Arquivo do mês: janeiro 2010

fashion cruise

Daqui a pouco, nesse fim de tarde de sábado, comaeça minha viagem a bordo do transatlântico MSC Orchestra onde acontece o 2˚ Brazil Fashion Cruise. Desfiles, festas, street art e muita badalação em uma semana, saindo de Santos e passando por Ilhésu, Maceió, Salvador e Búzios. As grifes que desfilam aqui são Ecko Red, Samuel Cirnansck, Thaís Gusmão, Drosófila, Clube Bossa e AMP. Os DJs presentes são Renato Ratier, Pil Marques, Mimi, Mr. Gil, Bunnys e o grupo De Polainas – Marina Dias, Ana Flávia e Adriana Recchi.

Você pode acompanhar a viagem pelo Facebook e no blog do evento. E sempre que der e tiver novidades volto aqui para algumas linhas.

E anotem na agenda que no dia 23/2 faço uma festinha com Atum no bar Volt, nosso convidado é Mau Mau tocando o que ouve em casa. Vai ferver! No dia 27/2, Atum e eu voltamos a nos apresentar na Discotexx, no Astronete. Não percam!!!

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volta hoje!!!

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não tô entendennndo… the gossip in brazil

A banda The Gossip vem ao Brasil em março para shows no Rio (20) e São Paulo(19), com repertório baseado no último álbum “Music for Men”. A notícia me foi passada anteontem pela Carambola Records, mas fiquei meio atordoado com a escalação do line up brasileiro e só hoje resolvi postar algo. É que no meu olhar (ou ouvido) o ótimo rock feito por Beth Dito e amigos não tem nada a ver com os fazedores de mash ups Killer on the Dancefloor e a turma da festa Crew, e de quebra o DJ Mau Mau. Primeiro que eu não entendo como essa onda de mash ups ainda sobrevive por aqui, segundo que não entendi como enlataram tudo isso com o techno de Mau Mau… O show é patrocinado por uma marca de óculos feitos na China e vendidos em shoppings na terra brasilis. Mas é claro que vai bombar porque muita gente quer ver Gossip, muita gente quer ver Beth Dito em carne e osso. O negócio vai ser chegar na hora do show principal e logo vazar da Pacha, onde rola essa mistureba sonora em São Paulo. Ingressos vão variar entre 100 e 200 reais. No Rio ainda não tenho notícias.

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a longa demora para ir embora


Uma das coisas mais irritantes nos clubs paulistanos (pelo menos nos que frequento) atualmente são as filas para sair. A entrada até que está um pouco mais ágil fora do horário entre 1h e 2h, mas a saída é um drama. Filas quilométricas se estendem club a dentro, atrapalhando inclusive a circulação. A demora no pagamento da conta é o  novo gargalo de bem-estar na noite paulistana. Um dos causadores pode ser o pagamento com cartões. Talvez seja mais fácil os donos de club mudarem o sistema de pagamento de bebidas e entrada. Que tal fazer como na Europa que a gente paga a entrada ao entrar e as bebidas, no balcão na hora do consumo? Ah! Tem muita gente pagando com cartões… Esse é um ponto nevrálgico para nós acostumados a não termos dinheiro no bolso, mas um cartão de plástico. E como os bancos 24h não funcionam durante as 24 horas, com raríssimas exceções, ficamos a mercê do dinheiro plástico.

O antigo sistema de comprar fichas de bebidas que o club Vegas usava parecia uma boa saída, mas não vingou. Não sei o porquê dele ter sido substituído… Hoje, frequentemente tem-se de enfrentar uma fila que desce até a pista de dança no porão do club. No D-Edge e no Astronete a fila invade os bares e o empurra-empurra é certo. Na Lôca continua o sistema de cartela onde o barman assinala o seu consumo, que é basicamente o mesmo que ter um cartão magnético. A fila pra sair em determinados horários é a mesma que nos outros estabelecimentos, como no Studio SP e no bar Volt, por exemplo.

O club Hot Hot usa um sitema parecido ao das fichas compradas antecipadamente, mas usa um cartão magnético recarregável, como o do transporte público de São Paulo. O sistema livrou o club das insuportáveis filas pra sair, mas a entrada no club continua descontrolada, com empurra-empurra e muita confusão devido a demora das hostesses pra encontrar nomes em listas de desconto infinitas (como acontece em todos os clubs paulistanos) e pela demora dos caixas para anotar os dados do cliente. Voltando ao assunto da saída dos clubs, o sistema do Hot Hot ainda provoca filas nos bares e caixas para comprar créditos, mas é menos demorado. O melhor é que na hora que a sua bateria acabar você sai do club, pega o táxi e vai pra cama (ou pro chill out), sem ter de ficar esperando insuportável meia hora (ou muito mais) para fazer o pagamento da conta.

