Arquivo da categoria: Moda

all star

Sabe quem é o cara na foto abaixo?

Este aí é o jogador canadense de badminton, um esporte pouco difundido no Brasil. Ele também foi o criador do famoso tênis da marca Converse (foto abaixo), exemplo de design com aceitação mundial desde 1935, quando foi desenhado pelo próprio Jack Purcell. O modelo se tornou ícone fashion e até James Dean usava um par desses. E quem nunca teve um modelito desses?

Para festejar o sucesso da marca no Brasil, vai rolar  a festa “Jack Purcell in The Garden”, no Clube Nacional (Rua Angatuba, 703 Pacaembu, São Paulo) sábado (2/4) das 16h às 21h sábado. A DJ convidada pra animar a turminha é a stylist Lara Gerin, que desfilará seus hits prediletos dos anos 80 e 90.

 

1 comentário

Arquivado em Entretenimento, festa, Moda

viagem marcada; visibilidade na blogsfera

Começo a semana com viagem marcada pra Floripa no fim de agosto pra rever a família e amigos, e descansar um pouco da loucurama de São Paulo, comer uma tainha assada e curtir a praia com o bom e velho Vento Sul que sopra na Ilha de Santa Catarina . E ainda ver como anda o livro “Schwanke – a seriação iluminada” sobre o artista joinvilense Luiz Henrique Schwanke, que deve ser lançado em setembro.

O primeiro livro sobre o artista que foi o mais importante da Geração 80 em Santa Catarina será distribuído para bibliotecas municipais, escolares, de universidades e museus catarinenses, já que o projeto tem apoio cultural do Prêmio Edital Elisabeth Anderle (do Governo de SC). O Instituto Schwanke também está apoiando o projeto que tem como linha de investigação a repetição ou seriação em diferentes aspectos na obra do artista. A coordenação editorial é da Kátia Klock, que assina a edição comigo e a com a editora de arte Vanessa Schultz. O livro terá encartado dvd com o documentário “À Luz de Schwanke” que co-dirigi em 2008 com produção também da Contraponto.

Esperamos fazer um lançamento em São Paulo também, na época da Bienal, já que temos texto de Agnaldo Farias, um dos curadores da mostra na qual Schwanke participou em 1991. Os críticos de arte Fabio Magalhães e Frederico Morais e a jornalista Néri Pedroso também terão textos publicados no livro, que contará com croquis, anotações, bilhetes, projetos, fotos e reproduções de obras de Schwanke, como o famoso “Cubo de Luz” montado na 21ª Bienal de São Paulo, em 1991.

Cubo de Luz, na 21ª Bienal de São Paulo, 1991

* * * * * * *

Blogsfera – Não é que pra minha total surpresa o +1teko é destaque hoje no blog SuaVerdade, da marca de jeans Iódice!? Fico superlisonjeado com o texto elogioso. Você leu aqui sobre a nova coleção da Iódice, eu garanto que o jeans é muito bom. E recentemente recebi em primeira mão algumas fotos do making off do editorial da nova coleção de verão da marca. O tema ‘água’ inspirou o fotógrafo Jacques Dequeker, o o stylist Giovani Frasson e o maquiador Max Weber. Os modelos são gente como a gente, segundo a assessoria da grife: as gêmeas Bia e Branca Feres, Lucas Corduro, Taina Barrionuevo e Camila Fremder. Não sei se são tão assim parecidos com outros mortais, mas é gente que faz e aparece.

,

* * * * * *

Blogsfera 2 – O ótimo DeepBeep publica hoje página com Johnny Luxo, lendária figura clubber, na seção Mixtape. O set da fofa tá babadu!!! Texto e entrevista minhas. A Johnny dá um xoxo na moda brasileira e elege “A Roda”, da Sarajane, como novo velho hit de verão!!! Adoro colaborar com o DB, um dos blogs mais bacanas sobre música no país.

