Arquivo do mês: fevereiro 2010

rewind – vídeo no brasil

Enquanto ouço o delicioso e ainda não lançado primeiro álbum da banda Stop Play Moon, releio alguns trechos dos livros “Made in Brasil – Três Décadas do Vídeo Brasileiro” (org. Arlindo Machado, Itaú Cultural, 2003) e “O Que é Vídeo” (Candido J.M. de Almeida, Col. Primeiros Passos, Nova Cultural/Brasiliense, 1985). É que na quinta-feira 25/2 estive num debate/palestra sobre o vídeo nos anos 80 com participação de Tadeu Jungle e Walter Silveira – da TV Tudo – e Marcelo Tas e Marcelo Machado – da Olhar Eletrônico. O evento faz parte da mostra Brasil Anos 80 – Cinema e Vídeo que está acontecendo no CCBB de São Paulo. É interessante ver hoje como o videomaker de 30 anos atrás (des)evoluiu para fazedores de vídeos caseiros. A experiência com o novo meio de nova narrativa, filho do cinema e da tv e de outros meios e artes como poesia visual e videoarte, chega hoje aos difusores “democráticos” de informação na internet, como Vimeo, Youtube, Facebook, Twitter etc.

Os 4 protagonistas – (ex-)videomakers naquela década de 80 – do debate no CCBB apresentaram-se e os seus projetos daqueles tempos passados. Aliás, está tudo muito bem documentado no livro “Made in Brasil” em textos dos próprios Tadeu Jungle e Marcelo Tas. O grupo da Olhar Eletrônico (Tas, Machado e outros) tinha como lema “revolucionar a TV do Terceiro Milênio”. Tas, por exemplo, revoluciona atualmente com o programa CQC, na Band, mas já radicalizou com os amigos no emblemático programa Crig-Rá que passou na TV Gazeta em 1984. Marcelo Tas fala mais sobre o Crig-Rá nesse trecho do livro “Made in Brasil”:

Tas, agachado, e Meirelles, segundo da direita para a esquerda, na produtora 'Olhar Eletrônico'

“O auge da experiência de criar e fazer televisão coletivamente na Olhar Eletrônico se deu com o Crig-Rá. Em 1984, a convite da Abril-Video inventamos esse programa semanal dedicado ao público jovem. Virou um espaço de experimentação de formatos variados. Marcelo Machado, o nosso homem ligado à música e artes plásticas, articulou a produção dos primeiros video clipes de bandas de rock que brotavam que nem cogumelo depois da chuva naqueles barulhentos anos 80. Sem concorrentes nas outras TVs, o Crig-Rá virou um hit da molecada. Aprendemos a ter controle de uma hora inteira na televisão. O programa começou a ser transmitido numa rede independente para várias capitais do Brasil. Chegamos a ser o programa escolhido para lançar oficialmente o U-2 no Brasil. “ [Foi nesse programa que vi U2 pela primeira vez no videoclipe de “Gloria”, tocada ao vivo num palco com grande tochas nas laterais ]

Em outro ponto da USP, ainda falando do começo dos anos 80, o grupo da TVDO (TV Tudo) com Walter Silveira e Tadeu Jungle incluídos pirava em cima da redemocratização do país, da videoarte, da poesia concreta e no vale-tudo da TV via vídeo. Logo a TVDO estreou na Band a convite de Nélson Motta com o programa Mocidade Independente. Na palestra no CCBB, Marcelo Tas confessou sua admiração ao ver o programa na TV e se perguntou: “dá pra fazer isso na televisão?” A porra-louquice visual antropofágica.

