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entrevista exclusiva – faze action rodando pelo país

O burburinho em torno da nu disco, que já anda a passos largos no país com bons produtores e forte intercâmbio com Europa e EUA, ganha mais combustível com as apresentações da dupla inglesa Faze Action. Nessa semana, os irmãos Simon e Robin Lee aterrissaram no país e já se apresentaram no Rio (00) e Belo Horizonte (Deputamadre), agora só falta a gente aqui em São Paulo (Hot Hot) conferir porque os caras são tão falados no mundo (da disco music) afora. Anota: sábado 23/10 no Hot Hot!!!

Entre os hits do Faze Action está a contagiante “I Wanna Dancer”, que saiu no último álbum deles – “Stratus Energy” (2009) – que no vídeo abaixo é tocada com banda completa em festival na Croácia.

Nesse primeira turnê pelo Brasil, Faze Action é acompanhado por Renato Cohen, que (quase) deu um pontapé no techno e meteu o pé na disco no álbum “18 Billion Drum Kicks” (2009).

Cohen e Faze Action

ENTREVITA EXCLUSIVA – A seguir uma entrevistinha exclusiva com os irmãos Simon e Robin que só o +1teko tem! Aqui eles contam que acabaram de fazer uma saraivada de remixes, inclusive pra Hercules & Love Affair, estão produzindo álbum novo, como conheceram Renato Cohen e de quebra dão uma listinha de 10 músicas pra bombar qualquer pista!

+1teko – É sua primeira vez no Brasil, eu ouvi um podcast de vocês no site Juno que anuncia a turnê brasileira com bastante entusiasmo. O que vocês esperam encontrar no Brasil? O que sabem sobre o Brasil “não-folclórico”?

FANós não sabemos o que esperar aqui no Brasil, como é a primeira vez que tocamos aqui. Estamos esperando o inesperado. Realmente esperamos uma festa com ótima música. Gostaríamos de saber mais sobre o Brasil “não-folclórico”.

+1teko – Nas três festas no Brasil, vocês vão tocar ao vivo ou dj-set? Vão tocar mais para lado da disco/nu-disco ou mais house? Existe uma fronteira entre eles?

FA – Nas três festas, vamos fazer dj-set. Vamos tocar músicas que amamos, que poderia ser um disco de rock ou de house,  qualquer coisa que vá para o tão falado gênero Disco hoje em dia.

+1teko – Todo mundo quer saber: novas faixas estão chegando? Quando? O quê?

FA – No momento estamos produzindo o próximo álbum. Será lançado em abril.  Nesse meio tempo, acabamos de fazer um monte de remixes pra gente como Hercules and Love Affair, Sedgley Max e 56 Claremont.

+1teko Como conheceram Renato Cohen, um bem-sucedido technohead que caiu no disco?

FA – Nós o conhecemos no Calígula em Londres, que é um lugar bem conhecido por ter uma política musical bem open minded e reúne uma galera extrovertida. Estamos realmente ansiosos para tocar com ele.

+1teko Poderiam nos revelar o Top 5 em seu i-pod? (Faixas novas e antigas!)

FA – Coisas novas:

1. Faze Action Remixed – lançado agora no Juno Download, incluindo mixes de Boogie Central e The Revenge (FAR).
2. Bottin feat. Tinpong – New Religion (Pete Herbert Remix) (Nang)
3. Midnight Rudy’s Machine – Open to Your Love (FAR)
4. Maxi and Zeus – Mz Medley (Internacional Feel)
5. Jay Shep – Parellel Percusion (Retrofit 3)

Coisas velhas:

1. La Bionda – I Got Your Number
2. Connie Case – Get Down
3. Rafael Cameron – Together
4. Extras – Haven’t been funked enough
5. Ian Dury and the Blockheads – Wake Up And Make Love

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+1teko

Aqui neste link dá pra baixar a música “Venus and Mars”!

Na semana passada recebi o EP do projeto Rudy’s Midnight Machine, que é o próprio Faze Action mais eletrônico. O EP chama-se “Open Your Love”, que é a faixa-título que vem em duas versões e abaixo dá pra ouvir a original (o som lembra Glocal); e tem ainda “Dib Dab” e “Street Museum”.