3 Comentários

Arquivado em artes plásticas, internet, literatura, Moda

comprar de graça é não comprar

A terça-feira (22/6) amanheceu fria e úmida em São Paulo. Acordei cedo, tomei café-da-manhã e fui conhecer uma loja que não cobra nada pelos produtos à mostra dos fregueses. Isso mesmo! Escolhe-se até cinco produtos por visita, registra-se na conta virtual, depois responde-se no site um rápido questionário sobre cada produto adquirido. E todo dia pode-se ir até lá pegar mais produtos (não repetidos). Tem de tudo de marcas famosas ou não: macarrão instantâneo, chá enlatado, cremes, perfumes, salgadinho,  comida de cachorro, sorvete, pão, sucos, fita dental, cola… Alguns são lançamentos recentes, outros ainda não estão no mercado; uns testam novos sabores, outros, avaliam novas estratégias para alcançar o consumidor.

Mas afinal, comprar sem pagar é não comprar, né? Por isso, a primeira leva de consumidores – blogueiros e jornalistas, que eu saiba – a estrear entre as gôndolas da loja Sample Central (Rua Augusta 2074, Jardins) foi selecionada pela casa e apresenta algum tipo de padrão de consumo – e de comunicação – que os sócios querem atingir. Quer dizer, quem quer atingir os consumidores é a indústria de bens de consumo e serviços de maneira geral, a Sample Central é na verdade um entreposto que expõe produtos a voluntários filiados que respondem pesquisas, que mais tarde são tabuladas pela Sample Central e enviadas aos clientes que compram espaços nas gôndolas.

Quem quiser participar dessa nova modalidade de pesquisa de consumo pode se cadastrar no site da Sample Central e pagar a anuidade de R$15. Por enquanto só existe uma loja dessas em São Paulo onde já tem cadastrados cerca de 16mil consumidores, mas espera ter 40mil em nove meses. Outras cinco cidades devem inaugurar lojas Sample Central nos próximos anos. Na Ásia e Europa existem outras filiais que seguem a matriz japonesa inaugurada em Tóquio em 2006. A tese é que os consumidores que testam as mercadorias apresentadas na Sample Central tornam-se consumidores efetivos quando o item chega nos supermercados e lojas. Isso é respaldado por pesquisa da própria Sample Central – 76% dos japoneses passaram a comprar produtos que testaram na loja. Todo mundo quer experimentar de graça o que pode comprar (ou não) amanhã no supermercado.

Conversei rapidamente com o inventor da Sample Central, o australiano Anthony James, pouco depois da apresentação dos sócios da loja paulistana, que inclui publicitários renomados, dois fundos de investimentos e o Ibope. Anthony está confiante do sucesso da franquia do seu negócio em São Paulo “porque o consumidor brasileiro é sofisticado e procura informação sobre o que compra”, me disse o boss. Mas é bom lembrar que o Brasil cresce a passos largos, a distribuição da renda está melhorando e o país está rumo ao quinto lugar entre as maiores economias do planeta. A indústria e as empresas de serviço – o Brasil é o primeiro país onde a Sample Central vai disponibilizar teste a serviços – estão ávidas em lançar mais e mais produtos e acharam na ideia da Sample Central uma forma mais eficaz e barata de saber a opinião de quem paga a conta, o consumidor.

Sample Central em foto de celular

Sample Central em foto de celular

Os donos da franquia paulistana dizem que existem muitas empresas esperando para colocar seus produtos nas prateleiras dessa loja-test drive. Eles têm entre 60 e 70 empresas expondo de 3 e 4 produtos na loja. A cada 15 dias trocam todos os produtos. O contato direto com o cliente-consumidor é o que a Sample Central oferece através do conceito “tryvertising” (do inglês, try+advertising). O negócio é chegar no consumidor dando oportunidade para que ele experimente antes  – até mesmo antes do lançamento no mercado. Com essa experiência de prova, tem-se mais chances de conquistar um lugarzinho no coração e mente do consumidor. É a tal da fidelização. E a melhor propaganda é o boca-a-boca, a indicação direta de uma pessoa confiável.

