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“percurso do círculo” chega a joinville

Schwanke e obra feita com série de galões de plástico

Na quinta-feira (10/2) rola mais um lançamento do livro “Percurso do Círculo: Schwanke – séries, múltiplos e reflexões”, o qual co-organizei/editei. Dessa vez o lançamento será em Joinville, cidade natal do artista plástico Luiz Henrique Schwanke, e haverá a abertura de exposição com obras dele. Intitulada “Perfis e perfis: entre Apolo e Dionísio”, a exposição montada pelo crítico de arte e curador Charles Narloch faz um recorte do obra de Schwanke mostrando os diversos “perfis” que ele criou, tanto na pintura com os linguarudos quanto em instalações feitas com objetos plásticos do cotidiano.

Lançamento do livro e vernissage acontecem na Galeria Municipal de Arte Victor Kursancew, na Rua Dona Francisca 800, em Joinville, a partir das 20h da quinta-feira (10/2). A exposição fica em cartaz até dia 25 de março.

É bom lembrar que “Percurso do Círculo” está sendo distribuído gratuitamente para instituições de ensino, críticos e professores de arte, artistas, galeristas e público interessado.

Quem estiver em Joinville está convidadíssimo! E em breve haverá lançamento do livro em Curitiba, cidade onde Schwanke despontou nas artes plásticas nos anos 1970.

Série de perfis de "linguarudos" formam uma obra

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“percurso do círculo” – lançamento na galeria mezanino, em sp

 

Schwanke na instalação "A Casa Tomada", na Galeria Sérgio Milliet (Rio, 1980)

As pessoas me perguntam quem é esse tal de Luiz Henrique Schwanke? Como você chegou nele e tal? Aliás, pronuncia-se “xuanke”. Bom, vou contar um pouco como o conheci e como fui parar nessa história de filme e livro sobre ele, que é considerado um dos mais instigantes artistas plásticos de Santa Catarina e do Paraná, isso porque o joinvilense viveu muitos anos na capital paranaense onde realmente ganhou projeção nacional através de diversos salões de arte, até chegar à 21ª Bienal de São Paulo, em 1991.

Senta que lá vem história – Na virada dos 80 pros 90, ainda morando em Floripa e estudando jornalismo, fui fazer cursos livres de artes plásticas no CIC (Centro Integrado de Cultura). Meu mestre foi o artista plástico Fernando Lindote, que participou da Bienal do ano passado, e como ele conhece todo mundo acabei sendo apresentado ao Schwanke numa exposição em 1990 ou 91. Da exposição fui parar num bar na Beira-Mar Norte com Schwanke, Agnaldo Farias e mais alguns amigos. Foi meu único encontro com o artista plástico joinvilense que sempre gerava polêmica em suas exposições por causa das obras inusitadas, como as famosas colunas feitas com baldes plásticos (expostas em locais como Parque Lage e praia de Botafogo, no Rio) e instalações bem conceituais com luz (como a que é considerada sua obra-prima e foi exposta na 21ª Bienal de São Paulo em 1991, “Cubo de Luz”). No fim dos anos 1980, Schwanke era conhecido como o pintor dos “linguarudos”, quando já havia deixado o hiperrealismo pela pintura matérica neo-expressionista.

Perfis apelidados de "linguarudos"

O artista com obra feita com galões de plástico - serialização

Em 1992 eu estava trabalhando como repórter de cultura do (finado) jornal O Estado, em Florianópolis, quando soube da morte de Schwanke. No auge da carreira ele não aguentou as muitas pressões e nos deixou ‘por livre e espontânea vontade’, mas não deixou nenhum bilhete da causa do suicídio, segundo a família dele. E daí a obra do cara ficou com a irmã dele e com alguns poucos colecionadores e felizes contemplados com obras pelo próprio Schwanke. Na minha cabeça ficou aquela imagem forte do artista barbudo, com olhar distante e que disse na mesa do bar: “se eu disser o meu fetiche ele deixará de ser fetiche”. Lembro que alguns colegas de redação, masi chegados ao artista, recebiam cartas, press releases e obras que o Schwanke enviava. Pena não ter tido tanto contato com ele, né? 😉 A amiga e então colega de redação Monique Vandresen me deu um pequeno desenho do Schwanke feito com nanquim sobre uma página de apostila escolar. Ainda não a emoldurei…

Muitos anos se passaram e em 2007 inscrevi proposta de um documentário curta-metragem sobre Schwanke numa premiação da Fundação Catarinense de Cultura. Na verdade, foram meus amigos Kátia Klock e Mauricio Venturi, donos da produtora/editora Contraponto, quem me convidaram a escrever o projeto que rondava minha cabeça há algum tempo. No dia seguinte que cheguei em casa depois de um mês de férias pela Europa, recebi a ótima notícia que havíamos ganho o prêmio para rodar o filme. No meio de 2008, “À Luz de Schwanke” foi lançado em Joinville e depois em Florianópolis no FAM (Florianópolis Audiovisual Mercosul) e no programa Zoom, na TV Cultura. Abaixo, a versão de 8min do vídeo, sem as entrevistas.

