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liberdade wi-fi

Fiquei a semana passada, de segunda à noite a sábado de tarde, sem conexão com a internet. Por isso não atualizei mais esse blog. Muita gente ficou apavorada quando anunciei isso no facebook, via celular WAP ou em algum canto que tinha wi-fi. Eu também me desesperei no começo, mas depois relaxei e vi mais filmes, acabei de ler “Caim” do Saramago, relaxei, saí por aí… Só não consegui entusiasmo pra limpar a casa! Agora a conexão está restabelecida – o problema era o modem novo e com problemas técnicos. Mas a tecnologia ainda me deixa um pouco embananado – não consigo fazer com que o roteador funcione normalmente. Estou preso por um fio ao modem, num canto da sala com um sofá desconfortável.Vou fuçar mais um pouco pra ver o que acontece… Quero a liberdade wi-fi djá!

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philip glass em são paulo

Abro mensagem de um amigo carioca e ele me diz que está vindo pra São Paulo pra ver Philip Glass num vernissage na Pinacoteca. PHILIP GLASS???!!! Claro que fiquei maluco e corri atrás da informação. O site da Pinacoteca não tem muita informação sobre ingressos e horários, mas tem um video bacana aqui. Descobri que Glass vem à América do Sul pra apresentações amanhã (30/7) em Quito, Equador, e no dia seguinte na abertura da instalação “A Soma dos Dias”, que fez em dupla com o artista plástico Carlito Carvalhosa.

O público em geral poderá conferir duas apresentações de Philip Glass nos dias 2 e 3 de agosto – segunda e terça. Na segunda ele toca piano solo e na terça é acompanhado por alunos da Escola de Música de São Paulo Tom Jobim.

Philip Glass é um dos compositores mais influentes no fim do Século XX, um ícone do pós-modernismo e principalmente pelas composições minimalistas. Na Wikipedia ainda tem umas curiosidades que eu nem imaginava: “Entre as óperas produzidas por Glass podemos citar Satyagraha (1980) baseada na vida de Mahatma Gandhi que inclui diversos mantras. Compôs também a ópera “Itaipu” (1989) referindo-se a usina de mesmo nome que possui texto em guarani. Também é dele “Days and Nights in Rocinha” (1997) que foi escrita após uma visita de Glass a favela da Rocinha.” Glass também compôs trilhas famosas como a da sequência de filmes de Godfrey Reggio, a começar por Koyaanisqatsi.

IMPERDÍVEL!

Pra terminar, o Lísias do blog DeepBeep aparece com três fitas K7 com sets do Marquinhos MS. Com direito a letra do falecido e estimado DJ na capa das fitas. Em breve no ar!!!

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viagem marcada; visibilidade na blogsfera

Começo a semana com viagem marcada pra Floripa no fim de agosto pra rever a família e amigos, e descansar um pouco da loucurama de São Paulo, comer uma tainha assada e curtir a praia com o bom e velho Vento Sul que sopra na Ilha de Santa Catarina . E ainda ver como anda o livro “Schwanke – a seriação iluminada” sobre o artista joinvilense Luiz Henrique Schwanke, que deve ser lançado em setembro.

O primeiro livro sobre o artista que foi o mais importante da Geração 80 em Santa Catarina será distribuído para bibliotecas municipais, escolares, de universidades e museus catarinenses, já que o projeto tem apoio cultural do Prêmio Edital Elisabeth Anderle (do Governo de SC). O Instituto Schwanke também está apoiando o projeto que tem como linha de investigação a repetição ou seriação em diferentes aspectos na obra do artista. A coordenação editorial é da Kátia Klock, que assina a edição comigo e a com a editora de arte Vanessa Schultz. O livro terá encartado dvd com o documentário “À Luz de Schwanke” que co-dirigi em 2008 com produção também da Contraponto.

Esperamos fazer um lançamento em São Paulo também, na época da Bienal, já que temos texto de Agnaldo Farias, um dos curadores da mostra na qual Schwanke participou em 1991. Os críticos de arte Fabio Magalhães e Frederico Morais e a jornalista Néri Pedroso também terão textos publicados no livro, que contará com croquis, anotações, bilhetes, projetos, fotos e reproduções de obras de Schwanke, como o famoso “Cubo de Luz” montado na 21ª Bienal de São Paulo, em 1991.

