?
ZRM –
Atualmente dei uma pausa em rádio mas já estou me preparando para voltar, adoro rádio!!!

+1teko –  Quais as 5 músicas do teu case que mais bombam?
ZRM – Two Door Cinema – “Something good can work” (remix)
Faze Action – “I wanna dancer” (remix)
The Ones – “Flawless” (remix)
Basemente Freaks – “Disco life”
Lindstrom & Christ Abelle – “Baby can´t stop”

+1teko –  O que podemos esperar para a noite de terça no Tapa na Pantera?
ZRM – Esta é uma noite muito especial… vou levar muiiiitos discos, farei um set de vinil, com músicas de diferentes épocas e com certeza vou botar a pista pra ferver!!!

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Continuando a saga da semana, na quarta-feira tem show da banda Miike Snow. É a primeira apresentação no país do grupo sueco-norteamericano formado há três anos, cujo nome é um tributo ao diretor de cinema japonês Takashi Miike. O trio já produziu trabalhos de Madonna, Kylie e Britney e alguns DJs/produtores remixaram músicas da banda que ficaram muito boas, como Fake Blood, Crookers, Tiga, Cassius, Riton Alexkid, Sinden, Felix Da Housecat, entre outros. Miike Snow tem alguns EPs e singles e um álbum homônimo lançado em 2009. O show em São Paulos será no Estúdio Emme, em Pinheiros. Estão marcados shows no Rio de Janeiro, Porto Alegre, Buenos Aires e Santiago do Chile.

Na quinta, a festa Moving no club D-Edge traz mais uma vez o DJ norte-americano Claude VonStroke! Os sets do cara são sempre muito pra cima e ele mistura de tudo, com ênfase em disco e house. Claude VonStroke é na verdade Barclay Crenshaw e é o homem por trás dos selos Dirtybird e Mothership, que têm em seus casts gente como Minilogue, Italoboyz, Rodriguez Jr. e Catz ‘n Dogz. Abaixo um vídeo/matéria da revista XLR8R com Claude VonStroke e abaixo tem videoclipe da música “Who’s afraid of Detroit”.

Sobre sexta-feira e o final de semana ainda não vi o que vai rolar…

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sábado 18/7 > atomik ref. bowie

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tapa na pantera de minas

Minas Gerais tá que tá aqui nesse blog, hein? E hoje tem a Daniela, da dupla Digitaria, discotecando loucurinhas na loucurama da Tapa na Pantera @ A Lôca. Se joga pra lá que ainda tem o promoter-DJ Nenê, os DJs Edu Corelli, Click e Black O’Neill. Tem um flyer que dá desconto no site da Lôca e no Flyer Bar (rua Peixoto Gomide 67, pertinho da Lôca).

Daniela Caldellas em momento Digitaria, no D-Edge, por Fábio Tavares

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é fantááásticooooooooooooooo

A semana terminou finalmente hoje, domingo, às 11h da manhã no Vegas. Depois de passar pelo Flyer, A Lôca e D-Edge. E fui outras duas vezes no D-Edge na semana passada.

Lalai e Philip A @ Crew @ D-Edge / foto Renato Salles

Terça fui conferir a euforia nu-rave tão comentada da festa Crew da querida Lalai, Fabiano, Philip, Lúcio… e um tralalá de gente. Tava animadíssima, como imaginei, e encontrei os Mixhell Layma e Iggor e Max, porque o Max Blum é o produtor por atrás do casal Cavalera. Zé Gonzales, outro crewer, me disse que o disco do projeto NASA sai em 2 meses. “Já demorou quase 5 anos, então 2 meses não é nada, né?”, me disse ao final. Nasa é um projeto de Zé Gonzales aka Zegon, que foi DJ do Planet Hemp, com o americano Squeak E. Clean e significa North America South America. Eles gravaram com gente como David Byrne, Lovefoxxx, MIA, Karen O, Tom Waits, George Clinton, Seu Jorge… Tá curioso como eu? Temos mais uns meses pela frente… E o povo do Bonde do Rolê estava lá também: as duas novas vocalistas Ana e Laura se jogavam na pista, Gorky atacou de DJ e Pedro estava gravando um programa pra MTV. De lá ainda dei uma passadjinha na Lôca pra conferir o Tapa na Pantera e xoxei meio mundo com o Nenê Krawitz, promoter da festa, como de costume. Rimos um bocado! Acabamos no bar da sinuca, na rua Augusta, com a Michael Love tomanda a última cerveja antes do café-da-manhã. Pena que o Eclético’s, aka bar da Marinete, tava vazio e não encontramos o Otto pra um costumeiro papo cabeça.

Self portrait com Nenê
Digitaria live @ Cio @ D-Edge / foto Bruno Mooca

Na quarta voltei semi-destruído ao D-Edge para ver o novo show do Digitaria, agora reduzido à dupla Daniela e Danihell. Eles passaram aqui em casa pra um drink com DJ Atum. Fomos passar som no clube e daí eles gravaram entrevista com Renato Lopes para o próximo programa See the Sound. Mais tarde eles mostraram um bom live p.a., mais eletrônico, ainda com sotaque electro (mesmo que eles neguem) mas com timbres minimalistas. Nem por isso menos dançante como confirmaram os clubbers na pista de dança. O segundo álbum do Digitaria está a caminho e com produção/finalização de Xerxes aka XRS que já produziu com Patife, Marky, Fernanda Porto e Drumagik. Diz que o Xerxes montou um estúdio em Belo Horizonte e está cheio de trabalhos.