Em 2010, a luz de Schwanke volta a me iluminar, dessa vez a Contraponto inscreveu proposta de livro que venceu o edital de cultura Elisabete Anderle. Kátia me chamou novamente para mais uma empreitada sobre Schwanke. Em maio de 2010, junto com a editora de arte Vanessa Schultz, fiquei alguns dias revirando correspondências e escritos no Instituto Schwanke e no Museu de Arte de Joinville. Recheamos – Kátia, Vanessa e eu, os organizadores – o livro com textos datilografados e manuscritos, croquis, desenhos, pinturas, fotos de obras e tudo mais que Schwanke deixou sobre sua obra, que beira 5 mil obras. Tem umas cartas muito legais com pensamentos interessantes sobre arte, salões de arte e outros pontos. Destaco a frase: “É necessário transformar e inverter o existente para que o novo seja total”. No revirar das caixas de correspondências encontramos também obras que não haviam sido catalogadas nem exibidas ao público, material inédito que ficou guardado durante anos.

Também encomendamos textos aos críticos de arte Agnaldo Farias (curador da última Bienal e do Instituto Tomie Ohtake onde exibiu obras do Schwanke em duas mostras em 2007), Fábio Magalhães (ex-diretor do Masp), Frederico Morais, Harry Laus, a jornalista e amiga do artista Néri Pedroso (eidtora de cultura do jornal Notícias do Dia, em Floripa, que no livro discorre sobre o homem e o artista em belo texto). Todos eles têm algo a contar sobre a obra e o artista. Ah! A capa do livro foi feita a partir de uma obra confeccionada com prendedores de roupa plásticos!!! Ele fez vários trabalhos com plástico – colunas de baldes e bacias, cobra coral feita de baldes e outros.

Capa da publicação lançada pela Contraponto

Finalmente em dezembro passado o livro Percurso do Círculo: Schwanke – séries, múltiplos e reflexões veio à tona. Foi lançado em Floripa com grande público, mas infelizmente não estive presente. “Percurso do Círculo” é uma instalação conceitual criada por Schwanke para uma mostra em Fortaleza (CE), e constituía-se de um carrossel que ficou liberado durante todo um dia para o público andar e viajar no trajeto perfeito do círculo, que nas palavras do artista significa “a figura mais perfeita da geometria – que perfazemos diariamente com o movimento de rotação da Terra”. É o eterno retorno!

E agora o livro será lançado em São Paulo na Galeria Mezanino (rua Augusta 2559, esquina com al. Lorena) nesta quinta 13/1, entre 18h e 21h. Pra entrarmos no clima germânico de Joinville e Schwanke vai rolar um barril de chope e a distribuição gratuita do livro, que tem encartado um dvd com duas versões do documentário “À Luz de Schwanke”. A tiragem de mil exemplares está sendo distribuída gratuitamente para bibliotecas, museus, galerias, instituições de arte, críticos, jornalistas e pessoas ligadas às artes visuais, principalmente. E claro, estou particularmente muito feliz com o lindo livro que produzimos e espero que ele seja lido e relido por muita gente mundo afora, que ele perfaça o percurso do círculo.

É sempre muito bom agradecer os colaboradores dos projetos, então thanks to: Instituto LH Schwanke, Galeria Mezanino/Renato de Cara, Galeria Mundo Mix/Beto Lago, Agnaldo Farias, Fábio Magalhães, Néri Pedroso, Nadja Lamas, Alena Marmo, Charles Narloch, Família Schwanke, Marina Mosimann, Paulo Araújo, Museu de Arte de Joinville, Franzói, Peninha Machado, Alice Ruiz, staff da Contraponto, à minha família e a todos de ficam na torcida.

Depois do lançamento do livro a gente continua a comemoração na festa kiriDJinha, que Atum e eu promovemos no bar Volt há quase um ano. A kiriDJinha começa às 21h, pra esticar a happy hour com mais drinks, conversinhas e neons. Os convidados da vez são a fotógrafa louca por disco music Silvana Garzaro e multiman Fly Garcia, do Cassimira Club, que prometeu set com 95% de vinis com hits de diversas épocas. Volt fica na rua Haddock Lobo 40, quase esquina com rua Fernando de Albuquerque.