Cubo de Luz, na 21ª Bienal de São Paulo, 1991

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Blogsfera – Não é que pra minha total surpresa o +1teko é destaque hoje no blog SuaVerdade, da marca de jeans Iódice!? Fico superlisonjeado com o texto elogioso. Você leu aqui sobre a nova coleção da Iódice, eu garanto que o jeans é muito bom. E recentemente recebi em primeira mão algumas fotos do making off do editorial da nova coleção de verão da marca. O tema ‘água’ inspirou o fotógrafo Jacques Dequeker, o o stylist Giovani Frasson e o maquiador Max Weber. Os modelos são gente como a gente, segundo a assessoria da grife: as gêmeas Bia e Branca Feres, Lucas Corduro, Taina Barrionuevo e Camila Fremder. Não sei se são tão assim parecidos com outros mortais, mas é gente que faz e aparece.

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Blogsfera 2 – O ótimo DeepBeep publica hoje página com Johnny Luxo, lendária figura clubber, na seção Mixtape. O set da fofa tá babadu!!! Texto e entrevista minhas. A Johnny dá um xoxo na moda brasileira e elege “A Roda”, da Sarajane, como novo velho hit de verão!!! Adoro colaborar com o DB, um dos blogs mais bacanas sobre música no país.

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fuck the beach

Temporadinha de feriado no Rio. Quinta conheci Búzios – uma cidade calma e a praia de Geribá é muito linda. Ontem (sexta) de noite, cheguei no Rio e fui no club Fosfobox – o soundsystem tava meio ruim, mas estavam muitos amigos queridos. Fazia uns dois anos que não vinha ao Rio! Hoje, sábado, toquei na rádio online do Peri – Cocoon – em edição especial “kiriDJinha”. Acho que vou conhecer o bar GIG logo mais e amanhã cedo acompanho DJ Atum na Fuck the Beach, ele toca às 9 da manhã!!! Reiviiiiii!!!!

Está acertada a volta da kiriDJinha!!! A sexta edição da festa acontecerá no novo clubinho do centro do São Paulo, o Alberta #3. O convidado especial é Renato Ratier (que dispensa apresentações, mas pra quem não sabe, ele é dono do D-Edge e um excelente DJ, além de kiriDJinho meu e do Atum. Terça 15/6 a partir das 22h30, na Avenida São Luiz quase esquina com a Rua da Consolação.

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dj glen remixa abe duque

Abe Duque

Antes que se passe uma semana desde que falei do remix que o paulista Glen Faedo fez pra um som do americano Abe Duque, vou contar um pouquinho dessa história, publicar o que os top DJs falaram e uma pequena entrevista com Glen. Aliás, esse remix do Glen para “What Happened?”, de Abe Duque com o MC Blake Baxter, foi vencedor de um concurso internacional e já saiu em vinil e digital.

Só pra contextualizar, Abe Duque é um dos mais criativos produtores de house atualmente. Carlos Abraham Duque Alcivar é meio americano meio equatoriano, vive em Nova York e lança pelos selos Gigolo e Process, principalmente, e pelo seu selo Abe Duque Records. Ele esteve no Brasil há alguns anos tocando na festa Freak Chic, no club paulistano D-Edge – foi um set muito foda!!! No meio de 2009, ele lançou o álbum “Don’t Be So Mean” e no final do mesmo ano estava de volta nas paradas com o novo single “What Happenned?”, que teve remixes de Marc Romboy e Max Cooper. O segundo disco dessa mesma música, feita na verdade com o ótimo Blake Baxter, saiu com os remixes de Zied, REC (Ralph Myerz, Eddie de Bass e DJ Carina) e do nosso Glen. Pra ouvir o remix do Glen veja no final desse post.


+1teko – Como rolou esse lance do concurso? Você apostou firme ou nem estava pensando em ganhar?