Faze Action flertando com Brasil – Outro EP com remixes para faixas da dupla saiu há pouco tempo e também pelo Faze Action Records. Esse 14º lançamento do selo traz remixes para as faixas “I Wanna Dancer”, “Starship” e “Danae’s Journey”. Destaque para a última (que dá pra ouvir logo embaixo) que foi remixado pelo projeto Boogie Central, que é nada menos que a associção do DJ, produtor e apaixonado por disco music Benjamin Ferreira e o break-boy Érico Theobaldo (aka DJ Periférico). Pra dar aquele toque brasileiríssimo na track, Benja e Erico inserem elementos de percussão e um coro ou órgão que lembra as canções de Carmen Miranda. A resenha que a gravadora me mandou diz: “Balearic Brazilian disco classic”. Só pra lembrar: começando pelo coletivo desbravador eletrônico Cotonete, Benjamin veio de Belém piquinininhu e ganhou espaço nas pistas de São Paulo com sets bem apurados de house, disco e rare grooves; Érico é mentor do projeto deep tech Telephatique, que já tocou com Tricky, e também do drum’n’bassy Autoload.


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clubbing; adultnapper

Vai dar pra se jogar numa baladinha clubbing nessa semana. Tem o sotuuurno grooovado Adultnapper no Hot Hot. O som é tech house cool, no-bombator pliz! E é novidade no Brasil, é a primeira vez que o novaiorquino techno freak Francis Harris, o Adultnapper, se apresenta por aqui. Além disso, acho que ele vai mostrar um som bem diferente do que temos ouvido aqui nos últimos tempos – a escola berlinense, um povo pós-maximal, alguns ruídos das redondezas de Ibiza. Estou gostando de prestar atenção na eletrônica que vem dos EUA.

USA – Seth Troxler, no mesmo Hot Hot, uns meses atrás foi incrível. Assim como é incrivelmente bem construído o CD-mix BoogieBytes Vol.5, com interferências de Troxler falando e muitos climões, muitos tempos diferentes num set de uma hora e tanto.E tem umas noites do D-Edge com DJs norte-americanos que jamais vão sair da minha memória, assim espero! – o live Audion de Mathew Jonson, e depois o próprio Mathew discotecando, Cobblestone Jazz, Heartthroble, Steve Bug… Pena ter perdido Claude VonStroke e Kate Simko… 😦 E já to indo pro Jeff Mills! E acho bom eu não me empolgar muito!

Agora no comecinho de julho sai mais um EP do tal Adultnapper, pelo selo Poker Flat. Pois é, e lá no site da egência dele tem o seguinte texto sobre o EP: “Slowly is a typically spooked out 2 tracker from the East Coast‘s master of the dark and funky arts.” Vou conferir!!! … o novo EP e sexta 25 no Hot Hot. Já vai curtindo o sample de Slowly enquanto isso; Francis também não tá com tanta pressa…

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WHB SPM

WHB

Hoje escrevi sobre We Have Band e amanhã escrevo sobre Stop Play Moon. Vão sair na Mixmag em junho. Faz algum tempo que não paro de ouvir os discos das duas bandas, a primeira é o novo hype em Londres (e no mundo todo, vai!) e a segunda é o paulistano ultra cool que lança o primeiro álbum semana que vem.

O mais interessante – pelo menos pra mim – é que as duas bandas se apresentam semana que vem no club Hot Hot, aqui em SP. Na quarta 26 tem SPM com suas canções intrigantes do primeiro disco (homônimo) e no dia anterior, terça 25, será a vez de WHB nos presentear com um showzinho caprichado levado na onda desse álbum “WBH” que saiu em abril. Não vou perder por nada!!!

SPM

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seth troxler -> entrevista exclusiva + cd mixhell + kiriDJinha

Seth Troxler dá uma passada no D-Edge. Foto: Fábio Tavares

Seth Troxler passou uma semana no Brasil, foi a primeira visita do americano ao país. Na sexta-feira (19/2) ele aterrissou em São Paulo para apresentação no club Hot Hot. O set dele teve muitos bons momentos e alguns com pouco punchy, mas conseguiu levantar a pista cheia com uma mistura de tech house e minimal techno basicamente. Seth respondeu algumas perguntas, que seguem abaixo, e antes de tocar no Hot Hot e depois no táxi indo pro D-Edge ele se mostrou um cara muito engraçado e aberto, e surpreso com a qualidade dos clubs paulistanos.