Tadeu Jungle

Interrogados sobre a quebra de paradigmas e a criatividade na atualidade, todos os quatro convidados concordam que a internet é a nova revolução, ou um passo adiante do que significou a possibilidade de qualquer um criar e comunicar rapidamente com uma câmera de vídeo e uma ilha de edição. Nos anos 80 era difícil ter uma câmera de vídeo e uma ilha e também eram raros os lugares onde se podia assistir a esses vídeos; hoje temos celulares-câmeras e câmeras full-HD e webcams e tv no celular e internet em qualquer lugar, que ajudadas por ferramentas como Youtube, Vimeo e UStream, por exemplo, possibilitam colocar esse material em broadcasting para o planeta. MacLuhan, aldeia global, Warhol, 15 minutos de fama, Chacrinha, quem não se comunica se trumbica.

No fim do debate, Tas disse: “O conteúdo do Youtube é mais importante”. Para Jungle “as estrelas são as pessoas que criam ferramentas como Twitter e Google; o meio revoluciona mais que a mensagem”. E Walter Silveira finaliza dizendo que hoje se tem acesso a tudo [ou quase tudo] então “você monta a sua rede e os seus roteiros”. Você escolhe como, quando, onde e para quem quer aparecer no novo mundo.

A mostra Brasil Anos 80 vai até 7 de março no CCBB de São Paulo e tem programação bacana e rara, que dá pra consultar aqui. Entre as várias sessões que rolam durante a tarde até de noitinha encontram-se pérolas como os filmes “Beth Balanço”, “”Ilha das Flores”, “Feliz Ano Velho”, “Cidade Oculta” e “Nunca Fomos tão Felizes”, e programas de TV como Crig-Rá, TV Mix e Mocidade Independente. Entrada gratuita em todas as sessões!!!

Os próximos debates e palestras acontecem na quarta-feira 3/3 às 19h30 com “30 Anos de Videocriaturas”, com Otávio Donasci comentando sua trajetória na videoarte. Na quinta-feira 4/3, às 19h30, tem a mesa redonda “Novo cinema paulista dos anos 80” com André Klotzel, Anna Muylaert, José Roberto Eliezer e Walter Rogerio.

Olha aqui abaixo umas videoinstalações de Nam June Paik, que eu adoro!

Leia mais sobre Stop Play Moon no +1teko clicando aqui, ali e acolá.

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seth troxler -> entrevista exclusiva + cd mixhell + kiriDJinha

Seth Troxler dá uma passada no D-Edge. Foto: Fábio Tavares

Seth Troxler passou uma semana no Brasil, foi a primeira visita do americano ao país. Na sexta-feira (19/2) ele aterrissou em São Paulo para apresentação no club Hot Hot. O set dele teve muitos bons momentos e alguns com pouco punchy, mas conseguiu levantar a pista cheia com uma mistura de tech house e minimal techno basicamente. Seth respondeu algumas perguntas, que seguem abaixo, e antes de tocar no Hot Hot e depois no táxi indo pro D-Edge ele se mostrou um cara muito engraçado e aberto, e surpreso com a qualidade dos clubs paulistanos.

Seth Troxler deixou Chicago e está vivendo em Berlim, a seguir ele fala da mudança e um pouco mais.

+1teko -Por que é tão importante hoje em dia cruzar o Atlântico e estar em Berlim?
Seth Troxler – É sempre importante trazer e levar idéias, é assim que cena global é criada. Todo o mundo está em Berlim, mas a cena de Berlim não é o que era. E de certa maneira eu acho que Londres é o novo lugar. É tudo mais fresco, há muitos novos produtores realmente entusiasmados e que sabem muito sobre dance music, e realmente querem fazer algo cool. O tempo em que os caras de Berlim eram jovens e entusiasmaram ao fazer algo novo está um pouco no passado, hoje eles têm carreiras consagradas, e existe mais de um centro [musical] agora.

+1teko – Você acha que a sua música (DJ set e produções) estaria diferente se você estivesse nos EUA ainda?
Seth Troxler – Acho que a música que você faz ou toca depende de onde você é e está. Toco diferente em cada cidade, e a música que eu faço vem de minha disposição e experiências. Se estivesse vivendo aqui [no Brasil] minha música seria diferente também.

+1teko – Onde você vai pegar novas referências para a sua vida? Que pistas pretende seguir?
Seth Troxler – Acabo de me enamorar um pouco, então essa é uma pista que estou tentando seguir.