Glen – Foi despretencioso… caprichei porque curtia o som e queria tocá-lo, mas nem achei q ia ganhar não,
ainda mais que vi a divulga no Resident Advisor e na DJ Mag (UK). Desencanei e até tinha esquecido..
Daí o label manager do [selo] Process me procurou e falou que meu remix era uma bomba e tinha ganho a parada!
Logo o lançou e além dos peixes grandes elogiando, ja bombou nas vendas e vi os peixinhos tocando também, ehehhe… Aí comecei a tocar e vi que era bom msm 😀

+1teko – Com esses muitos elogios dos graúdos será que rolam outros trabalhos?
Glen – Agora os caras da gravadora Process querem lançar mais sons meus e remixes, fikei muuuuuito feliz e tô trabalhando em novos sons,  pra isso não ter sido uma cagada isolada. hahaha… Ía até te perguntar se não tinha o contato direto com o DJ Hell, e-mail sei la.., queria que ele ouvisse alguns sons meus, sou fã do selo Gigolo e faço meu som baseado nestas sonoridades, talvez agrade 🙂 … aahh!!! Na parte da cagada isolada, teve um outro remix que fiz que alguns caras grandes chartaram, tipo Carlo Lio, e que chartaram novamente esse do Abe… Confere depois no Soundcloud, é o QUESTION.

O QUE FALARAM DO REMIX:

“Yes yes yesssssss , DJ Glen mix Full club support ” – Laurent Garnier

“The DJ Glen remix is the one for me. Great production. Mind you though Reiner Mauch & Lady Puma do a sterling job as well.” – Ashley Beadle

“Still king of NY Abe Duque” – DJ Hell

“DJ Glen mix is brilliant” – Tom Findlay (Groove Armada)

“Dj Glen’s and Zied’s mixes are cool. Thanks!” – Xpansul

“All the mixes work well, DJ Glen one stands out ” – Felix Hot Chip


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uma semana depois…

No sábado cheguei em Santos, foi o fim do Brazil Fashion Cruise. A viagem foi incrível e todo mundo que esteve a bordo dessa segunda edição do BFC se divertiu muito. Preciso postar minhas fotos no Flckr, depois mando o link. E nesse meio tempo, estreei na sessão Mixtape no blog DeepBeep. Minhas lista de 10 músicas que ando ouvindo atualmente está lá e adorei ser chamado pra estrear uma sessão desse blog que eu adoro desde que entrou no ar com os melhores sets de talentosos DJs daqui de São Paulo, do Brasil e do mundo.

O db virou uma das melhores referências para conhecer nomes que muitas vezes estão num “segundo escalão”, mas que merecem o espaço democrático, underground e cool do db. Por trás do blog, que concorre a melhor blog na segunda edição votação Best Brasil 2010 da DJ Mag, estão Lísias Paiva e Thiago Ribeiro. Os caras se viram, percorrem as noitadas da cidade e se embrenham entre os DJs e produtores que estiverem por perto. Eles sempre surpreendem a cada post com sets inspirados de seus convidados, que como disse antes, vão desde unanimidades nacionais até gente bacana que começa a despontar. Mas faça o seguinte, linka no db e deixa o som rolar.

E sobre o Best Brasil desse ano, que ainda está rolando a votação no link que dei acima, também gostei dos nomes que aparecem nas diversas categorias. Parece que finalmente o pessoal está atento aos novos nomes e à evolução da cena e do mercado eletrônico, deixando alguns queridos amigos na categoria hors concours.

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free emotional internet radio

stereomood - emotional internet radio

Estava dando uma zapeado nos blogs e li a notícia sobre o Stereomood no Factóide (link na coluna ao lado). O tal blog milanês é uma “free emotional internet radio” onde você clica numa palavra e é gerada uma lista de músicas pra ouvir na hora. As palavras clicáveis estão numa nuvem de opções e vão desde sentimentos e emoções – romantic, dreamy, calm, energetic, high etc. etc. – até trivialidades como ‘dinner with friends’, ‘berlin calling’, ‘beach party’, ‘sunny day’ ou ‘make love’ entre outras. As perguntas requeridas antes de escolher são”how do I feel?” (como me sinto?) e “what am I doing now?” (o que estou fazendo agora?). E se não gostar das listas ou quiser inventar um mood diferente, é só se cadastrar e seguir os passos como explica o faq do Stereomood. Boa diversão! Obrigado pela dica, Factóide!