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percurso do ciclo 2010

Vem chegando o verão e a gente começa a relembrar a estação quente passada, e as outras três estações que deram a temperatura do ano, que já vai terminando. Retrospectiva. Ciclo. É o fim, e também o começo. A gente tenta pegar algumas faíscas, uns flashes (back). Mas também quer esquecer, relaxar, deixar a vida fluir, curtir o novo sol. Na onda da última semana de 2010, me preparo para os 365 dias de 2011 – sempre ancioso pra saber se o mundo vai acabar mesmo em 2012!

Pesquei na memória alguns momentos de 2010, ano final da primeira década do Século XXI.

Mais uma vez a luz de Schwanke se acendou. No dia 17/12 foi lançado em Florianópolis o livro “Percusro do Círculo” que apresenta trabalhos e textos do artista plástico joinvilense Luiz Henrique Schwanke (1951-1992). Mais uma vez a companhia da arte de Schwanke tomou vários dos meus dias neste ano. Primeiro foi o convite para pesquisar e revirar correspondências, textos, projetos e obras de Schwanke para formatar um livro. O belíssimo livro, com dvd do documentário “À Luz de Schwanke” que co-dirigi com Maurício Venturi em 2008, foi mais uma parceria com a amiga Kátia Klock. A publicação tem edição especial da Vanessa Schultz, que caprichou no formato e diagramação. Ainda no verão, “Percurso do Círculo” será lançado em Joinville e São Paulo, mas tem que ter sorte par conseguir um exemplar, já que serão distribuídos cerca de mil  exemplares, a priori para bibliotecas, escolas, universidades e museus de Santa Catarina.

A apresentação dos produtores Azari & III pra poucos – eu entre eles – em festinha íntima em São Paulo foi super legal! Eu ainda tive de chegar nos caras e pedir “please, play Hungry for Power”. A noite terminou em alta!

Entrada do clube Warung

Ah! E teve a primeira noite de 2010 no clube Warung, de frente para a Praia Brava, em Itajaí. Na cabine com Michael Meyer (o dono do selo Kompakt) e Gui Boratto.

O clube Clash virou palco do melhor show do ano – Caribou. A banda do prodígio canadense ….. fez um show memorável com muita energia, imagens bacanas e bela e improvável disposição dos quatro músicos no palco (bateria à frente quebrando todas!). Ouvi e toquei o álbum …. inúmeras vezes! (na foto acima) E vou continuar tocando.

Super-Gêmeos, ativar! Já estava esquecendo da kiriDJinha, primeira festa que eu e Atum promovemos juntos e deu super certo (as usual). O bar Volt não poderia ter sido palco melhor pra festa e fico contente de ter feito ótimos amigos por lá e ter trabalhado com o querido staff do Volt. Dia 13 de janeiro a kiriDJinha retorna com muitos discos velhos, e novos também! Atum e eu esperamos todos lá no bar dos neons!

Patins usados por Laurie Anderson, em São Paulo

E a toda hora lembro de alguma coisa! Dois ícones da arte que tive o prazer de ver – Laurie Anderson e Philip Glass. Duas performances e tanto! Pode até ser que tenha sido meu entusiasmo em vê-los ao vivo pela primeira, isso depois de eu viver facinado com os dois e outros pós-modernos desde os anos 1980. Vi Laurie Anderson tocando violino sobre patins com lâminas congeladas, no CCBB; era o começo pra ver a exposição das obras dela que ao meu ver foi uma das melhores do ano em São Paulo. Tentei ver Philip Glass tocando piano, mas ele estava escondido dentro de uma instalação de Carlito Carvalhosa, na Pinacoteca do Estado. Me restou perambular pelo museu e apreciar as obras de arte ao som de Glass ao vivo! Dois belos momentos das artes em 2010. Ops! Ia esquecendo da exposição de obras de Keith Haring. Foi surpreendente e me despertou ainda mais para o graffiti e a street art nesse ano. Belíssima exposição!

Ainda inacabado, o documentário sobre o bairro do Cambuci estará pronto no começo de janeiro. Dei uma força (roteiro e montagem) pro amigo Fausto Nocetti que dirigiu o doc, que tem como pontos altos um passeio com osgemeos Otávio e Gustavo pelo bairro contando como aprenderam a grafitar e cenas inéditas de um filme 35mm com Alfredo Volpi preparando tintas (têmpera) e tela e dando a primeira pincelada num quadro. Aguardem que vai rolar na TV Cultura!

Tá faltando outras muitas coisas, mas não lembro agora… Feliz Ano Novo!

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viagem marcada; visibilidade na blogsfera

Começo a semana com viagem marcada pra Floripa no fim de agosto pra rever a família e amigos, e descansar um pouco da loucurama de São Paulo, comer uma tainha assada e curtir a praia com o bom e velho Vento Sul que sopra na Ilha de Santa Catarina . E ainda ver como anda o livro “Schwanke – a seriação iluminada” sobre o artista joinvilense Luiz Henrique Schwanke, que deve ser lançado em setembro.