Vale a pena lembrar que foi lançado hoje (22/2) o CD Boogybytes Vol.5 mixado por Seth Troxler para o selo BPitch Control. Troxler costuma lançar pelos ótimos selos Ghosthly International, Wagon Repair e Crosstown Rebels. Você pode encontrá-lo no Myspace ou mais facilmente no FaceBook.

Seth Troxler no Hot Hot. Foto: Lucas Satti.

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Iggor Cavalera e Laima Leyton em ação no bar secreto

Antes de me jogar no Hot Hot, que estava bem cheio, passei no bar secreto para conferir o lançamento do primeiro CD do MixHell. Laima, Iggor e Max Blum estavam lá recebendo os amigos e Laima me contou que estava superfeliz porque Liam Howlett, cérebro produtor do Prodigy, havia enviado algumas tracks pra eles escolherem e remixarem. Tá bom, né? Mas antes disso a dupla, que na verdade é trio, remixou uma faixa do Moby, com quem Iggor vem conversando para o MixHell abrir algum show da turnê do americano que passa pelo Brasil em abril. O CD do MixHell é uma compilação mixada de faixas inéditas e outras mais antigas que a dupla vem tocando com sucesso pelo mundo. Afinal, li na DJ Mag brazuca, edição de dezembro 2009,  que eles ficaram apenas 20 dias em casa aqui no Brasil, o restante foi só viagem. As músicas do disco passeiam pelos sons altos do maximal com levadas de berimbau, samba e outras sonoridades. Tudo muito bem produzido pelo Max, que é o cara que dá o toque especial nas produções do MixHell. Iggor disse que cada vez mais vem colocando a bateria acústica nas novas produções e que no final do ano devem lançar um álbum só com faixas novas. Já estamos esperando. Pra saber mais sobre o CD do MixHell aguarde a Mixmag que sai dia 15 de março.

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Amanhã (23/2) tem festinha nova que eu e Atum inventamos de fazer no bar Volt, como vocês podem perceber pelo flyer acima. kiriDJinha é uma gozação que todo mundo fala pros amigos e amigas, uma bichice qualquer, mas um afago não um xoxo. Quer dizer, pode até virar xoxo… Mas não é o caso, tanto que convidamos o não menos famoso DJ Mau Mau, kiridjinha nossa de longa data, pra inaugurar a festinha. Na verdade as festas no Volt são um esquenta, uma happy hour que começa às 21h (o bar abre às 20h) para amigas/os kiridjinhas se colocarem nos drinks e partir pra outros lugares mais tarde. A ideia musical dessa festa – uma coisa bem difícil de inventar atualmente porque parece que já fizeram de tudo nesse mundinho noturno – é colocar o DJ convidado para tocar coisas do tipo que ele canta no banheiro, ouve no i-pod ou no rádio. Estou louco pra saber o que Mau Mau vai levar no case! Vamos tocar com discos de vinil!

O drink da noite é Red Razz (Bacardi razz, suco de limão, framboesa e suco de cramberry) a R$13. Não paga nada pra entrar no Volt e a festa deve acabar por volta da 1h/1h30. A próxima kiriDJinha a levar suas preciosidades é Renato Cohen, mas ainda não tenho a data fechada.

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seth troxler por aqui

O Carnaval terminou e a agitação continua a toda na paulicéia desvairada (eita, essa tirei do baú). Amanhã (sexta 19/2) tem apresentação imperdível de Seth Troxler no Hot Hot. É a primeira vez que ele vem ao país e logo mais publico entrevista exclusiva aqui no blog. Troxler ficou entre os 10 DJs mais votados como melhor de 2009 no site Resident Advisor e faz parte da turma americana que se mudou pra Berlim. No dia 8 de março sai a compilação que ele fez pro BPitch Control, Boogybytes Vol. 5.