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revisionismo

Eu não queria fazer retrospectivas anuais, mas acabei entrando numa página do blog do Cacá di Guglielmo, dentro do site OnSpeed, e revi que mandei há algum tempo meus 5 álbuns preferidos de 2009. Quem tiver interesse pode verificar em quem eu – mais Edu Corelli, Bruno Basso, Gil Barbara, Zegon, Fábio Spavieri e o próprio Cacá – votamos. É só clicar aqui e se divertir, tem até uns videoclipes. Eu adorei o disco do Yacht e o show deles no festival Smirnoff Experience!

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bingo spmoon niko schwind

Niko Schwid - Press (bw)

Niko Schwind

Semana cheia, muita correria. Acabo de saber que o D-Edge apresenta no sábado 31/10 o DJ alemão Niko Schwind. Ele esteve por aqui em fevereiro e tocou nos clubes Vegas (SP) e Dama de Ferro (Rio) com o público enlouquecendo com seu techno groovado, com um pé na house. O retorno de Niko coincide com o lançamento do seu primeiro álbum, The Autistic Disco (Autist Records), que virou hit nos sets de DJs como Oscar Bueno, Renato Lopes e Atum. Você deve ter lido sobre o álbum aqui no blog +1teko mesmo, e sobre a primeira turnê brasileira do alemão aqui também. Mas a surpresa mesmo é o EP que sai dia 16 de novembro pelo selo Stil vor Talent, do DJ Oliver Koletzki. O disco já aterrissou aqui no meu computer é já estou achando melhor que o álbum, isso por causa dos grooves house e da pegada menos minimalista. Niko me disse há pouco via skype que esse EP define melhor o seu estilo musical, pelo menos atualmente. Imperdível o set dele no D-Edge nesse sabadão!!! Via inMinimax, selo do DJ Gabriel Boni, Niko ainda se apresenta em festas em Londrina-PR (30/10), Campo Grande-MS (6/11), Cuiabá-MT (13/11) e Tangará da Serra-MT (14/11).

STOP_PLAY_MOON-179

Ricardo, Geanine e Paulo = Stop Play Moon

Ontem (26/10) estive na MTV acompanhando a apresentação da banda Stop Play Moon ao vivo no programa Acesso. A banda está cada vez mais madura e em shows maiores, e mesmo na MTV, eles são acompanhados de mais dois músicos (no baixo e guitarra). O grupo se apresentou no Oi Fashion Rocks, no Rio (24/10), tocando no desfile de Alexandre Herchcovitch. Ao Rio, aliás, eles têm ido muito pra gravar o primeiro disco, que sai no primeiro trimestre de 2010. Mais sobre o grupo na Mixmag #2 que sai na metade de novembro. Fiquem ligados!

bingo_set

E amanhã – quarta 28/10 – a amiga Lalai resolveu armar um bingo dançante no bar Volt. Adorei a ideia e vou me jogar nessa! Diversão garantida e com direito a prêmios!!! A jogatina começa às 21h e todos terão direito a 3 cartelas, e não paga nada pra entrar ou jogar. E o melhor de tudo é que tem vários prêmios bacanas, desde convites pra festas, garrafa de champanhe, óculos, corte de cabelo (sacanagem com os carecas, né?), revistas e o grande prêmio é um final de semana com direito a acompanhante na Pousada Finca Espírito Santo, em Ubatuba!!! Ah! E vai ter muito broken beats nos spkrz por Lalai & DJ Mulher e DJ I’m the Machine.

BINGO!!!

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MPopB em livro

Matéria que publiquei hoje no SkolBeats.com.

A oferta de livros sobre o universo pop musical brasileiro é bastate reduzida. Mas os poucos títulos lançados já dão um bom apanhado do que aconteceu e vem acontecendo nos universos da música eletrônica, rock e MPB. Nestes dias frios, em que bate uma preguicinha para se jogar na balada, uma ótima dica é ler um bom livro. Por isso selecionamos oito títulos que podem ser comprados on line, em livrarias ou em sebos. Tem desde o hedonismo clubber narrado por Erika Palomino em Babado Forte até os relatos sobre a interferência da ditadura militar no trabalho dos músicas na década de 1970 por Ana Maria Bahiana em Nada Será Como Antes. Escolha o seu e boa leitura!