Afinal, qual a melhor maneira pra não se embrenhar numa fila de saída de club? Pagar o cartão antecipadamente, pagar cada bebida com dinheiro vivo, ou prestar atenção na movimentação e correr pro caixa antes que a multidão resolva ir embora?

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festa no apê

No final de semana fui para Balneário Camboriú a convite do club Blue Coast; foi a inauguração do novo empreendimento noturno catarinense. Depois de uma maratona tipo rave pra chegar ao local do club, que fica numa escarpa de frente pro mar, nos deparamos com uma lotação absurda. E não parava de chegar gente durante toda a madrugada. No meio daquelas mais de 3mil pessoas nem ser VIP adiantou muito. Resolvemos voltar pro hotel e esquecer o périplo clubber. Passamos no posto de gasolina e compramos cervejas, no hotel ligamos o ar-condicionado, ficamos de conversinhas e ouvimos música. E o melhor é que nós éramos os nossos próprios DJs e bebemos o que bem entendemos até altas horas; festinhas particulares continuam as melhores.

Quantas vezes nos deparamos com clubs completamente lotados – os donos devem ficar atentos a isso! – ou com top DJs que pensamos que vão arrasar e arrasam mesmo, só que no mau sentido, com os nossos ouvidos. Fora a conta salgada que inclui coisinhas como lata de cerveja a 8 reais (uma lata custa até 2 reais no mercado) e dose de vodca nacional a 12 reais (a garrafa de Smirnoff está na faixa de 25 reais).

Se a programação clubber tá fraca, se a sua paciência – ou a grana – acabou, se não suporta pegar fila pra mijar ou tekar ou pagar a conta, se detesta encontrar gente louca (ou se fazendo de), sugiro comprar uns drinks e chamar os amigos. Em casa pode não ter jogos de luzes piscantes e som superpotente, mas tem os amigos pra dar boas risadas, não tem fila no banheiro e só entra quem o anfitrião deixar. O problema é ter uma casa ou apartamento disponível pra festa…

E você acha legal ficar empaçocado na buatchi da moda (depois de penar na fila) pra ver um top DJ gringo que você nem sabe direito quem é?

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pipoca – novos clubs no circuito

Finalmente as novidades noturnas começaram a pipocar em São Paulo desde a abertura do club Hot Hot. Babado e confusão já marcam a entrada no novo clubinho e espero que isso passe logo. E que logo abram o Alberta e o Lions Club! Os dois estão bem próximos do Hot Hot – o Alberta fica quase na esquina da Avenida São Luiz com a rua da Consolação, e o Lions está na esquina da Avenida Brigadeiro Luis Antônio (bem no início dela) com o viaduto Maria Paula (que vai dar na catedral da Sé).

Em conversa com Facundo Guerra, sócio do Lions, soube que a reforma do club está a todo vapor e 80% dele estará pronto até o começo da próxima semana. A correria é porque a Ellus fará uma festa no local durante a semana que vem, no meio da São Paulo Fashion Week. O garoto propaganda da marca de jeans wear agora é Jesus Luz, que por contrato também tocará na tal festinha. (Ele ou o DJ-anão-de-jardim como você leu aqui?) O club deve abrir em fevereiro; pelo ritmo das obras, Facundo acha que antes do carnaval já terá o club prontinho. A varanda será o hit do Lions, que vai escolher seus “sócios” que terão prioridade na casa. Nas noitadas, só depois de eles entrarem e se sobrar espaço entrarão os demais clubbers.

O Alberta é projeto de Noemi e Claudio Medusa, donos do Astronete, com Ivan Finotti e deveria abrir em janeiro, mas não tenho notícias de quando realmente abrirá. O que se especula é que abra apenas depois do carnaval enquanto o Astronete (na região da Baixo Augusta) passa por reformas e reabre na próxima semana. A expectativa é que a vibração das noites divertidas regadas a rock do Astronete migrem pro Alberta, como opção pra quem está no circuito do Centro.

