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a longa demora para ir embora


Uma das coisas mais irritantes nos clubs paulistanos (pelo menos nos que frequento) atualmente são as filas para sair. A entrada até que está um pouco mais ágil fora do horário entre 1h e 2h, mas a saída é um drama. Filas quilométricas se estendem club a dentro, atrapalhando inclusive a circulação. A demora no pagamento da conta é o  novo gargalo de bem-estar na noite paulistana. Um dos causadores pode ser o pagamento com cartões. Talvez seja mais fácil os donos de club mudarem o sistema de pagamento de bebidas e entrada. Que tal fazer como na Europa que a gente paga a entrada ao entrar e as bebidas, no balcão na hora do consumo? Ah! Tem muita gente pagando com cartões… Esse é um ponto nevrálgico para nós acostumados a não termos dinheiro no bolso, mas um cartão de plástico. E como os bancos 24h não funcionam durante as 24 horas, com raríssimas exceções, ficamos a mercê do dinheiro plástico.

O antigo sistema de comprar fichas de bebidas que o club Vegas usava parecia uma boa saída, mas não vingou. Não sei o porquê dele ter sido substituído… Hoje, frequentemente tem-se de enfrentar uma fila que desce até a pista de dança no porão do club. No D-Edge e no Astronete a fila invade os bares e o empurra-empurra é certo. Na Lôca continua o sistema de cartela onde o barman assinala o seu consumo, que é basicamente o mesmo que ter um cartão magnético. A fila pra sair em determinados horários é a mesma que nos outros estabelecimentos, como no Studio SP e no bar Volt, por exemplo.

O club Hot Hot usa um sitema parecido ao das fichas compradas antecipadamente, mas usa um cartão magnético recarregável, como o do transporte público de São Paulo. O sistema livrou o club das insuportáveis filas pra sair, mas a entrada no club continua descontrolada, com empurra-empurra e muita confusão devido a demora das hostesses pra encontrar nomes em listas de desconto infinitas (como acontece em todos os clubs paulistanos) e pela demora dos caixas para anotar os dados do cliente. Voltando ao assunto da saída dos clubs, o sistema do Hot Hot ainda provoca filas nos bares e caixas para comprar créditos, mas é menos demorado. O melhor é que na hora que a sua bateria acabar você sai do club, pega o táxi e vai pra cama (ou pro chill out), sem ter de ficar esperando insuportável meia hora (ou muito mais) para fazer o pagamento da conta.

Afinal, qual a melhor maneira pra não se embrenhar numa fila de saída de club? Pagar o cartão antecipadamente, pagar cada bebida com dinheiro vivo, ou prestar atenção na movimentação e correr pro caixa antes que a multidão resolva ir embora?

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autist an brasil

niko-schwid-press-bw2Faz pouco mais de um ano que estive pela primeira vez em Berlim. Lá fui recebido por um amigo a quem fui apresentado via skype. Logo descolei onde ficar na capital alemã e conheci um monte de gente bacana, a começar pelo Ferri (ou m_ferri) que me recebeu e que comanda o selo Autist. Muito papo, muita troca de informação, muita jogação na noite berlinense e eis que conheci Niko Schwind (na foto), produtor da linha minimal experimental techno. Agora ele está no Brasil para tocar em duas noitadas – domingo 22 no Vegas (SP) e sábado 28 no Dama de Ferro (Rio).

Para minha surpresa, pouco antes de Niko aterrissar em São Paulo saiu a revista Goma com duas páginas com top DJ Renato Lopes que escolheu entre suas faixas/discos favoritos o EP Apollo, que Niko lançou pelo Autist recentemente. As quatro faixas variam na linha minimalista, bem ao gosto de Berlim, com alguns grooves e certa placidez para ficar leve na pista de dança. Niko deu uma boa entrevista para o site Fiberonline, que está fora do ar durante o carnaval por problemas técnicos. Mas Niko conta que começou ouvindo hip hop e punk rock e em 2001 mudou o rumo para a música eletrônica.