Como essa onda da Sample Central se difunde entre as pessoas? É tudo na base do boca-a-boca, sem gastar com publicidade. Do investimento de R$ 4milhões na loja brasileira, não existe parcela para publicidade. O esquema viral – via e-mails, blogs, redes sociais e disse-me-disse – é que vai amealhar mais gente para a loja-pesquisa, assim como aconteceu nas cidades da Ásia onde a Sample Central se instalou e tem 1,6 milhão de afiliados. E é exatamente o que estou fazendo aqui, dando +1teko de razões – sem receber! – pra você entrar nessa onda de comprar sem pagar. Ou não.

* * * * * * * * * *

P.S.1: “Comprei” os seguintes produtos na primeira vez: pão de forma, perfume, fita dental, água mineral e pipoca coberta com chocolate, e ainda provei um sorvete e um telefone de mesa com acesso à internet.

P.S. 2: Leve sempre sua sacola às compras! Não aceite sacolas plásticas!!! A atendente da Sample Central me disse que as sacolas da loja são biodegradáveis, mas não encontrei nenhuma indicação disso. Leve sua sacola reutilizável!!!
Você leu sobre sacolas reutilizáveis aqui.

P.S. 3: O visual da loja é bacana, mas não muito animador, por mais que digam que o projeto é de um arquiteto famoso – Fernando Brandão. Vi imagens de outras lojas Sample Central e achei mais modernos e interessantes. Aqui é apenas um mercado como o da esquina da sua rua. Poderia ter mais cores e uma iluminação especial.


3 Comentários

Arquivado em cidade, gastronomia, mercado, Moda

mamma mia! i love we love

O selo alemão BPitch Control mandou ontem newsletter sobre seu novo lançamento. A dupla italiana We Love é bem mais que um “projeto” de ótima música dançante. Giorgia Angiuli e Piero Fragola gostam mesmo é de uma boa performance na cabine de som. Vestem roupas ‘performáticas’, projetam vídeos e ainda sobra tempo pra tocarem instrumentos absurdinhos e máquinas analógicas e digitais. As batidas combinam disco 80’s e eletrônica (electro, minimal e tech house), o mesmo tom minimalista dos artistas do BPitch Control (de Ellen Allien), mas os dois italianos vestem o techno berlinense com adornos musicais – lances de ítalo e disco – de sua terra natal. A fusão é tão saborosa quanto uma macarronada da mamma.

O primeiro álbum, que também se chamará ‘We Love’, sairá na segunda semana de outubro – daqui quase quatro meses! Vou dar uma procurada se já rola algum link pirata pro álbum, mas a gravadora mandou um medley – faz tempo que não vejo essa palavra! – com trechos das dez faixas do disco que dá pra ouvir nesse link aqui. ‘We Love’ tem como tema visões e viagens – “when the window of a train takes you somewhere”, explica o duo italiano. O start da produção do disco aconteceu quando encontraram por acaso o produtor musical e remixer Marco Palazzo (aka Keith) numa estação ferroviária e logo fizeram a primeira faixa, ‘Escape Destination’. As outras nove faixas seguiram os trilhos dessa inspiração.

