Arquivo do mês: fevereiro 2008

panorrrrrrrrrrama bar

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O DJ alemão Ben Klock está no Brasil desde a semana passada, quando tocou no Rio, e amanhã será a vez de São Paulo. Ele se apresenta no Vegas. Imperdível!!!

Conheci Ben Klock em novembro-2007 quando fui ao Berghain / Panorama Bar, em Berlim. Nevava muito naquela madrugada quando deixei o clube Weekend para o lendário Berghain com Atum e Holger Zilske (Smash TV). Sobre essa noitada você pode ler na DJ Mag Brasil que está nas bancas. Holger nos apresentou ao Ben na lateral da cabine de som. Não conseguimos sair da pista de dança! Techno finíííííssimo, muito bem tocado, muito bem mixado. Nada de minimalismos monocórdicos ou progressivos, mas sim um 4×4 em diversas nuances. Lembro que ao chegarmos ao clube o som era mais pesado e já no final do set ele foi delirando para batidas mais lentas porém não menos dançantes. Essas experiências são difíceis de descrever… Mas o fantástico Berghain, que fica numa antiga e enorme usina de energia no lado oriental de Berlim, dá o clima perfeito para o (melhor) techno da Alemanha. Ben é residente do lugar há 3 anos e lança por selos como BPitch Control, Memo e Ostgut Tonträger (que é o selo do Berghain).

Logo mais vou encontrar Ben Klock pra jantar e pra uma entrevista pra DJ Mag, que você lê em março. Mas se tiver alguma novidade muito foda eu mando antes aqui!

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chuva e pouco sol – assim foi o tempo nesse carnaval em ilhabela. a festa de encerramento do ilhabela summer stage com djs atum, marcinho vermelho e renato meia foi zuuuuuuuuuuper. mas amanhã eu conto mais porque a volta nessa noite de quinta foi meio punk- chuva, neblina, serra, carro desestabilizado…

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POW! BANG!

Na quinta-feira 31/1, a Folha de S.Paulo apareceu no meu computador com uma foto de um ringue de luta livre apinhado de gente. Fiquei passado com a notícia sobre as lutas que rolavam em Osasco e eram transmitidas pela internet para casinos em Las Vegas. Aqui, cada lutador ganhava 700 reais; lá, apostavem-se fortunas em dólares pra ver quem nocauteava o adversário.

Durante a tarde de quinta-feira foi a vez dos noticiários das TVs irem a Osasco pra eu ver melhor onde rolou a história do ringue clandestino. Na Band, o apresentador José Luiz Datena condenava com veemência a prática dessa modalidade clandestina de luta livre. Datena vociferava contra o abuso da violência e o pouco dinheiro que os brasileiros ganhavam em comparação às apostas nos States (!!!!). São poucas as diferenças entre esse tipo de luta clandestina e as vale-tudo que a Band muitas vezes apresenta com os irmãos Gracie. Datena berrava, ironizava, clamava pelo fim da luta, e quanto mais ele gritava mais cenas surgiam na tela da TV. Era espancamento mesmo! E o Ibope deveria estar alto! Foram muitos minutos de luta livre que só os americanos de Las Vegas viram.

Nesse sábado 2/2 leio na coluna da Mônica Bérgamo que o trailer do filme “Rinha”, sobre luta livre clandestina, já foi acessado por mais de 16mil pessoas no Youtube. Fui conferir. Já passava de 17mil espectadores! O filme brasileiro aparece no Youtube com os créditos já em espanhol, com o título “Riña”. A direção é de Marcelo Galvão, que já fez “Quarta B” e “Bellini e o Demônio”, e a produção é da Gatacine que promoveu um curso de cinema de onde nasceu “Rinha”.     

A hitória narra uma festa promovida por playboys e pitiboys nos arredores de São Paulo, onde acontecem lutas livres sangrentas dentro de uma piscina vazia. Mulherada e cocaína servida fartamente em bandejas são pano de fundo da trama toda, narrada por um homem (o ator Warley Santana) que consegue entrar na festinha e grava tudo com um telefone celular. No elenco estão ainda Mara Carvalho, Juliana Didone, Leonardo Miggiorin e os irmãos Theodoro e Christiano Cochrane (filhos de Marília Gabriela) entre outros. 

Pesquisando mais um pouco encontro outra nota de Mônica Bérgamo de 31/12/07: “O diretor Marcelo Galvão visitou lutas clandestinas para rodar o filme ‘Rinha’, previsto para 2008. O longa fala sobre festas que promovem lutas entre jovens da periferia. Galvão diz que o que mais o impressiona é a frieza da platéia -formada, em sua maioria, por ‘playboys’, segundo o diretor. ‘A culpa fica diluída e até mulheres gritam ‘chuta, chuta’ diante de um jovem ensangüentado’, conta ele.”

Dá uma olhada no trailer de “Rinha”:

Será que já saiu em DVD pirata?

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todos têm o mesmo DNA?

cid_417.jpgInstalação na última Bienal de São Paulo

Acabo de ver no blog Me Vejo No Que Vejo um divertido passatempo: descobrir de que estilista/grife é cada modelito. É hilário como são todos muuuuito parecidos. Eu perguntaria ao blogueiro Isaac Über, do Me Vejo…, por que isso acontece. Será que essas designações sobre o que será moda e tendência nas estações vindouras podem levar os estilistas a pensarem uniformemente? Ou eles aqui no Brasil só querem “copiar” seus pares europeus? Será que quando a organização das semanas de moda ditam quais as linhas e diretrizes com as quais as grifes devem pensar, se inspirar e fazer roupas não tiram boa parte da surpresa e da identidade de cada grife? Será que semanas de moda precisam de premissas temáticas? Semanas de moda são como exposições bienais de arte com temas pré-definidos? Bom, no momento caótico em que vivemos com a globalização me parece que cada vez mais ocorre uma uniformização das pessoas pela roupa, pelos penteados, pelas músicas, pelos sites que freqüentam, por idéias que devem ser idênticas nas Ilhas Maldivas, no Caribe, na Escandinávia, na Antártida, na Estação Espacial… Somos todos livres para dar aqui em nossos blogs nossas opiniões, mas devemos vestir roupas com tal “perfume”, ouvir o último grito da música eletrônica, saborear as mesmas Heineken e Bionade, porque assim estaremos up-to-date.

Eu fico com os ideiais “é proibido proibir” e “do it yourself”.  Apesar disso tudo nunca me disseram que estava cafona! hahahahahaahahahahahahaha 

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Visa, Mastercard e American Express devem estar rindo à toa com a gastança do governo federal com seus cartões de crédito corporativos. Cerca de 2mil funcionários do IBGE gastaram mais de 37milhões de reais com os cartões, fora a tal ministra da Secretaria Especial Política da Promoção da Igualdade Racial, Matilde Ribeiro, que até na freeshop ela usou o bendito cartão. Aliás, já notaram que essa é a segunda ministra negra que faz cagada no governo Lula? Lembram dos escândalos da gastança que Benedita da Silva fez indo assistir culto evangélico em Buenos Aires? Bom, agora o Lula espera que a tal desconhecida ministra gastadeira Matilde Ribeiro se demita hoje ainda já que não explicou com o que gastou o NOSSO dinheiro lá no governo. E será que essa secretaria com status de ministério que quer promover a igualdade racial realmente faz alguma coisa?

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