Niko é um dos quatro artistas exclusivos do selo Autist ao lado de Anna (projeto do descolado produtor Boris Brejcha que já tocou no Brasil), o novaiorquino Chatterbox e a dupla paulista Oblivion. Agora em 2009 Niko lança faixas novas sob as alcunhas Robert Sado e Tarifbereich_B (projeto com o produtor Click-Click pelo Kassette Rec), e ainda o seu primeiro álbum, Autistische Züge. Este sai em maio em formatos digital e vinil. Por falar nisso, o vinil está virando um item de colecionador ou um artigo chic, um dispositivo de qualidade sonora. Luxo! E agora muita gente vem lançando edições limitadas. E mais!!! A falida fábrica de vinis na Baixada Fluminense deve voltar a funcionar este ano!

Em São Paulo, Niko toca no domingo de carnaval (22/2) na festa Caravana da Coragem no Vegas Club. Ele se apresenta na pista Basement antecedido por Pil Marques. Na pista Lobby tocam Glaucia++, Hero Zero (cebeça da festa) e Julião. No Rio de Janeiro, ainda não saiu a escalação dos DJs que acompanham Niko no sábado (28) da semana que vem. Vale a pena conferir o som de Niko porque ele faz parte da novíssima geração de produtores/DJs de Berlim que já está mudando a cara do minimal techno que domina por lá.

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corre-corre

“O tempo voa, amor, escorre pelas mãos…” já cantava Lulu Santos. Não bastasse a contagem regressiva pra entrar nos 40, ainda tenho um monte de coisas a serem feitas, muitos textos a serem escritos e um roteiro pra ser finalizado. Então não vou me estender muito aqui nesta página, o melhor é você ler meus últimos petardos sobre música eletrônica no site do clube D-Edge, no The Green Project e na última DJ Mag. Aliás, uma entrevista com o DJ Ben Klock, feita em fevereiro, não entrou na edição atual da revista então a reproduzo logo abaixo.

P.S.: Acabo de saber que a matéria entra amanhã no site da DJ Mag

 DJ Ben Klock em frente ao Vegas

Entrevista com DJ Ben Klock

 

Cool e simpático, Ben Klock é o tipo de DJ que sua camisa para criar uma trilha sonora única e elevar os espíritos na pista de dança. Ele suou um bocado na primeira visita ao Brasil, em fevereiro, quando apresentou sets muito bem construídos na festa Fase (Rio) e no clube Vegas (São Paulo). É claro que o berlinense residente do emblemático clube Berghain não dispensou uma ida ao sambódromo carioca para ver, ouvir e entender o samba. Acabou comprando o CD das escolas de samba vencedoras do carnaval 2008 – “estou louco para mostrar isso para meus amigos em Berlim. Será que dá pra misturar com techno?” Se dá ou não, ele nos mostrará no seu primeiro álbum prometido para o final do ano. “Gosto de experimentar e sacar quais idéias sonoras devo levar adiante”, conta.  

 

Ben Klock trabalha para o site e-Bay alemão como web designer, mas a paixão pela música o persegue há muito tempo e o tornou um dos principais DJs alemães da  atualidade. A primeira residência dele foi no clube Cookie’s entre 1995 e 2005. Foram 10 anos levando multidões de até mil pessoas nas noites de terça e quinta-feira. Ele estava na onda do “techno mais housy” e logo foi na direção do electro. “Do bom electro!”, ressalta o DJ. Ele também teve residências nos clubes Tresor, WMF, 103 e Delicious Doughnuts. Entre sushis, cervejas japonesas (!) e boas gargalhadas, Ben Klock conversou com a DJ Mag em São Paulo.

Texto: Ivi Brasil / Foto: Fábio Tavares 

 

Como você descreveria o clube Berghain, em Berlim, do qual você é residente?