Mas antes de vazar pro Hot Hot vou conferir o lançamento do primeiro disco compilação da dupla MixHell, no bar secreto. Ainda não tenho detalhes nem ouvi o disco, mas disseram que já me enviaram…

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ainda navegando na moda

Este texto foi postado originalmente no site do Brazil Fashion Cruise, com fotos de Vladi Fernandes.

Fashion Cruise 2010 – uma semana de moda a bordo de um transatlântico

Caroline Bittencourt e Samuel Cirnansck (ao fundo) assistem desfile na piscina

A top model Caroline Bittencourt (na foto ao lado) abriu o 2˚ Brazil Fashion Cruise na noite de sábado (30/1). Com o teatro do navio MSC Orchestra lotado, Caroline falou sobre o concurso Top Fashion Cruise que selecionou as 20 modelos que desfilaram nesse cruzeiro. O concurso é promovido pela Dreamakers e Ten Model e deu à vencedora prêmios como um beauty day no salão Jacques Janine, uma joia, roupas das grifes participantes, a capa da revista Drops e, é claro, um contrato com a Ten Model. O primeiro desfile foi da marca mineira Drosófila no sábado mesmo, após a apresentação de Caroline.

Paola veste look da grife mineira Drosófila

A estilista mineira Dayse Soares trouxe para o 2˚ Brazil Fashion Cruise sua grife Drosófila.  A coleção apresentada é a deste verão 2010, que traz comprimentos mini e inspirações no guarda-roupa masculino, construindo looks com base na alfaiataria e no pijama. Laranjas e azuis foram os focos entre tons neutros, em tecidos acetinados ou de aspecto opaco, com listras e xadrezes. Acessórios multiétnicos dão o charme descontraído e chique.

Desfile da AMP na piscina do navio

Desfile da AMP na piscina do navio

A marca paulista AMP – A Mulher do Padre ferveu no final da manhã de domingo (31/1) à beira da piscina. Ao fundo da passarela estava o grafiteiro Flip, um dos mais talentosos do país, pintando um grande mural. As modelos desfilaram pelo deck da piscina usando mini-vestidos em tons pasteis, com estampas minimalistas e volumes. O universo jovem da AMP é calcado na street wear. O DJ Mimi fez a trilha sonora do fashion show com house music.

Moda praia 2010 do Clube Bossa

O sol levou muita gente para as piscinas do MSC Orchestra na segunda-feira (1/2), mas o pessoal do Fashion Cruise trabalhou duro para deixar tudo pronto para o terceiro desfile a bordo. Foi a vez da moda praia da sofisticada marca Clube Bossa. O estilista Guilherme Vieira apresentou a coleção de verão da grife Clube Bossa na piscina no final da tarde. Maiôs tomara-que-caia e de um ombro só, maiôs meia taça, tops, túnicas longas e kaftans fluídos compõem a coleção. A cartela de cores tem tons pasteis e traz o nude como destaque. Enquanto as modelos desfilavam, o DJ Renato Ratier fez a trilha sonora baseada em house music. A segunda-feira terminou com festança do selo Puzzle Records dos DJs Mimi e Mr. Gil na discoteca do navio até o amanhecer.

Ao meio-dia da terça-feira (2/2), dia de Iemanjá, o cruzeiro chegou em Maceió, capital de Alagoas. Durante a manhã o estilista Samuel Cirnansck fez prova de roupas com as modelos e deixou tudo pronto para o desfile que aconteceria na quinta-feira. Como não teve desfile na terça-feira muita gente foi curtir as praias de Maceió, com direito a passeio de jangada. À noite, o som foi comandado pelo trio De Polainas – Adriana Recchi, Ana Flávia e Marina Dias. Muito rock e pop animaram a noitada na boate R32, no 14˚ andar do navio. O VJ Daniel Zanardi produziu as imagens que eram projetadas nas 40 telas de plasma espalhadas pelo club.