Obra de Rick Castro

No sábado dei uma passada na frente da galeria Polinésia (site desatualizado!), onde estava abrindo exposição do Kléber Matheus com sua neon art. Eu nem entrei na galeria! Na rua estava ótimo! Emy Pimenta, Maria Monteiro, Rodrigo Editore e Ricardo Trevisan, que já convidou para o vernissage de Rick Castro na sua galeria Casa Triângulo na quinta 17. Pra mim, o melhor foi saber que o Ricardo adora o trabalho do Schwanke, artista de quem estou fazendo um curta agora em fase de roteiro e fim do mês já começa a edição. Mas voltando à exposição… vou na semana ver os trabalhos do Kléber, que como Rick, é da turma abravanada de Dudu Bertholini e Rita Comparato e Lau Neves e Rodriguinho Garcia Dutra (que cruzei saindo do Vegas às 8 da manhã de domingo, e sem óculos escuros!) e muitos outros que curtem cores e estilos com perfume oitentista; bom, Dudu e Rita são os magos da grife Neon e atuais criadores da Cori’.

Já perdi o fôlego e nem falei do incrível show do Cobblestone Jazz, grupo de Mathew Jonson que tava bem bebinho no fim da festa no D-Edge. Uma mistura chic e fina de techno minimalista com jazz que me jogou na pista com os inúmeros amigos que passaram pelo clube. Luxo! Pra quem não sabe, cobblestone é aquela pedra de rio que serve de pavimento de ruas nas cidades antigas. As fotos do festerê e dos outros festerês citados aqui você confere no site D-Edge.

         

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confessionário

Jesus (não sei quem é, mas não é o Cristo) perguntou ontem aqui no post sobre o Tetine se eu realmente gosto do som da dupla. Confesso que não gosto e nunca gostei. Aliás, esqueci de dizer isso no post de ontem. Mas como a notícia era fresquinha e achei engraçada a versão do Cansei de Ser Sexy resolvi avisar aos meus leitores, que não precisam necessariamente ter o mesmo gosto que eu. Acho o Tetine uma espécie de armação que só rendeu mesmo quando foi viver em Londres e passou a oferecer aos gringos releituras pobres de funk carioca. Ou alguém ouviu e curtiu os discos anteriores lançados no Brasil? Pós-punk fraco, eu digo. Pós o quê? Também achei fraquinho o vídeo do Rodriguinho Dutra para a dupla.

Essa coisa de ser brasileiro e ter autoridade para fazer funk carioca é mesmo um longo papo. Bonde do Rolê é outra bobagem feita por brancos classe média de Curitiba (pode?!) que vende bem no exterior e aqui no Brasil encontra simpatia de adolescentes que gostam de palavrão, mas preferem uma branquinha fofinha no palco a uma Deize Tigrona ou Tati Quebra-Barraco descendo o pau e com cara de empregada doméstica. Uma pena que ainda tenhamos de passar por isso, mas aí está o racismo brasileiro também.

Em Berlim peguei um flyer de uma festa bem absurda, como o próprio flyer. Era uma festa meio brazuca estrelando ninguém menos que o camaleão gaúcho Edu K, intitulado no flyer “the legend of funk carioca”. Tá, meu bem? O flyer trazia a imagem de uma garota de biquíni no Rio com cabeça de arara! Edu K teve seu ápice com a banda Defalla nos anos 80 e depois descambou tocando heavy metal, rock, farofices e agora funk carioca.

l_152af598d81e2d376f260fe7848d500e.jpgAgora, falando do verdadeiro funk carioca… A Deize Tigrona, que eu adorei quando a vi no Tim Festival há uns 2 anos no Rio, me contatou via myspace. Ela quer tocar no D-Edge antes de embarcar para Europa em junho. Será que o Renato Ratier vai arrumar uma vaguinha pra ela lá? A turnê da moça inclui o Rock in Rio Lisboa. Por que não o chamam de Rock in Lisboa ou Rock in Lisbon? Essa é outra história que rende muito pano pra manga. No myspace da Deize dá pra conferir a nova “Bandida”, lançada recentemente por Diplo com os vocais, é óbvio, da Deize.  

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Se você prefere disco music a funk carioca, a dica de hoje é a festa Tapa na Pantera, n’A Lôca. Meu amigo Nenê, promoter da festinha, abre a noite que marca a comemoração de aniversário do DJ Atum (nhac! nhac! nhac!). Ele tá preparando um set leftfield retrô disco pra arrasar a pista. De quebra tem a chic Leiloca Pantoja e suas pérolas da disco, mais Johnny Luxo e DJ Click. Se a Alisson Ghotz aparecer montada a festa será completa!

1.jpgDJ Atum em Amsterdã (nov/07)

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