Arquivo do mês: abril 2008

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Tá mais fácil de me encontrar pela rede. Além dos tradicionais ou antigos endereços – no fotolog, no myspace, no multiply, no site do D-Edge e aqui neste cantinho dos blogs, estou participando de The Green Project. A convite da Lalai abri minha conta lá no projeto patrocinado pelo uísque Passport. Informações sobre cultura, música, moda, cinema, clubbing e comportamento estão lá, em formatos de vídeo, música, texto, fotos etc. Tem até uma seção destinada a receitas de drinks!

Quem também está de endereço novo é o Atum (aqui link pro myspace com set novo), agora contratado da agência Superbacana DJs. Um beijo grande pra querida Simon Andrade (também promoter da festa Cio e encontrável no fotolog e no multply) que deu a maior força pro Atum, e pro Luiz Fernando Almeida que se joga em todas! E amanhã, sabadão 19, dia do índio, os DJs Atum e Spavieri são os residentes do clube Dama de Ferro, no Rio. Há dois anos eles fazem a festa Neue (novo, em alemão) no clubinho da rua Vinícius de Moraes, bem pertinho da Lagoa, e dessa vez a festa tem convidado especial. Mau Mau é o guest da noitada, que abre com Atum e tem Spavieri no after. Quem estiver pelo Rio já sabe onde vai bombar um bom techno com minimal com electro com todos os subgêneros da música eletrônica que não têm mais fim.

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habib’s nunca mais

SOBRE A POLEMICA DOS 28MINUTOS DO HABIB’S CLIQUE AQUI.

Depois que me contaram o porquê do preço tão “camarada” das esfihas do Habib’s decidi não voltar mais a tão famosa rede de fast food árabe. A carne utilizada para as esfihas baratinhas é a da cabeça do boi!!! Carne de última! Já tá com o estômago embrulhado? Para desanuviar o mal-estar dou alguns endereços em São Paulo onde se pode saborear comida sírio-libanesa ou árabe da melhor qualidade.

No sábado passado, finalmente fui com meu expert em comida libanesa DJ Atum (de ascendência libanesa, Atum vem de Hatoun, que algum escrivão teimou em aportuguesar) conferir a tão falada Casa Líbano (rua Barão de Ladário 831 – Pari). Ficamos surpresos com a ótima apresentação da casa e a simpatia do seu Mohamad que veio nos mostrar uma bela foto de Beirute. A comida é de primeiríssima linha, sugiro experimentar o quibe cru que tem um tempero que nunca tinha saboreado. Os michuís são muito bons também e a casa serve várias sobremesas deliciosas. Quem preferir apenas um sanduíche pode pedir um kebabe, que é grande e bem recheado pelo que vi. Os pratos são servidos em meia porção também, o que facilita para experimentar algumas comidas diferentes. O mais importante da Casa Líbano é que só lá, em São Paulo, são servidas carnes halal. A palavra árabe siginifica legal ou permitido. Veja abaixo sobre halal.

A Esfiha Juventus (rua Visconde de Laguna 152 – Mooca) é outra casa que serve deliciosas esfihas, quibes (inclusive recheados com catupiry, homus ou coalhada seca) e outros quitutes libaneses. A sugestão é o charuto de uva rechaedo, que vem em porção generosa e é barata. A Juventus fica na Mooca e o nome, é óbvio, vem do time de futebol local. Em breve haverá serviço de entrega, que deve se limitar ao bairro.

As kebaberias viraram moda na cidade e conferi três restaurantes que servem esse sanduba árabe que se espalhou pela África e Europa também. Em Pinheiros fica o Pita Kebab (rua Francisco Leitão 282) que serve kebabe de cordeiro duas vezes na semana e tem saladas deliciosas e baratas. O lugar é muito bonito e vale a pena passar para beber uam cerveja com os amigos e saborear os delicosos kebabes a preços camaradas. Preço bom também tem o Kebabel (rua Fernando de Albuquerque 22, Consolação) que serve diversos kebabes e outros aperitivos em um pequeno bistrô. O problema é conseguir um lugar para sentar e ter de enfrentar a lotação dos dois bares na esquina com a rua Augusta. Próximo ao Espaço Unibanco de Cinema fica o Salonu (rua Augusta 1416) que é mais sofisticado mas os preços são mais salgados, e o kebabe me parece menos recheado que nos dois restaurantes citados acima. Lá servem-se outras comidinhas árabes e refrescos exóticos como o de rosas.

Outros ótimo endereço de cozinha árabe ou sírio-libanesa é o restaurante Folha de Uva (rua Bela Cintra 1435 – Jardins), que serve um delicioso m’hallabye (malabí) – típico manjar de leite com água de flor de laranjeira e calda de damascos. Aos sábados algumas lojas da rede Jáber vendem o malabí, como a que fica na rua Mourato Coelho 383, em Pinheiros. No Espaço Árabe (rua Oscar Freire 168 ) também tem essa delícia doce.

