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palm cake (torta de palmito com receita)

Vazio no estômago? Torta de palmito!

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Massa:

  • 2 xícaras de chá de farinha de trigo
  • 1/2 xícara de chá de gordura vegetal hidrogenada ou óleo
  • 1 ovo
  • 1 colher de chá de fermento em pó
  • 1 pitada de sal

Recheio:

  • 1 cebola média picada
  • 2 tomates médios maduros picados
  • 1 xícara de chá de azeitonas pretas ou verdes sem caroço
  • 1 vidro de palmito picado
  • 2 gemas
  • 1 xícara de chá de água fria
  • Sal
  • Pimenta do reino a gosto
  • Salsa picada
  • 2 colheres de farinha de trigo

Modo de Preparo

    Massa:

  1. Misture todos os ingredientes e acrescente 2 a 3 colheres de água se necessário
  2. Misturando bem até obter uma massa lisa e homogênea
  3. Deixe a massa descansar na geladeira por 30 minutos
  4. Enquanto isso, prepare o recheio
    Recheio:

  1. Refogue em óleo a cebola e os tomates
  2. Junte as azeitonas e os palmitos picados
  3. Dissolva as gemas em 1 xícara de água fria, junte ao refogado e deixe cozinhar até ferver
  4. Tempere com sal, pimente, salsa e se necessário use a farinha de trigo para engrossar o molho.
  5. Mexa vigorosamente para não empelotar e cozinhe cerca de 10 minutos
  6. Monte a torta em forma untada e polvilhada, sendo primeiramente a massa, depois o recheio e por último o restante da massa
  7. Pincele com uma gema dissolvida em 1/2 colher de sopa de água
  8. Asse em forno médio por cerca de 35 minutos

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o pastelão de palmito da bienal

[A FOTO SOME TODA HORA ENTÃO VAI FICAR ASSIM MESMO]

foto da intervenção do grupo avaf no encerramento da 28a Bienal de São Paulo

Continua a novela da pichadora presa depois de atacar a Bienal. Pelo visto esse é o único trunfo e triunfo de uma curadoria que favelizou a mostra com espaços expositivos feitos de compensado e autorizou que o amigo artista da curadora pudesse invadir o segundo andar destinado ao vazio. Outros “invasores” pediram autorização pra usar o segundo andar com medo de serem execrados do mundo artístico pela curadoria de vassalagem, como bem disse o Vitor no blog dus infernus. Vazio curatorial, eu digo. Nada se discutiu sobre o papel da Bienal e das artes, quer dizer, pode ser que discutiram a portas fechadas e sem a interferência da sociedade. A crítica deu um bom malho na exposição, artistas reclamaram da falta de verba e de organização, outros artistas reclamaram da postura silenciosa da curadoria, o público se decepcionou com a favelização e a pouco inspiradora Bienal de 2008. A exposição terminou no sábado passado, mas a repercussão (negativa) da prisão da pichadora continua nas páginas dos noticiários. Não sou a favor do picho e da destruição do patrimônio coletivo, mas sou contra a falta de bom-senso e de discussão dos reais valores da arte. Como eu escrevi aqui anteriormente, as manifestações no tal vazio da Bienal poderiam servir de baliza para discussões e novas investidas (e investimentos) no mundo da arte brasileira e mundial. A oportunidade infelizmente foi perdida… E a performance de maior impacto do evento foi justamente a que um grupo nada oficial fez ao reclamar espaço para todos cirarem. Seguem alguns trechos da reportagem de hoje no portal UOL, da Folha de S.Paulo, relatando a saga da mãe da pichadora para libertá-la da prisão.

“Caroline foi presa no primeiro dia da tradicional exposição de artes, que se encerrou no último sábado. Vários artistas já se manifestaram pela libertação da garota, e pichadores fizeram grafites no centro paulistano e até na fachada da casa do ex-prefeito Celso Pitta, que está solto graças a um habeas corpus do TJ-SP (Tribunal de Justiça), após ter tido prisão decretada por não pagar pensão alimentícia a ex-mulher, Nicéa.”

“A organização da Bienal soltou uma declaração oficial no dia seguinte do incidente classificando de atitude dos jovens de “autoritária” – essa palavra deriva de autoridade, que, no caso, está do lado oficial, com a Bienal prestando queixa, a polícia prendendo e da Justiça mantendo detida uma garota cujo crime foi pintar uma parede branca dentro de uma mostra de arte. De lá para cá, os curadores e responsáveis pela Bienal não quiseram mais abordar o tema.”

“O irônico é que Caroline tem a palavra “liberdade” tatuada no peito, mas ela não experimentou a liberdade de expressão na Bienal e hoje vivencia a total falta dela na penitenciária.”


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