todo dj
Todo DJ Já Sambou – A história do disc-jóquei no Brasil (Ed. Conrad)
O livro é uma grande reportagem feita pela jornalista Claudia Assef que conta como a cultura do DJ se desenvolveu no país. Desde o veterano Osvaldo Pereira e sua “orquestra invisível”, nos tempos do grandes bailes em São Paulo, passando pelos atuais top DJs e a cultura clubber, o livro deixa a história ser contada por quem comanda as picapes. Com várias fotos, Todo DJ Já Sambou é um clássico na prateleira de música e comportamento jovens.

babadoforte

Babado Forte – Moda, música e noite (Ed. Mandarim)
Quem não frequentou o Hell’s Club no começo dos anos 1990 não sabe o que perdeu. Mas pode saber um pouco sobre o nascimento do techno e da cultura clubber em Babado Forte da jornalista Érika Palomino. O livro é uma consequência direta da coluna que ela manteve no caderno Ilustrada, da Folha de S.Paulo, e da jogação vivida naqueles primórdios da música eletrônica no eixo Rio-São Paulo. Érika conta mil histórias sobre os frequentadores famosos ou não da noite que lançaram modas e influenciaram toda uma geração. A prometida segunda edição revisada ainda não saiu, e se prepare para revirar  muitos sebos para encontrar o livro.

Festa Infinita – O entorpecente mundo das raves – (Ed. Ediouro)
Retrato documental do universo raver brasileiro, escrito em forma de romance. O livro do jornalista Tomás Chiaverini foi lançado este ano e é um dos melhores textos desta lista. O autor passa de entrevistador/pesquisador a amigo dos personagens para mostrar como funciona o mundo das raves, desde a organização das festas até a polêmica com o uso de drogas e a ação da polícia. Entre os entrevistados estão André Meyer, Dmitri Rugiero e Rica Amaral, gente que fez as raves virarem um grande negócio no país. O autor vai a raves famosas – Universo Paralello, Transcendence, Tribe e Respect – para contar tudo o que rola no mundo psicodélico e natureba das raves.

Madame Satã – O templo do underground dos anos 80 (Ed. Lira)
O clube Madame Satã foi um dos epicentros da cultura jovem nos anos 1980 em São Paulo, reunindo punks, góticos e toda sorte de alternativos de plantão. Amado por muitos, freqüentado por alguns e conhecido por todos, o Madame Satã tem neste livro sua história contada pelo autor Marcelo Leite de Moraes e por seus freqüentadores que ali começaram bandas do rock, carreiras literárias, grupos de teatro, amores e amizades. As entrevistas com os frequentadores da casa é a melhor parte do livro.

Dias de Luta – O rock e o Brasil dos anos 80 (Ed. DBA)
Não houve em toda a história da cultura pop brasileira período tão instigante e aventureiro, tão cheio de iniciativa e tão repleto de causos quanto os anos 80. Um tempo em que era bacana ser jovem, tudo parecia ser novidade, pensava-se que o mundo nunca mais seria o mesmo depois do simples gesto de adentrar em uma danceteria. Costurando mais de 100 entrevistas inéditas (com Renato Russo, Herbert Vianna, Lulu Santos, Paulo Ricardo, Marcelo Fromer, Dinho Ouro Preto, Nando Reis e muitos outros) a pesquisa detalhista e reportagem de fôlego, o jornalista Ricardo Alexandre reconstrói de forma divertida e reveladora a década que nos deu a democracia, Blitz, Legião Urbana, Cazuza, Paralamas, Titãs e ombreiras enormes.

EDIT_NadaSeraComoAntes

Nada Será Como Antes (Ed. Senac Rio)
A jornalista Ana Maria Bahiana faz um retorno musical a uma das décadas de maior efervescência cultural no país, a dos anos 1970. O período era de governo militar e a censura estava em quase todos os lugares. “Tudo estava acontecendo secretamente, e a informação circulava entre as tribos”, diz Ana Maria Bahiana. Depois de trabalhar durante toda a década de 1970 como repórter de música, em jornais e revistas, Ana Maria percebeu que tinha em mãos uma parte da história desta geração que parecia não ter acontecido. O livro traz entrevistas que foram censuradas na é poca, entrevistas exclusivas com Tim Maia e Raul Seixas e dois artigos, um sobre rock e outro sobre MPB. Obrigatório!

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