Halal

Na verdade todos os alimentos são halal para os muçulmanos com exceção de: carne de porco e derivados, animais abatidos de forma imprópria ou mortos antes do abate, animais abatidos em nome de outros que não sejam Alá, sangue e produtos feitos com sangue, álcool e produtos que causem embriaguez ou intoxicação, e produtos contaminados com algum dos produtos anteriores.

Os animais devem ser abatidos segundo os rituais islâmicos (Zabihah) que são:

1- O animal deve ser abatido por um muçulmano que tenha atingido a puberdade. Ele deve pronunciar o nome de Alá ou recitar uma oração que contenha o nome de Alá durante o abate, com a face do animal voltada para Meca.
2- O animal não deve estar com sede no momento do abate.
3- A faca deve estar bem afiada e ela não deve ser afiada na frente do animal. O corte deve ser no pescoço em um movimento de meia-lua.
4- Deve-se cortar os três principais vasos (jugular, traquéia e esôfago) do pescoço.
5- A morte deve ser rápida para evitar sofrimentos para o animal.
6- O sangue deve ser totalmente retirado da carcaça.

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dividido

Sábado será noite de correr do Vegas para o D-Edge. No clube da rua Augusta tem Andrew Butler da new pop sensation band Hercules and Love Affair discotecando coisinhas do selo DFA e outros mimos indie. No clube da alameda Olga tem os berlinenses Guido e Anja Schneider – que não são parentes apesar do mesmo sobrenome – que estão no rol do melhores DJs e produtores de minimal techno. Guido começou a carreira tocando EBM, aquele som pesado que mistura synth pop e industrial, em 1994. Na virada do milênio ele já tinha entrada em contato com o techno e logo pulou para o minimal e passou a lançar pelo famoso selo Poker Flat em 2003. E a Anja Schneider começou a carreira como radialista por volta de 1995, mostrando os melhores lançamentos eletrônicos para a Alemanha, e na virada do milênio arriscou-se como DJéia. Sucesso garantido atrás dos toca-discos e Anja começou a produzir em 2004. Um ano depois fundou o selo Mobilee, pelo qual lança em maio o primeiro álbum “Beyond the Valley”, sobre o qual já falei aqui. Anja, Guido e Andrew (ao lado) tocam sábado em São Paulo

O novo álbum de Ellen Allien que sairá oficialmente em 29 de maio vazou na rede. O intimismo experimental é a tônica de “Sool”, quarto álbum de Ellen. Logo nos primeiros segundos do disco ouve-se, na faixa “Einsteigen”, uma voz falar que “estamos na estação de metrô Alexanderplatz”, mais uma crônica musical de Ellen sobre a cidade das buatis, como diz a Nega Nervous. As músicas compõem um cenário muito bonito, mas nada que me diga vamos-pra-pista-de-dança. Com certeza alguns remixes sairão em breve para pegar esse filão dance, mas não me parece que é disso que Ellen queira falar ou cantar em suas músicas. Ah! ela voltou a cantar! Um voz singela, quase longínqua. Posso adiantar que as faixas “Caress”, “Its” e “Frieda” (com lindos vocais à la Björk) são as que mais me impressionaram até agora.

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disquete

did you save yourself?

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é fantááásticooooooooooooooo

A semana terminou finalmente hoje, domingo, às 11h da manhã no Vegas. Depois de passar pelo Flyer, A Lôca e D-Edge. E fui outras duas vezes no D-Edge na semana passada.

Lalai e Philip A @ Crew @ D-Edge / foto Renato Salles

Terça fui conferir a euforia nu-rave tão comentada da festa Crew da querida Lalai, Fabiano, Philip, Lúcio… e um tralalá de gente. Tava animadíssima, como imaginei, e encontrei os Mixhell Layma e Iggor e Max, porque o Max Blum é o produtor por atrás do casal Cavalera. Zé Gonzales, outro crewer, me disse que o disco do projeto NASA sai em 2 meses. “Já demorou quase 5 anos, então 2 meses não é nada, né?”, me disse ao final. Nasa é um projeto de Zé Gonzales aka Zegon, que foi DJ do Planet Hemp, com o americano Squeak E. Clean e significa North America South America. Eles gravaram com gente como David Byrne, Lovefoxxx, MIA, Karen O, Tom Waits, George Clinton, Seu Jorge… Tá curioso como eu? Temos mais uns meses pela frente… E o povo do Bonde do Rolê estava lá também: as duas novas vocalistas Ana e Laura se jogavam na pista, Gorky atacou de DJ e Pedro estava gravando um programa pra MTV. De lá ainda dei uma passadjinha na Lôca pra conferir o Tapa na Pantera e xoxei meio mundo com o Nenê Krawitz, promoter da festa, como de costume. Rimos um bocado! Acabamos no bar da sinuca, na rua Augusta, com a Michael Love tomanda a última cerveja antes do café-da-manhã. Pena que o Eclético’s, aka bar da Marinete, tava vazio e não encontramos o Otto pra um costumeiro papo cabeça.