Protótipo virtual do club Blue Coast, em SC

Fora de São Paulo a novidade é o club Blue Coast, na praia do Estaleirinho em Balneário Camboriú, que inaugura amanhã (16/1). Já tinha adiantado aqui a abertura de mais este super club aqui no +1teko. O club deve disputar as atenções do público com o consagrada Warung, que também fica numa praia próxima e linda, a Praia Brava em Itajaí. E o Blue Coast já começa com atrações que fizeram fama no Warung – os ingleses Layo & Buschwacka! e o trio Life is a Loop (Leozinho, Fabrício Peçanha e Rodrigo Parcionik). Os brasileiros são residentes do Warung e pude conferi-los em apresentações separadas – Peçanha no dia 1/1/2010 e Leozinho & Parcionik em outra ida ao club há alguns anos. Eles levantam o povo na pista! Layo e Buschawacka estão em turnê pela América do Sul para lançamento do CD Shake It Brasil (saindo pelos selos ST2 e 3Plus), que traz um bom mix de tech house com sabor minimalista.

O Blue Coast está “encrustado em uma região isolada circundada por rica Mata Atântica de frente para o mar”, diz o press release. O estilo da casa é mediterrâneo e “a pista de dança localizada em frente ao Oceano Atlântico tem fundo infinito, criando um clima mágico e surreal jamais visto antes em nenhum outro clube no Brasil”. Só essa referência já me faz curioso sobre o novo empreendimento no litoral da região de Balneário Camboriú, que é cheio de bons clubs há muitos anos e ponto mais antenado com a night life internacional em Santa Catarina. E o Blue Coast já anunciou seu próximo convidado gringo, o DJ iraniano-americano Sharam Tayebi, parte do duo Deep Dish. O som deve ficar mesmo na linha house e progressive, que é o som que realmente pega naquelas bandas da ensolarada costa azul catarinense.

Amanhã (16/1) também tem day party lá em Camboriú, no fervido Parador Beach Club, também na praia do Estaleirinho. Quem se apresenta por lá e o DJ Ravin, do Buddha Bar de Paris. A partir das 14h dá pra se jogar na praia – ou na piscina, não sei ao certo – ao som de um dos nomes mais destacados do bar top fashion parisiense. É o melhor programa pré-Blue Coast.

Local onde está sendo montado o club Blue Coast, esta imagem é do club que já foi desmontado

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free emotional internet radio

stereomood - emotional internet radio

Estava dando uma zapeado nos blogs e li a notícia sobre o Stereomood no Factóide (link na coluna ao lado). O tal blog milanês é uma “free emotional internet radio” onde você clica numa palavra e é gerada uma lista de músicas pra ouvir na hora. As palavras clicáveis estão numa nuvem de opções e vão desde sentimentos e emoções – romantic, dreamy, calm, energetic, high etc. etc. – até trivialidades como ‘dinner with friends’, ‘berlin calling’, ‘beach party’, ‘sunny day’ ou ‘make love’ entre outras. As perguntas requeridas antes de escolher são”how do I feel?” (como me sinto?) e “what am I doing now?” (o que estou fazendo agora?). E se não gostar das listas ou quiser inventar um mood diferente, é só se cadastrar e seguir os passos como explica o faq do Stereomood. Boa diversão! Obrigado pela dica, Factóide!

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rock in rio in rio

Capa do LP Rock in Rio, de 1984

Tem tanta coisa pra falar do Rock in Rio, né? Inclusive que está fazendo 25 anos por esses dias de janeiro. Imagino a loucura daquele verão 40˚ no Rio de Janeiro. Eu tinha 17 anos em 1985 e não podia viajar de Floripa pra Cidade Matavilhosa… Enfim, acompanhei tudo pela telinha da TV. Estive sintonizado na aldeia “global”, lembro do Clip Clip, Planeta Loucura e Globo de Ouro… Lembro e guardo com carinho o LP do Rock in Rio com as atrações estrangeiras. Um produto Som Livre! (A gente não se livra da Globo!) Quase furei o vinil de tanto ouvi-lo. Quando tenho oportunidade toco alguma faixa dele pra ferver.

Mas eu vim aqui escrever esse post porque vi a notícia do aniversário do Rock in Rio no Metrópolis, na TV Cultura. O programa terminou a edição de hoje com Barão Vermelho tocando “Beth Balanço” ao vivo no Rock in Rio em 1985! E daí a partir dali já me deparei com notícias sobre a volta do Rock pro Rio em 2011. No site oficial do Rock in Rio a notícia é um pouco diferente: “além de uma edição polaca em 2011, espera-se um antecipação do regresso ao Brasil no ano seguinte, algo que representa um voltar a casa.”