Seth Troxler deixou Chicago e está vivendo em Berlim, a seguir ele fala da mudança e um pouco mais.

+1teko -Por que é tão importante hoje em dia cruzar o Atlântico e estar em Berlim?
Seth Troxler – É sempre importante trazer e levar idéias, é assim que cena global é criada. Todo o mundo está em Berlim, mas a cena de Berlim não é o que era. E de certa maneira eu acho que Londres é o novo lugar. É tudo mais fresco, há muitos novos produtores realmente entusiasmados e que sabem muito sobre dance music, e realmente querem fazer algo cool. O tempo em que os caras de Berlim eram jovens e entusiasmaram ao fazer algo novo está um pouco no passado, hoje eles têm carreiras consagradas, e existe mais de um centro [musical] agora.

+1teko – Você acha que a sua música (DJ set e produções) estaria diferente se você estivesse nos EUA ainda?
Seth Troxler – Acho que a música que você faz ou toca depende de onde você é e está. Toco diferente em cada cidade, e a música que eu faço vem de minha disposição e experiências. Se estivesse vivendo aqui [no Brasil] minha música seria diferente também.

+1teko – Onde você vai pegar novas referências para a sua vida? Que pistas pretende seguir?
Seth Troxler – Acabo de me enamorar um pouco, então essa é uma pista que estou tentando seguir.

Vale a pena lembrar que foi lançado hoje (22/2) o CD Boogybytes Vol.5 mixado por Seth Troxler para o selo BPitch Control. Troxler costuma lançar pelos ótimos selos Ghosthly International, Wagon Repair e Crosstown Rebels. Você pode encontrá-lo no Myspace ou mais facilmente no FaceBook.

Seth Troxler no Hot Hot. Foto: Lucas Satti.

* * *

Iggor Cavalera e Laima Leyton em ação no bar secreto

Antes de me jogar no Hot Hot, que estava bem cheio, passei no bar secreto para conferir o lançamento do primeiro CD do MixHell. Laima, Iggor e Max Blum estavam lá recebendo os amigos e Laima me contou que estava superfeliz porque Liam Howlett, cérebro produtor do Prodigy, havia enviado algumas tracks pra eles escolherem e remixarem. Tá bom, né? Mas antes disso a dupla, que na verdade é trio, remixou uma faixa do Moby, com quem Iggor vem conversando para o MixHell abrir algum show da turnê do americano que passa pelo Brasil em abril. O CD do MixHell é uma compilação mixada de faixas inéditas e outras mais antigas que a dupla vem tocando com sucesso pelo mundo. Afinal, li na DJ Mag brazuca, edição de dezembro 2009,  que eles ficaram apenas 20 dias em casa aqui no Brasil, o restante foi só viagem. As músicas do disco passeiam pelos sons altos do maximal com levadas de berimbau, samba e outras sonoridades. Tudo muito bem produzido pelo Max, que é o cara que dá o toque especial nas produções do MixHell. Iggor disse que cada vez mais vem colocando a bateria acústica nas novas produções e que no final do ano devem lançar um álbum só com faixas novas. Já estamos esperando. Pra saber mais sobre o CD do MixHell aguarde a Mixmag que sai dia 15 de março.

* * *

Amanhã (23/2) tem festinha nova que eu e Atum inventamos de fazer no bar Volt, como vocês podem perceber pelo flyer acima. kiriDJinha é uma gozação que todo mundo fala pros amigos e amigas, uma bichice qualquer, mas um afago não um xoxo. Quer dizer, pode até virar xoxo… Mas não é o caso, tanto que convidamos o não menos famoso DJ Mau Mau, kiridjinha nossa de longa data, pra inaugurar a festinha. Na verdade as festas no Volt são um esquenta, uma happy hour que começa às 21h (o bar abre às 20h) para amigas/os kiridjinhas se colocarem nos drinks e partir pra outros lugares mais tarde. A ideia musical dessa festa – uma coisa bem difícil de inventar atualmente porque parece que já fizeram de tudo nesse mundinho noturno – é colocar o DJ convidado para tocar coisas do tipo que ele canta no banheiro, ouve no i-pod ou no rádio. Estou louco pra saber o que Mau Mau vai levar no case! Vamos tocar com discos de vinil!