We Love nasceu no meio do ano passado, quando Georgia e Piero gravaram um CD para ouvir durante uma viagem. Ela escreveu no disco ‘WE’ com caneta de tinta branca; logo depois ele rabiscou ‘LOVE’ com tinta preta. A dupla nascia aí, em preto e branco, e tendo o amor como guia para suas incursões musicais. Bem antes disso tudo, Giorgia andava envolvida com moda, no projeto Metúo com a francesa Amelie Labarthe. Mas bem antes disso, na adolescência, Giorgia tocava guitarra clássica até ganhar uma elétrica e passar a tocar hardocre e black metal. Piero é designer, VJ e professor universitário, trabalhou com músicos, grupos teatrais e diretores de cinema. Ele descobriu a música eletrônica através da cult band inglesa pós-industrial Coil. E diz que a Giogia deu como presente de aniversário o disco ‘Berlinette’, da Ellen Allien, para uns amigos faz algum tempo. “Senti um lance revolucionário nele, e então comprei meu primeiro sound card e um laptop novo. Descobri e ainda estou descobrindo o charme incrível da música eletrônica”, conta a ragazza inspirada em sua atual chefinha Ellen Allien. Aliás, o último disco de Ellen, ‘Dust’, que você leu e ouviu aqui, tem tudo a ver com o som de We Love.

Nos shows, a dupla We Love veste roupas e máscaras boladas por eles mesmos e usa uma velha guitarra em forma de coração, uma drum machine, dois teclados e um controlador midi (cujo design foi elaborado por eles mesmos e patrocinado pela marca italiana de roupas e mobiliários I&S). Piero e Giorgia também projetam imagens em preto e branco num telão e cantam. O objetivo é explorar as relações entre as diversas formas de expressão estética, como som, arte visual, moda e design.

No link a seguir tem vídeo do We Love tocando ao vivo em Barcelona > We Love live

capa we love

ARTIST: WE LOVE
TITLE: WE LOVE
RELEASE GER: 10.09.2010
RELEASE WORLD: 13.09.2010
FORMAT: CD / Digital
CAT NR.: BPC225CD
EAN CD: 880319480522
LC: 11753

01. Ice Lips
02. Don’t Cross
03. Cruise Control
04. Hide Me
05. Even If
06. Underwater
07. No Train No Plane
08. Our Shapes
09. Escape Destination
10. White March

P.S.: Assim que acabar o upload de um mini set do We Love eu coloco aqui!!!

Deixe um comentário

Arquivado em lançamento, Música, Moda, sem categoria

fotografia não-digital: irina ionesco

Estava lendo o Estadão online e me deparei com matéria sobre a fotógrafa francesa Irina Ionesco, que esteve no Rio na semana passada para clicar modelos para campanha da feira de moda FashionBusiness. Há cerca de um mês e meio eu vi a exposição “Espelhos de Luz e Sombra”, então em cartaz na Caixa Cultural na Praça da Sé, em São Paulo. As imagens são belíssimas e agora estão viajando por Brasília e Salvador.

As fotografias de Irina Ionesco, 74 anos, não têm interferência de tecnologias digitais, a maior parte das fotografias em exposição no país – todas foram tiradas entre 1968 a 2006 – mede 40 por 50 centímetros. As fontes de inspiração de Irina são pinturas simbolistas, filmes hollywoodianos, tragédias gregas, poesia decadente, o kitsch sublimado e o sublime consagrado.

No texto do Estadão, o repórter conta que Irina só fotografa com uma câmera Nikon F e tem um fiel laboratorista que revela e amplia as imagens, tudo à moda antiga. Como diz o texto, “Enquanto fotojornalistas chamados a registrar a passagem de Irina pelo País disparavam até dez cliques por segundo com potentes máquinas digitais profissionais, Irina, com sua Nikon F, mecânica, fazia suas fotos calmamente, escolhendo os ângulos com apuro. De fundo, uma trilha de Marguerite Duras, de sua escolha, compunha o clima.”

Esse foi o primeiro trabalho de Irina no Brasil e aconteceu no Rio. A sessão de fotos foi na Mansão Figner, casa de 1910, no Flamengo, onde funciona o centro cultural do Sesc. As três modelos contratadas, Fabiana Mayer, Bruna Sotilli e Jéssica Pauletto, vestiram peças das coleções primavera-verão de cinco grifes que participarão da feira Fashion Business: Sta Ephigênia, Carlos Miele, Barbara Bela, Vitor Dzenk e Patricia Viera. “Ela elogiou as modelos – “Fabiana tem uma beleza pré-rafaelita”; “Bruna é felina”; “Jéssica parece Audrey Hepburn em Bonequinha de Luxo”, comentou. Também se encantou pela cidade, da qual partiria três dias depois. “O Rio é sublime, é a vida”, declarou.”