O Berghain é como um templo, até o tamanho dele lembra uma igreja enorme. Eu toco lá há três anos e todo vez que volto após uma viagem tenho aquela sensação “uaaau!”. Sem dúvida é o melhor lugar para tocar em Berlim, mas não é ‘o’ lugar do minimal techno. Se você quer conhecer o techno mais vanguardista é melhor ir aos clubes Watergate e Weekend. No Berghain a música é mais real, de forma geral é o tipo de som que as pessoas gostam de ouvir e dançar. É um lugar para quem entende a história de música eletrônica. Já no Panorama Bar, que fica dentro do Berghain, os DJs tocam house music e eletrônica, mas é algo mais moderno. O Berghain é puro techno! Tem de ir lá para entender a atmosfera daquela velha usina de força.

 

Como surgiu o selo Klockworks?

Klockworks é um projeto meu para lançar minhas músicas. Eu o inaugurei em 2006 e já lancei dois EPs. No primeiro semestre desse ano lançarei mais um. Não penso em lançar discos de outros artistas pelo Klockworks, mas se eu encontrar algum trabalho muito interessante ou mesmo remixes para minhas faixas posso pensar sobre isso, mas não é prioritário. O nome é uma espécie de trocadilho com meu nome e uma homenagem ao filme “A Clockwork Orange” (“Laranja Mecânica”), de Stanley Kubrick.

 

Você diz que o Berghain não é um lugar para ouvir minimal, então o que você costuma tocar, lá e em outros clubes?

Sou bem open mind na hora de tocar, não me deixo levar por novidades só por serem fashion. Costumo tocar por até 4 ou 7 horas, daí entro com minimal até a pista ferver, saio do deep e vou para algo mais rápido e pesado. Meus colegas sempre me dão faixas novas. Às vezes curto apenas trechos das músicas, daí edito e corto essas faixas e misturo com outras ou com partes de outras. Vira uma música de ninguém, sabe? Daí esses colegas estão na pista de dança e ouvem acordes das suas faixas, o som parece deles, mas já é uma outra coisa. A faixa “Similarity” que lancei recentemente pelo BPitch Control é na verdade uma espécie de remix de “Similar Colors”, que também saiu pelo selo da Ellen.

 

Por falar em Ellen Allien, você tem discos pelo BPitch Control e inaugurou o subselo Memo com dois EPs bastante comentados – Earthquake e Back. Como é sua amizade e parceria com Ellen?   

Essa é uma longa história… Conheço a Ellen há muito tempo e já por volta dos anos 2000 muita gente se reuniu em torno da música, como Ellen, Sascha Funke, Modeselektor, Paul Kalkbrenner e muitos outros amigos de Berlim. Estávamos na no meio da avalanche electro e fui enjoando daquela onda. Já não sabia onde tocar naquele momento, por volta de 2003, porque o electro havia invadido tudo. Eu não me encaixava em nenhum lugar em Berlim. Um dia, Ellen me disse que o lugar ideal para eu tocar era o Berghain, que tinha uma proposta musical muito boa de techno. Daí fui lá pedir pra tocar, com o aval da Ellen é claro. Foi a primeira e uma das únicas vezes que pedi para tocar em um clube. Na noite da primeira apresentação eu disse para mim mesmo: vou fazer o melhor set da minha vida hoje no Berghain. E a noite foi incrível e me chamaram pra residência semanal! Então a Ellen é uma espécie de madrinha dessa minha residência no lugar mais louco de Berlim.

 (Ivi Brasil)

 

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dividido

Sábado será noite de correr do Vegas para o D-Edge. No clube da rua Augusta tem Andrew Butler da new pop sensation band Hercules and Love Affair discotecando coisinhas do selo DFA e outros mimos indie. No clube da alameda Olga tem os berlinenses Guido e Anja Schneider – que não são parentes apesar do mesmo sobrenome – que estão no rol do melhores DJs e produtores de minimal techno. Guido começou a carreira tocando EBM, aquele som pesado que mistura synth pop e industrial, em 1994. Na virada do milênio ele já tinha entrada em contato com o techno e logo pulou para o minimal e passou a lançar pelo famoso selo Poker Flat em 2003. E a Anja Schneider começou a carreira como radialista por volta de 1995, mostrando os melhores lançamentos eletrônicos para a Alemanha, e na virada do milênio arriscou-se como DJéia. Sucesso garantido atrás dos toca-discos e Anja começou a produzir em 2004. Um ano depois fundou o selo Mobilee, pelo qual lança em maio o primeiro álbum “Beyond the Valley”, sobre o qual já falei aqui. Anja, Guido e Andrew (ao lado) tocam sábado em São Paulo

