festa no apê

No final de semana fui para Balneário Camboriú a convite do club Blue Coast; foi a inauguração do novo empreendimento noturno catarinense. Depois de uma maratona tipo rave pra chegar ao local do club, que fica numa escarpa de frente pro mar, nos deparamos com uma lotação absurda. E não parava de chegar gente durante toda a madrugada. No meio daquelas mais de 3mil pessoas nem ser VIP adiantou muito. Resolvemos voltar pro hotel e esquecer o périplo clubber. Passamos no posto de gasolina e compramos cervejas, no hotel ligamos o ar-condicionado, ficamos de conversinhas e ouvimos música. E o melhor é que nós éramos os nossos próprios DJs e bebemos o que bem entendemos até altas horas; festinhas particulares continuam as melhores.

Quantas vezes nos deparamos com clubs completamente lotados – os donos devem ficar atentos a isso! – ou com top DJs que pensamos que vão arrasar e arrasam mesmo, só que no mau sentido, com os nossos ouvidos. Fora a conta salgada que inclui coisinhas como lata de cerveja a 8 reais (uma lata custa até 2 reais no mercado) e dose de vodca nacional a 12 reais (a garrafa de Smirnoff está na faixa de 25 reais).

Se a programação clubber tá fraca, se a sua paciência – ou a grana – acabou, se não suporta pegar fila pra mijar ou tekar ou pagar a conta, se detesta encontrar gente louca (ou se fazendo de), sugiro comprar uns drinks e chamar os amigos. Em casa pode não ter jogos de luzes piscantes e som superpotente, mas tem os amigos pra dar boas risadas, não tem fila no banheiro e só entra quem o anfitrião deixar. O problema é ter uma casa ou apartamento disponível pra festa…

E você acha legal ficar empaçocado na buatchi da moda (depois de penar na fila) pra ver um top DJ gringo que você nem sabe direito quem é?

1 comentário

Arquivado em club

Uma resposta para “festa no apê

  1. Bebete

    Adoro festa em casa, e tenho iluminação (bola de disco no meio da sala, motores nos cantos, e cores..
    Também tenho amigo DJ.
    Mas o único problema ainda é o som, normalmente fica difícil de encarar. Já tive polícia na porta, e perguntei:
    – O som tá vazando, os vizinhos reclamando?

    Não minha senhora, o som se ouve no outro quarteirão.
    Fui.
    (continuo adorando festa em casa, mas com som baixo, snifff sniff).

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