O drink da noite é Red Razz (Bacardi razz, suco de limão, framboesa e suco de cramberry) a R$13. Não paga nada pra entrar no Volt e a festa deve acabar por volta da 1h/1h30. A próxima kiriDJinha a levar suas preciosidades é Renato Cohen, mas ainda não tenho a data fechada.

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seth troxler por aqui

O Carnaval terminou e a agitação continua a toda na paulicéia desvairada (eita, essa tirei do baú). Amanhã (sexta 19/2) tem apresentação imperdível de Seth Troxler no Hot Hot. É a primeira vez que ele vem ao país e logo mais publico entrevista exclusiva aqui no blog. Troxler ficou entre os 10 DJs mais votados como melhor de 2009 no site Resident Advisor e faz parte da turma americana que se mudou pra Berlim. No dia 8 de março sai a compilação que ele fez pro BPitch Control, Boogybytes Vol. 5.

Mas antes de vazar pro Hot Hot vou conferir o lançamento do primeiro disco compilação da dupla MixHell, no bar secreto. Ainda não tenho detalhes nem ouvi o disco, mas disseram que já me enviaram…

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a longa demora para ir embora


Uma das coisas mais irritantes nos clubs paulistanos (pelo menos nos que frequento) atualmente são as filas para sair. A entrada até que está um pouco mais ágil fora do horário entre 1h e 2h, mas a saída é um drama. Filas quilométricas se estendem club a dentro, atrapalhando inclusive a circulação. A demora no pagamento da conta é o  novo gargalo de bem-estar na noite paulistana. Um dos causadores pode ser o pagamento com cartões. Talvez seja mais fácil os donos de club mudarem o sistema de pagamento de bebidas e entrada. Que tal fazer como na Europa que a gente paga a entrada ao entrar e as bebidas, no balcão na hora do consumo? Ah! Tem muita gente pagando com cartões… Esse é um ponto nevrálgico para nós acostumados a não termos dinheiro no bolso, mas um cartão de plástico. E como os bancos 24h não funcionam durante as 24 horas, com raríssimas exceções, ficamos a mercê do dinheiro plástico.

O antigo sistema de comprar fichas de bebidas que o club Vegas usava parecia uma boa saída, mas não vingou. Não sei o porquê dele ter sido substituído… Hoje, frequentemente tem-se de enfrentar uma fila que desce até a pista de dança no porão do club. No D-Edge e no Astronete a fila invade os bares e o empurra-empurra é certo. Na Lôca continua o sistema de cartela onde o barman assinala o seu consumo, que é basicamente o mesmo que ter um cartão magnético. A fila pra sair em determinados horários é a mesma que nos outros estabelecimentos, como no Studio SP e no bar Volt, por exemplo.

O club Hot Hot usa um sitema parecido ao das fichas compradas antecipadamente, mas usa um cartão magnético recarregável, como o do transporte público de São Paulo. O sistema livrou o club das insuportáveis filas pra sair, mas a entrada no club continua descontrolada, com empurra-empurra e muita confusão devido a demora das hostesses pra encontrar nomes em listas de desconto infinitas (como acontece em todos os clubs paulistanos) e pela demora dos caixas para anotar os dados do cliente. Voltando ao assunto da saída dos clubs, o sistema do Hot Hot ainda provoca filas nos bares e caixas para comprar créditos, mas é menos demorado. O melhor é que na hora que a sua bateria acabar você sai do club, pega o táxi e vai pra cama (ou pro chill out), sem ter de ficar esperando insuportável meia hora (ou muito mais) para fazer o pagamento da conta.

Afinal, qual a melhor maneira pra não se embrenhar numa fila de saída de club? Pagar o cartão antecipadamente, pagar cada bebida com dinheiro vivo, ou prestar atenção na movimentação e correr pro caixa antes que a multidão resolva ir embora?