O novo álbum de Ellen Allien que sairá oficialmente em 29 de maio vazou na rede. O intimismo experimental é a tônica de “Sool”, quarto álbum de Ellen. Logo nos primeiros segundos do disco ouve-se, na faixa “Einsteigen”, uma voz falar que “estamos na estação de metrô Alexanderplatz”, mais uma crônica musical de Ellen sobre a cidade das buatis, como diz a Nega Nervous. As músicas compõem um cenário muito bonito, mas nada que me diga vamos-pra-pista-de-dança. Com certeza alguns remixes sairão em breve para pegar esse filão dance, mas não me parece que é disso que Ellen queira falar ou cantar em suas músicas. Ah! ela voltou a cantar! Um voz singela, quase longínqua. Posso adiantar que as faixas “Caress”, “Its” e “Frieda” (com lindos vocais à la Björk) são as que mais me impressionaram até agora.

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é fantááásticooooooooooooooo

A semana terminou finalmente hoje, domingo, às 11h da manhã no Vegas. Depois de passar pelo Flyer, A Lôca e D-Edge. E fui outras duas vezes no D-Edge na semana passada.

Lalai e Philip A @ Crew @ D-Edge / foto Renato Salles

Terça fui conferir a euforia nu-rave tão comentada da festa Crew da querida Lalai, Fabiano, Philip, Lúcio… e um tralalá de gente. Tava animadíssima, como imaginei, e encontrei os Mixhell Layma e Iggor e Max, porque o Max Blum é o produtor por atrás do casal Cavalera. Zé Gonzales, outro crewer, me disse que o disco do projeto NASA sai em 2 meses. “Já demorou quase 5 anos, então 2 meses não é nada, né?”, me disse ao final. Nasa é um projeto de Zé Gonzales aka Zegon, que foi DJ do Planet Hemp, com o americano Squeak E. Clean e significa North America South America. Eles gravaram com gente como David Byrne, Lovefoxxx, MIA, Karen O, Tom Waits, George Clinton, Seu Jorge… Tá curioso como eu? Temos mais uns meses pela frente… E o povo do Bonde do Rolê estava lá também: as duas novas vocalistas Ana e Laura se jogavam na pista, Gorky atacou de DJ e Pedro estava gravando um programa pra MTV. De lá ainda dei uma passadjinha na Lôca pra conferir o Tapa na Pantera e xoxei meio mundo com o Nenê Krawitz, promoter da festa, como de costume. Rimos um bocado! Acabamos no bar da sinuca, na rua Augusta, com a Michael Love tomanda a última cerveja antes do café-da-manhã. Pena que o Eclético’s, aka bar da Marinete, tava vazio e não encontramos o Otto pra um costumeiro papo cabeça.

Self portrait com Nenê
Digitaria live @ Cio @ D-Edge / foto Bruno Mooca

Na quarta voltei semi-destruído ao D-Edge para ver o novo show do Digitaria, agora reduzido à dupla Daniela e Danihell. Eles passaram aqui em casa pra um drink com DJ Atum. Fomos passar som no clube e daí eles gravaram entrevista com Renato Lopes para o próximo programa See the Sound. Mais tarde eles mostraram um bom live p.a., mais eletrônico, ainda com sotaque electro (mesmo que eles neguem) mas com timbres minimalistas. Nem por isso menos dançante como confirmaram os clubbers na pista de dança. O segundo álbum do Digitaria está a caminho e com produção/finalização de Xerxes aka XRS que já produziu com Patife, Marky, Fernanda Porto e Drumagik. Diz que o Xerxes montou um estúdio em Belo Horizonte e está cheio de trabalhos.