Vários sites dão a notícia que o governo estadual e a prefeitura do Rio estão conversando com a empresa de Roberto Medina, produtora do festival. Também rolam informações que Roberto Medina adiantou que haverão noites voltadas a diferentes estilos: 1 noite de heavy metal, 1 de indie e 3 de pop/rock. E o jornal O Globo diz que o festival precisa de um local para no mínimo 15mil pessoas. O Globo ainda: “Uma possibilidade que está sendo tratada é que o festival aconteça num terreno na Barra [da Tijuca] em frente à antiga Cidade do Rock”. O terreno de 150mil metros2 foi desapropriado pela prefeitura carioca recentemente para construir a vila dos atletas das Olimpíadas de 2016. (E as organizações Globo estão em todas sobre Rock in Rio!)

Mas vamos curtir um som de 1985, ou mais precisamente dos dias entre 18 e 20 de janeiro!

B-52’s incrível com “Rock Lobster”. A letra da música tem tudo a ver com o verão!

A locona Nina Haggen trouxe os ecos do punk rock europeu.

Iron Maiden e o clássico “The Number of the Beast”.

Essa guitarra triangular do Scorpions é muito boa!

E o top hit maker daqueles anos no Brasil – Blitz! A música é “Ridícula” que alfineta a censura e retrata com tempero pop aquele período de redemocratização do país.

É bom lembrar que o Rock in Rio ainda aconteceu em 1991 e 2001 no Rio de Janeiro e depois mudou-se para Lisboa nos anos 2004, 2006 e 2008. Também teve uma edição espanhola em 2008 e está para ser confirmado mais um em 2010. Em 2010 também acontece mais um festival em Lisboa, no dia 21 de maio. Medina planeja um festival simultâneo em 3 cidades, que eu acho que devem ser as três citadas aqui. Em 2011 está anunciado o Rock in Rio na Polônia e logo depois pode chegar à China!

Que o Rock in Rio volte ao Brasil e grande estilo! Espero que a seleção de atrações seja bacana e não caia em armadilhas com bandas decadentes ou então querer nos enfiar goela abaixo cantoras de axé e outros estilos que não têm nada a ver com rock, mas com dinheiro.

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confirmadíssimo – hell in sp

No sábado tive a confirmação que DJ Hell toca no D-Edge no sábado 16/1, dentro da programação da festa Mothership. Espera-se um set com techno, electro e novidades do Gigolo Records. Antes de Hell, quem se apresenta pela primeira vez no país é o também alemão DJ Zip aka Thomaz Franzmann, co-fundador do famosos selos Perlon e Playhouse. Aliás, a festa Mothership, na qual Zip se apresenta, costumava trazer ótimos produtores e DJs do Perlon e espero que retome a ideia.

Michael Mayer fez um set menos interessante no D-Edge, no sábado, que o do Warung no dia 1˚. De qualquer forma foi bastante dançante e o público adorou. Dancei pencas! E Renato Ratier sempre chic, tocou ótimas faixas na virada da Mothership pro after Paradise.

Pouco antes de ir proD-Edge passei no Clash pra dar os parabéns pro Mau Mau. E a DJ Paula Chalup deu um show com um set super pra cima!

Atualizando… Acabo de ler um post do Lucio, do duo Database, dizendo que vai ter DJ Hell, MixHell e Database na sexta-feira no bar Secreto. Esqueci de perguntar pro Hell que fim levou aquele som que MixHell e Digitaria fizeram com ele num estúdio aqui em São Paulo… Mas perguntei outras coisas na entrevista que você lê aqui no +1teko.

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dj hell in rio; entrevista exclusiva!

Outdoor do DJ Hell

Desde o Natal que DJ Hell está em contato comigo, parecia excitado por estar retornarndo ao Brasil. O tempo passou, ele tocou numa festa em Bologna, Itália, na passagem de ano e nesse exato momento está se esbaldando nas praias cariocas. Como buon vivant, Hell está entusiasmado com as festas e a semana de moda que agitam o Rio a partir de hoje. [Atenção promoters, ele está louco pra tocar no Rio!] Em Sã Paulo, até o momento Hell está negociando uma data – terça 12 ou sexta 15 –  com o D-Edge, mas ainda não tenho confirmação. Provavelmente ele pegará o começo da SP Fashion Week ainda. Aliás, Hell está sempre ligado nessa vibe fashion-celebrety, como vocês devem lembrar da época do elecroclash quando ele e Miss Kittin borbulhavam em champanhe e poses.

Flashes e holofotes não miram DJ Hell como naqueles tempos, mas ele tenta se reinventar. Você leu aqui no +1teko que ele lançou o álbum duplo Teufelswerk (“trabalho do diabo”, em português) e duas das faixas – e seus remixes – se destacam: ‘The DJ’ com P.Diddy nos vocais e ‘U Can Dance’ cantada por Brian Ferry. Sobre o disco, as músicas, desfiles de moda e o que anda rolando de legal pelos lados do Gigolo Records foi o que rolou na entrevista que fiz com DJ Hell por e-mail ontem. Ele revelou ainda estar preparando a compilação Body Language 9 para o selo Get Physical e disse que vou ficar passado com o projeto Oliver Ton Disco Queen, de Bologna. Pois é, eles tocaram juntos na festa de ano novo por lá.