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pipoca – novos clubs no circuito

Finalmente as novidades noturnas começaram a pipocar em São Paulo desde a abertura do club Hot Hot. Babado e confusão já marcam a entrada no novo clubinho e espero que isso passe logo. E que logo abram o Alberta e o Lions Club! Os dois estão bem próximos do Hot Hot – o Alberta fica quase na esquina da Avenida São Luiz com a rua da Consolação, e o Lions está na esquina da Avenida Brigadeiro Luis Antônio (bem no início dela) com o viaduto Maria Paula (que vai dar na catedral da Sé).

Em conversa com Facundo Guerra, sócio do Lions, soube que a reforma do club está a todo vapor e 80% dele estará pronto até o começo da próxima semana. A correria é porque a Ellus fará uma festa no local durante a semana que vem, no meio da São Paulo Fashion Week. O garoto propaganda da marca de jeans wear agora é Jesus Luz, que por contrato também tocará na tal festinha. (Ele ou o DJ-anão-de-jardim como você leu aqui?) O club deve abrir em fevereiro; pelo ritmo das obras, Facundo acha que antes do carnaval já terá o club prontinho. A varanda será o hit do Lions, que vai escolher seus “sócios” que terão prioridade na casa. Nas noitadas, só depois de eles entrarem e se sobrar espaço entrarão os demais clubbers.

O Alberta é projeto de Noemi e Claudio Medusa, donos do Astronete, com Ivan Finotti e deveria abrir em janeiro, mas não tenho notícias de quando realmente abrirá. O que se especula é que abra apenas depois do carnaval enquanto o Astronete (na região da Baixo Augusta) passa por reformas e reabre na próxima semana. A expectativa é que a vibração das noites divertidas regadas a rock do Astronete migrem pro Alberta, como opção pra quem está no circuito do Centro.

Protótipo virtual do club Blue Coast, em SC

Fora de São Paulo a novidade é o club Blue Coast, na praia do Estaleirinho em Balneário Camboriú, que inaugura amanhã (16/1). Já tinha adiantado aqui a abertura de mais este super club aqui no +1teko. O club deve disputar as atenções do público com o consagrada Warung, que também fica numa praia próxima e linda, a Praia Brava em Itajaí. E o Blue Coast já começa com atrações que fizeram fama no Warung – os ingleses Layo & Buschwacka! e o trio Life is a Loop (Leozinho, Fabrício Peçanha e Rodrigo Parcionik). Os brasileiros são residentes do Warung e pude conferi-los em apresentações separadas – Peçanha no dia 1/1/2010 e Leozinho & Parcionik em outra ida ao club há alguns anos. Eles levantam o povo na pista! Layo e Buschawacka estão em turnê pela América do Sul para lançamento do CD Shake It Brasil (saindo pelos selos ST2 e 3Plus), que traz um bom mix de tech house com sabor minimalista.

O Blue Coast está “encrustado em uma região isolada circundada por rica Mata Atântica de frente para o mar”, diz o press release. O estilo da casa é mediterrâneo e “a pista de dança localizada em frente ao Oceano Atlântico tem fundo infinito, criando um clima mágico e surreal jamais visto antes em nenhum outro clube no Brasil”. Só essa referência já me faz curioso sobre o novo empreendimento no litoral da região de Balneário Camboriú, que é cheio de bons clubs há muitos anos e ponto mais antenado com a night life internacional em Santa Catarina. E o Blue Coast já anunciou seu próximo convidado gringo, o DJ iraniano-americano Sharam Tayebi, parte do duo Deep Dish. O som deve ficar mesmo na linha house e progressive, que é o som que realmente pega naquelas bandas da ensolarada costa azul catarinense.

Amanhã (16/1) também tem day party lá em Camboriú, no fervido Parador Beach Club, também na praia do Estaleirinho. Quem se apresenta por lá e o DJ Ravin, do Buddha Bar de Paris. A partir das 14h dá pra se jogar na praia – ou na piscina, não sei ao certo – ao som de um dos nomes mais destacados do bar top fashion parisiense. É o melhor programa pré-Blue Coast.

Local onde está sendo montado o club Blue Coast, esta imagem é do club que já foi desmontado

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