Self portrait com Nenê
Digitaria live @ Cio @ D-Edge / foto Bruno Mooca

Na quarta voltei semi-destruído ao D-Edge para ver o novo show do Digitaria, agora reduzido à dupla Daniela e Danihell. Eles passaram aqui em casa pra um drink com DJ Atum. Fomos passar som no clube e daí eles gravaram entrevista com Renato Lopes para o próximo programa See the Sound. Mais tarde eles mostraram um bom live p.a., mais eletrônico, ainda com sotaque electro (mesmo que eles neguem) mas com timbres minimalistas. Nem por isso menos dançante como confirmaram os clubbers na pista de dança. O segundo álbum do Digitaria está a caminho e com produção/finalização de Xerxes aka XRS que já produziu com Patife, Marky, Fernanda Porto e Drumagik. Diz que o Xerxes montou um estúdio em Belo Horizonte e está cheio de trabalhos.

Obra de Rick Castro

No sábado dei uma passada na frente da galeria Polinésia (site desatualizado!), onde estava abrindo exposição do Kléber Matheus com sua neon art. Eu nem entrei na galeria! Na rua estava ótimo! Emy Pimenta, Maria Monteiro, Rodrigo Editore e Ricardo Trevisan, que já convidou para o vernissage de Rick Castro na sua galeria Casa Triângulo na quinta 17. Pra mim, o melhor foi saber que o Ricardo adora o trabalho do Schwanke, artista de quem estou fazendo um curta agora em fase de roteiro e fim do mês já começa a edição. Mas voltando à exposição… vou na semana ver os trabalhos do Kléber, que como Rick, é da turma abravanada de Dudu Bertholini e Rita Comparato e Lau Neves e Rodriguinho Garcia Dutra (que cruzei saindo do Vegas às 8 da manhã de domingo, e sem óculos escuros!) e muitos outros que curtem cores e estilos com perfume oitentista; bom, Dudu e Rita são os magos da grife Neon e atuais criadores da Cori’.

Já perdi o fôlego e nem falei do incrível show do Cobblestone Jazz, grupo de Mathew Jonson que tava bem bebinho no fim da festa no D-Edge. Uma mistura chic e fina de techno minimalista com jazz que me jogou na pista com os inúmeros amigos que passaram pelo clube. Luxo! Pra quem não sabe, cobblestone é aquela pedra de rio que serve de pavimento de ruas nas cidades antigas. As fotos do festerê e dos outros festerês citados aqui você confere no site D-Edge.

         

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canadianos

Mathew Jonson e seus amigos Danuel Tate e Tyger Dhula chegam esta semana ao Brasil para se apresentarem como (o aclamado) Cobblestone Jazz. A foto acima mostra bem como será o palco a sermontado no sábado pra eles no D-Edge. Muitas máquinas analógicas! Jazzy techno…  Mas hoje o sr. Jonson cismou em dar entrevista apenas pelo skype e foi um corre-corre porque nas redações são vetados sites como esse e msn e outros de e-mail… Vamos por e-mail então porque o canadiano não fala ao telefone. Tá?

Cobblestone é uma pedra geralmente tirada do leito dos rios e que servem de calçamento. Sacou?…

Dá uma olhadinha na apresentação do Cobblestone Jazz no festival Mutek, em Montreal no ano passado.

 

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ainda lov.iiiiiii

Fábio Tavares

Foto: Fábio Tavares

O que foi a festa de encerramento do Lov.e? Nem lembro das músicas… só lembro do aperto costumeiro do clube, que logo me acostumei novamente, e dos vááááários amigos que encontrei na festa. Foi tipo incrí! E agora todo mundo pode dizer que não coloca mais os pés no Lov.e! Bom, pelo menos por enquanto até a Flávia Ceccato abrir o próximo clube nalgum lugar dessa cidade. Dizem que será na Liberdade! 

No fim das contas nem tive forças de ir ao D-Edge ver o Konrad Black no sábado. E hoje já tem niver do Flyer Bar pros amigos e amigas a partir das 18h com DJs Atum, Oscar Bueno, Renato Meia… E a semana está pegando fogo no D-Edge. Dá uma olhada na programação lá no site.

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