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2 dicas de restaurantes pra comer bem na liberdade

* Dica pra comer na Liberdade 1 – restaurante KIDOAIRAKU – R. São Joaquim, 394 (esquina com a R.Galvão Bueno) – 3207-8569. Os teishokus – tipo pf japa caprichado – é o forte lá. Comida deliciosa. Tem sashimi muito bom que vc pede por quantidade de fatias. De sobremesa tem gelatina de café!!!! hummmmmmmmm O cardápio do dia fica pregado nas paredes em plaquinhas escritas em japonês, mas tem a tradução em portugês. De qualquer forma, é bom perguntar sobre os pratos. Leia uma ótima resenha no blog O Bicho me Mordeu.

* Dica pra comer na Liberdade 2 – Restaurante Tenko, na rua dos Estudantes, logo depois do cruzamento com a rua da Glória. O bifum de lá é uma delícia e custa 24 reais um pratão pra três!!! O melhor bifum da Liberdade!

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Arquivado em gastronomia, Variedades

muros da liberdade

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Arquivado em artes plásticas, cidade

liberdade antes que à tardinha

       


21 de abril é dia de comemorar a liberdade e a independência. Mesmo que tardia, como foi a brasileira que só 33 anos depois do enforcamento de Tiradentes, em 7 de setembro de 1822 foi proclamada por D. Pedro I. A história e longa e muita gente e países passaram a influenciar e saquear o Brasil depois de Portugal. Estava lendo sobre Tiradentes e a Inconfidência Mineira para relembrar o fato e daí vejo que os poetas Cláudio Manoel da Costa (“Vila Rica”, “Entre o Velho e o Novo Mundo”) e Tomás Antônio Gonzaga (“Marília de Dirceu”) eram do grupo dos inconfidentes, todos ricos menos Joaquim da Silva Xavier, o alferes Tiradentes que ralou muito e morreu pobre e enforcado; posteriormente foi esquartejado. Como apenas ele se declarou inconfidente, ou traidor da Coroa, foi enforcado, e os outros ricos senhores foram presos e apodreceram na prisão. 

Muitos anos depois o mineiro Juscelino Kubitschek de Oliveira inaugurou Brasília em 21 de abril. A capital federal completa hoje 48 anos. 

Foi só uma aulinha de história brasileira pra gente reavivar as idéias sobre liberdade e independência, que hoje se estende aos blogs, onde falamos o que queremos e sabemos, mesmo sem saber ou querer. A liberdade é sempre uma utopia, uma possibilidade circunstancial, a intenção maior da humanidade. E como utópica, a liberdade ainda é tolhida em diversos pontos do planeta, inclusive ali na esquina pertinho de você onde os meninos de rua pedem esmola. Enfim, aproveite o dia para pensar sobre o assunto ou pegue um cineminha, que o dia nublado e calmo tá bom pra isso, e assista à animação “Persépolis” sobre a Revolução Islâmica no Irã que acabou com a liberdade da maioria da população iraniana. O filme foi feito a partir dos quadrinhos de Marjane Satrape, que teve de trocar o jeans-e-camiseta pela burka ainda quando adolescente. Depois ela foi viver na Europa, onde dizem a liberdade é garantida pelo Estado. O filme é uma co-produção franco-americana dirigida por Marjane Satrape e Vincent Paronnaud que preserva o traço dos desenhos de Marjane, que foram lançados no Brasil com o mesmo título do filme. “Persépolis” fica em cartaz até quinta-feira 24 no Cine Belas Artes em sessão única sempre às 17h.

 

Sobre liberdade você também pode conferir a entrevista com o diretor de cinema André Paradis, organizador do Festival de Filmes sobre Direitos Humanos de Montreal, que Cláudia e a Janice fizeram em Montreal. Elas também assinam matéria na revista Dom sobre os lugares badalados pelos gays em Montreal.   

Curiosidades da Inconfidência Mineira

  • na primeira noite em que a cabeça de Tiradentes foi exposta em Vila Rica, foi furtada, sendo o seu paradeiro desconhecido até aos nossos dias.
  • tratando-se de uma condenação por inconfidência (traição à Coroa), os sinos das igrejas não poderiam tocar quando da execução. Afirma a lenda que, mesmo assim, no momento do enforcamento, o sino da igreja local soou cinco badaladas.
  • a casa de Tiradentes foi arrasada, o seu local foi salgado para que mais nada ali nascesse, e as autoridades declararam infames todos os seus descendentes.
  • Tiradentes jamais teve barba e cabelos grandes. Como alferes, o máximo permitido pelo Exército seria um discreto bigode. Durante o tempo que passou na prisão, Tiradentes, assim como todos os presos, tinha periodicamente os cabelos e a barba aparados, para evitar a proliferação de piolhos na cadeia, e, durante a execução estava careca com a barba feita, pois o cabelo e a barba poderiam interferir na ação da corda.
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    No Brasil como em Portugal era comum atribuir o gentílico “brasileiro” a uma pessoa nascida na colônia, embora hoje isto possa ser visto como um anacronismo. Durante a época colonial o Brasil era um território português, por esse motivo, os ali nascidos eram súditos e vassalos do rei de Portugal. Somente durante a primeira centúria da época colonial (XVI) o vocábulo “brasileiro” era o nome que se dava aos comerciantes de pau-brasil, sendo por isso, naquela época apenas, o nome de uma profissão. No entanto, desde muito antes da independência do Brasil, em 1822, em virtude do sentimento nativista disseminado o termo “brasileiro” já era utilizado de modo generalizado como adjetivo pátrio dos naturais do Brasil. Do ponto de vista estritamente legal apenas, só é de nacionalidade brasileira (brasileiro) quem ali nasceu depois da independência do Brasil. Mas, em geral, chamar uma pessoa que nasceu no Brasil antes da independência de brasileiro não quer significar que ela era comerciante de pau-brasil e sim que era natural do “Estado do Brasil”.

 

 

 

 

 

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