Obra de Rick Castro

No sábado dei uma passada na frente da galeria Polinésia (site desatualizado!), onde estava abrindo exposição do Kléber Matheus com sua neon art. Eu nem entrei na galeria! Na rua estava ótimo! Emy Pimenta, Maria Monteiro, Rodrigo Editore e Ricardo Trevisan, que já convidou para o vernissage de Rick Castro na sua galeria Casa Triângulo na quinta 17. Pra mim, o melhor foi saber que o Ricardo adora o trabalho do Schwanke, artista de quem estou fazendo um curta agora em fase de roteiro e fim do mês já começa a edição. Mas voltando à exposição… vou na semana ver os trabalhos do Kléber, que como Rick, é da turma abravanada de Dudu Bertholini e Rita Comparato e Lau Neves e Rodriguinho Garcia Dutra (que cruzei saindo do Vegas às 8 da manhã de domingo, e sem óculos escuros!) e muitos outros que curtem cores e estilos com perfume oitentista; bom, Dudu e Rita são os magos da grife Neon e atuais criadores da Cori’.

Já perdi o fôlego e nem falei do incrível show do Cobblestone Jazz, grupo de Mathew Jonson que tava bem bebinho no fim da festa no D-Edge. Uma mistura chic e fina de techno minimalista com jazz que me jogou na pista com os inúmeros amigos que passaram pelo clube. Luxo! Pra quem não sabe, cobblestone é aquela pedra de rio que serve de pavimento de ruas nas cidades antigas. As fotos do festerê e dos outros festerês citados aqui você confere no site D-Edge.

         

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ben legal + gigolozices

Foi tipo incrível a festa com Ben Klock no sábado no clube Vegas. Os primeiros acordes já me deram a sensação do que viria pela frente – techno pra dançar, sem bombação hard e sem minimalismos etéreos. O berlinense foi perfeito ao transplantar para o Vegas a atmosfera do Berghain, onde é residente há 3 anos. O resto da história estará na próxima DJ Mag, que sai em março. Mas adianto que Ben lança no final do ano seu primeiro álbum de produções originais, além de mais um EP pelo seu selo Klockworks.

No sábado, eu e Atum levamos Ben pra almoçar no Consulado Mineiro e o Fernando (dono do restaurante) caprichou nas entradas – pasteizinhos de carne seca e bolinhos de aipim, que Ben Klock adorou – e na caipirinha. Tudo delicious! Daí fomos ver a exposição Os Cinéticos no Centro Cultural Tomie Ohtake. Afinal, a gente gosta de se jogar mas não é burro, né? hahahahahahahahaha   

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na foto de fábio tavares, eu e ben no vegas

INTERNATIONAL DEE-JAYS GIGOLO – Sobre as faixas que recebi do DJ Hell… fui atrás pra saber se estavam na lista de futuros lançamentos ou já à venda. Descobri que o álbum Chemistry Locky de Kevin Gorman foi lançado em novembro passado!!! Anyway, gostei muito do que ouvi.

O EP em vinil do Fetisch & Me sai agora dia 25 de fevereiro, mas as faixas desse EP –  “Diskotecktonik” e “Black Palms” – já estão à venda no site da Gigolo Records. Eu gostei.

O EP do Woody com as faixas “Booty Bar” e “August”, que são super hits de pista, saiu no começo do mês. “Booty Bar” deve se tornar Gigolo’s hit em breve com vocais cafoninhas. “August” é um techno mais cerebral, porém não menos dançante.

Os EPs Body Trance E.P. do Jor-El e Following Conditions do Abe Duque foram lançados no final do ano passado também! São muito bons.

No fim das contas nem tudo é novidade e o Hell não me mandou o disco das Le Chic que eu queria ouvir…

GÊMEAS – O cansaço e a chuva não permitiram que eu conferisse o desfile de Carol e Isadora na Casa das Rosas no domingo. Mas o Ricardo foi e contou tudo pra gente no Fora de Moda. Rússia e rock, sabe?!

IN IT – Minha amiga Fernanda Macedo tá com blog também. Ela tem escrito suas impressões sobre cinema, vídeo e publicidade. E ela tá se saindo bem! Bem sarcástica muitas vezes! Acessa – In It Arte Visual

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