O primeiro livro sobre o artista que foi o mais importante da Geração 80 em Santa Catarina será distribuído para bibliotecas municipais, escolares, de universidades e museus catarinenses, já que o projeto tem apoio cultural do Prêmio Edital Elisabeth Anderle (do Governo de SC). O Instituto Schwanke também está apoiando o projeto que tem como linha de investigação a repetição ou seriação em diferentes aspectos na obra do artista. A coordenação editorial é da Kátia Klock, que assina a edição comigo e a com a editora de arte Vanessa Schultz. O livro terá encartado dvd com o documentário “À Luz de Schwanke” que co-dirigi em 2008 com produção também da Contraponto.

Esperamos fazer um lançamento em São Paulo também, na época da Bienal, já que temos texto de Agnaldo Farias, um dos curadores da mostra na qual Schwanke participou em 1991. Os críticos de arte Fabio Magalhães e Frederico Morais e a jornalista Néri Pedroso também terão textos publicados no livro, que contará com croquis, anotações, bilhetes, projetos, fotos e reproduções de obras de Schwanke, como o famoso “Cubo de Luz” montado na 21ª Bienal de São Paulo, em 1991.

Cubo de Luz, na 21ª Bienal de São Paulo, 1991

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Blogsfera – Não é que pra minha total surpresa o +1teko é destaque hoje no blog SuaVerdade, da marca de jeans Iódice!? Fico superlisonjeado com o texto elogioso. Você leu aqui sobre a nova coleção da Iódice, eu garanto que o jeans é muito bom. E recentemente recebi em primeira mão algumas fotos do making off do editorial da nova coleção de verão da marca. O tema ‘água’ inspirou o fotógrafo Jacques Dequeker, o o stylist Giovani Frasson e o maquiador Max Weber. Os modelos são gente como a gente, segundo a assessoria da grife: as gêmeas Bia e Branca Feres, Lucas Corduro, Taina Barrionuevo e Camila Fremder. Não sei se são tão assim parecidos com outros mortais, mas é gente que faz e aparece.

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Blogsfera 2 – O ótimo DeepBeep publica hoje página com Johnny Luxo, lendária figura clubber, na seção Mixtape. O set da fofa tá babadu!!! Texto e entrevista minhas. A Johnny dá um xoxo na moda brasileira e elege “A Roda”, da Sarajane, como novo velho hit de verão!!! Adoro colaborar com o DB, um dos blogs mais bacanas sobre música no país.

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estréia

Tem momentos que a gente fica realmente satisfeito com os resultados de nossos empreendimentos. Estou particularmente feliz com a estréia do documentário À Luz de Schwanke que co-dirigi com Maurício Venturi, co-roteirizei com Kátia Klack, co-editei com Paula Calasans e o dividi com tantos amigos novos e velhos lá em Floripa, Joinville e Curitiba e aqui em São Paulo, locais onde gravamos. É tanta gente pra agradecer que nem vou mais citar nomes pra não deixar alguém de fora. Espero que em breve possa projetá-lo e dividi-lo para os tantos amigos que sempre dão uma força na vida e no trabalho em São Paulo. E lá pra julho o filme de 17 minutos passa na TV Cultura e aviso a todos. Isso se antes não vasar no youtube…

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precipitação

 

Chove em Floripa desde segunda à tarde, quando cheguei aqui. Hora de editar o documentário À Luz de Schwanke (como já contei aqui). Agora é hora de afinar o roteiro e o edward-mãos-de-tesoura tá me deixando louco! Afinações de todos os lados.
Estou internado no nordeste da Ilha de Santa de Catarina, no Rio Vermelho (também conhecido como Red River!), na casa dos meus amigos Maurício (que divide a direção comigo) e Kátia. Tá um frrriiio!!! Depois conto mais.

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Pra quem não viu ainda, tem entrevista minha com Kate Pierson do B-52’s na DJ Mag. E outras notinhas mais. No http://www.rraurl.com tem minha resenha do primeiro álbum da DJ Anja Schneider
Muita autopropaganda depois…

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Deixo uma frase de Luiz Henrique Schwanke, artista plástico catarinense, pra pensarmos enquanto faz frio e trabalhamos:

“Houve um tempo em que os artistas pintavam. Hoje, pensam e escrevem suas obras. O pensamento por trás da minha obra está na transformação, na inversão. É por isso que sempre digo que é necessário transformar e inverter o existente para que o novo seja total.”

 

Instalação sem título de Schwanke, conhecida como paralelepípedo de luz, do fim dos anos 1980 

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lagoa da conceição, florianópolis, santa catarina

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Quando eu acordar nessa sexta, conto um pouco dos bastidores do filme que fui rodar em Santa Catarina, “À Luz de Schwanke”. Mas fica essa imagem da Lagoa da Conceição num lindo anoitecer…

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