Irina Ionesco fotografa no Rio. Foto: Marcos d'Paula

1 comentário

Arquivado em fotografia, Moda

iódice denim +1teko – a vencedora

Finalmente o nome da vencedora do concurso Iódice Denim / +1teko! Desculpem o atraso, mas estou em Santa Catarina e perdi o embalo no final de semana. Mas a vencedora é a Sarah Atum Seixas que conjugou muito bem moda, meio ambiente e responsabilidade social na frase que segue abaixo:

A Iódice Denim leva uma pessoa de atitude para o Amazonas.

Só existe uma verdade, a felicidade. Pessoas felizes adotam cachorrinhos e gatinhos, respeitam a mãe natureza e sabem se vestir bem! 🙂

Agora a produção da campanha vai entrar em contato com a Sarah e enviar o vale-jeans pra ela ir escolher uma calça numa loja Iódice. Espero que em breve tenhamos outras promos aqui no +1teko.

E quem quiser aproveitar o embalo e tentar a sorte mais uma vez com a Iódice Denim é só acessar a promoção da campanha Sua Verdade Pode Mudar o Mundo e concorrer a uma viagem pro Amazonas! Boa sorte!!!

Deixe um comentário

Arquivado em ecologia, Moda

neoconcretismo e surrealismo em são paulo

Metaesquema de Hélio Oiticica

Duas belas exposições na Avenida Paulista – o neoconcretismo de Hélio Oiticica e o surrealismo de Max Ernst. Os trabalhos do brasileiro estão expostos no Itaú Cultural em bela montagem que inclui os famosos Metaesquemas – bi e tridimensionais, instalações, filmes, bólides e mais uma série de trabalhos e documentações. O título dessa mostra – Museu é o Mundo – coloca no cerne da questão artística a transformação da pintura em mundo real, o extravasamento do plano do quadro para a tridimensionalidade até chegar à cor pura (nos bólides) e ao movimento corporal (parangolés). Para Oiticica a realidade é arte; favelas, vielas, samba, prostitutas, cocaína, floresta, música, pobreza, mídia, corpo, carnaval, tudo pode ser e é arte. São quase 120 obras expostas em 3 andares do Itaú Cultural, com entrada gratuita. Encerra dia 23 de maio.

A exposição do Max Ernst está no MASP – nas terças é de graça!!! “Uma Semana de Bondade” é composta de 184 colagens que pertencem ao colecionador frnacês Daniel Fillipacchi, que a conservou nos últimos 70 anos e agora chega ao Brasil pela primeira – e provavelmente última – vez.  Obras em papel se deterioram muito rapidamente e precisam ficar “paradas” o máximo possível. A coleção é divida pelos dias da semana. Nas colagens Ernst afastou-se da concepção bíblica, criando seu próprio Gênesis: o Domingo surrealista, por exemplo, é recheado de orgias, violência, blasfêmia e morte. No blog Leituras do Favre tem uma explicação bem detalhada da obra e várias imagens.

************

E continua ainda hoje a promoção +1teko e Iódice Denim!!! Vamos dar um jeans da nova coleção Iódice Denim pra responder direitinho as perguntas abaixo.

1. Para onde a Iódice Denim levará uma pessoa de atitude?

2. Por que você acha que a sua verdade pode mudar o mundo?

A frase mais criativa e que tiver o destino correto, ganhará o jeans! Para conhecer o destino é só entrar no site da campanha Sua Verdade Pode Mudar o Mundo, e lá ainda dá pra concorrer a uma viagem pro Amazonas!

No sábado 30/4 eu dou o resultado aqui. Boa sorte!

6 Comentários

Arquivado em artes plásticas, Moda