A moda sexy e burlesca de Thaís Gusmão

Depois de passearmos pela bela Salvador na quarta-feira (3/2), conferimos o desfile de Thaís Gusmão, que mostrou muita sensualidade com biquínis e lingeries especiais, tudo em tom burlesco. O trio De Polainas fez a trilha e vestiu modelitos de Thaís. Logo depois, Pil Marques fez a festa com uma edição especial do Hell’s Club a bordo do navio MSC Orchestra. Todo mundo de preto e vermelho usando chifrinhos luminosos e outros brinquedos que lembraram Halloween.

Ensaio do desfile de Samuel Cirnansck

Navegando a quinta-feira (4/2) inteira, rumo a Búzios, aconteceu a finalíssima do concurso Top Fashion Cruise logo após o desfile da grife Samuel Cirnansck. A vencedora foi a bela mineira Paola Elisa, que recebeu o prêmio após o badalado desfile de Samuel no grande teatro do navio. Paola vai estrelar o ensaio de capa da próxima revista Drops ao lado da top model Caroline Bittencourt. O ensaio foi clicado num resort de luxo em Búzios. Você pode vê-las nas iamgens acima dos desfiles de Clube Bossa e AMP. A festa D-Edge Night finalizou o penúltimo dia do Fashion Cruise com os DJs Renato Ratier, Pil Marques e Mr Gil se revezando na cabine de som da disco R32. A atmosfera do club D-Edge invadiu o navio!

Juliana Knust para Ecko Red

A tarde ensolarada e quente de sexta-feira (5/1) em Búzios marcou o desfile da grife Ecko Red, que levou a atriz global Juliana Knust para a passarela à beira da piscina. A trilha sonora ficou a cargo do trio De Polainas e as modelos desfilaram uma linha básica, incluindo jeans, camisetas, polos e vestidos. Os grafiteiros Tinho e Flip pintaram um mural especial enquanto rolava o desfile. Depois a festa continuou com a house music de Mimi e Mr. Gil no deck da piscina, e à noite os DJs Trusty e Bunnys e o projeto Violive movimentaram a discoteca.

No sábado (6/2) pela manhã, o Fashion Cruise desembarcou em Santos em clima de trabalho cumprido, com toda a equipe e convidados comemorando o sucesso da segunda edição. Em 2011 o Brazil Fashion Cruise promete surpresas e muito mais badalação, moda, música e arte pelos mares do Sul.

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Drop Kick 26/08/09




Drop Kick 26/08/09

Upload feito originalmente por Fábio Tavares

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uma semana depois…

No sábado cheguei em Santos, foi o fim do Brazil Fashion Cruise. A viagem foi incrível e todo mundo que esteve a bordo dessa segunda edição do BFC se divertiu muito. Preciso postar minhas fotos no Flckr, depois mando o link. E nesse meio tempo, estreei na sessão Mixtape no blog DeepBeep. Minhas lista de 10 músicas que ando ouvindo atualmente está lá e adorei ser chamado pra estrear uma sessão desse blog que eu adoro desde que entrou no ar com os melhores sets de talentosos DJs daqui de São Paulo, do Brasil e do mundo.

O db virou uma das melhores referências para conhecer nomes que muitas vezes estão num “segundo escalão”, mas que merecem o espaço democrático, underground e cool do db. Por trás do blog, que concorre a melhor blog na segunda edição votação Best Brasil 2010 da DJ Mag, estão Lísias Paiva e Thiago Ribeiro. Os caras se viram, percorrem as noitadas da cidade e se embrenham entre os DJs e produtores que estiverem por perto. Eles sempre surpreendem a cada post com sets inspirados de seus convidados, que como disse antes, vão desde unanimidades nacionais até gente bacana que começa a despontar. Mas faça o seguinte, linka no db e deixa o som rolar.

E sobre o Best Brasil desse ano, que ainda está rolando a votação no link que dei acima, também gostei dos nomes que aparecem nas diversas categorias. Parece que finalmente o pessoal está atento aos novos nomes e à evolução da cena e do mercado eletrônico, deixando alguns queridos amigos na categoria hors concours.

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