+1teko – O que você anda fazendo depois de lançar seu último álbum Teufelswerk? (remixes, shows, tour, business, gastando dinheiro…?)
Hell – Boa pergunta. Estou ainda promovendo os singles do álbum com Puff Daddy com vários de remixes feitos por alguns dos maiores remixadores do planeta – Radio Slave, Jay Haze,  Deetron… Parece ser o momento alto deste álbum porque em duas semanas eu apresentarei o novo single com Brian Ferry chamado ‘U Can Dance’, com dois remixes de Carl Craig. Fizemos um vídeo em Londres, em agosto, e agora eu não posso esperar para ver a reação das pessoas sobre essa grande parceria. Também estou em turnê pelo mundo e preparando trilhas para os desfiles de moda em Berlim, Paris e Copenhague. Vou fazer muitas músicas para a passarelas. Em março sairá o novo Body Language [Vol. 9] do selo Get Physical mixado por mim, estou feliz por eles me chamarem para fazê-lo.

+1teko – O que está rolando de novidades no Gigolo? Quem são as estrelas atuais?
Hell – Estamos lançando muitas coisas em todas as direções, mas house e techno ainda são o principal foco. Dá uma olhada no novo single de Oliver Ton com um remix lindo de Toni Lioni ou o novo álbum dos Spychonauts. Tem o CD compilação triplo e não mixado Gigolo 12 que vem com 27 maximal club hits inéditos e muitos novos talentos como Skwerl, Lenior & Meriton, Diskokaine, Makossa & Megablast e mais outras coisas.

Oliver, vocalista dos Hard Ton Disco Queen

+1teko – Você está no Brasil de férias ou a negócio?
Hell – Como sempre, negócios e prazer.

+1teko – Você gosta de vir ao Brasil, quase todos os anos está aqui para ir à praias no Nordeste e se jogar no Rio e São Paulo. O que te pega no Brasil?
Hell – Já sou meio brasileiro e eu já tô pensando em viver aqui por 6 meses e 6 meses na Europa. Meus planos já estão em curso para 2014, quando a Copa do Mundo da FIFA vai mudar o país. E estou muito feliz que o Brasil também terá os jogos olímpicos em 2016.

+1teko – Como você trabalhou com P. Diddy e Bryan Ferry? Foram colaborações on-line ou não? Os resultados são muito bons e as faixas têm muitos remixes, você pretende chamar outras estrelas como eles para trabalhar no futuro?
Hell – Encontrei e me reuni com os dois, que são grandes pessoas e grandes artistas. Eu só posso aprender com os mestres e assisti-los. Espero que haja mais colaborações no futuro.

+1teko – Você e Felix da Housecat terminaram a confusão sobre plágio (Felix acusava Hell) da faixa ‘The DJ’ com P. Diddy? O que aconteceu no final?
Hell – O que aconteceu – no final há um silêncio e eu agradeço a ele por promover o meu single. Essa movimentação dele é frustração e todo mundo agora sabe dos seus problemas. Não quero chegar ao lado pessoal, mas como você pode imaginar nós não somos mais os melhores caras do mundo e ele também tem problemas com outras pessoas. A questão, no final dessa energia desperdiçada, será: onde está a versão de Felix desta canção? E a resposta será –  nunca houve essa versão.

Capa do single "The DJ", de DJ Hell e P. Diddy

+1teko – Todo mundo sabe sobre a sua grande coleção de discos de vinil. Você tem tocado com eles ainda ou mudou para digital? Por quê?
Hell – Uso CDR e vinil ainda, mas em 2010 é hora de entrar no novo mundo do djing. Também trabalho em um novo DJ set ao vivo para 2010.

+1teko – O que podemos esperar da Gigolo e você em 2010?
Hell – Boa música – minimal beats and maximal attention.

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Atualizado!!!

Hora de voar do computador e aproveitar as festas do fim de semana. Se Kasper Bjorke ou Michael Mayer me falarem algo beeeeemmm interessante eu retorno aqui no final de semana. Hoje 8/1 niver do Mau Mau no Hot Hot, amanhã 9/1 niver do Mau Mau no Clash.

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Cacá me lembrou de procurar o vídeo de ‘U Can Dance”! Aí vai!

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