vinho de vernissage

Fico sempre pensando se vale mesmo à pena ir em inauguração de exposição de arte. Principalmente nessas em institutos, fundações e grandes museus. Ir a um vernissage em galeria é diferente, não tem tanta gente lá apenas pelo vinho. Em outros lugares mais populares para a arte, ou mais frequentados por funcionários locais depois do expediente da firma, ver arte é a única coisa impossível (além de também não conseguir bebida gelada e salgadinhos decentes). Por isso fiquei na dúvida e logo desisti de aceitar o convite para a inauguração hoje do Emoção Art.ficial 4.0 no Itaú Cultural. Minhas experiências em noites de vernissages lotadas lá não são muito boas.

Mas assisti uma matéria hoje na Globo mostrando a independência que as máquinas têm hoje para criar sozinhas&lt. Parece muito interessante a idéia, é como se estivéssemos muito perto de realidades mostradas nos filmes Blade Runner e Inteligência Artificial. Admito que estamos indo para um super desenvolvimento da ciência novamente; ao mesmo tempo que a bomba demográfica está nos instantes derradeiros. Será que acabaremos como Mad Max ou Jetson’s? E daí vem o subtítulo da exposição: emergência! Com exclamação e tudo. Emoção Art.ficial 4.0 – Emergência!

No fim de semana vou lá conferir a mostra e conto como acho que será o juízo final. (Escute agora a gargalhada vampiresca do começo da música Thriller, de Michael Jackson.)

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